As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

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O que é "comer indignamente" na ceia?

Como saberemos que o nosso comer e o beber é indigno? (1 Co 11). Os Coríntios estavam celebrando a ceia apenas como uma refeição qualquer (v.20), fazendo dela uma ocasião para comer e beber (v.21,22). O apóstolo tem que trazer à memória deles a origem da ordenança e a solene ocasião em que foi instituída ("na noite em que foi traído") para mostrar que não era algo banal. Ele ainda mostra que a celebração é em memória de Cristo morto, do corpo e do sangue do Senhor (v.25,26).

Ora, qualquer pessoa que não tenha estas coisas em mente ao participar da ceia, estará comendo e bebendo indignamente. Estará, como os Coríntios, considerando aquela apenas uma simples refeição, razão pela qual estavam recebendo juízo sobre si mesmos (v.30). Comer indignamente, não discernindo o corpo do Senhor, é, portanto, fazer da ceia algo banal e corriqueiro.

Quanto a julgar-se a si mesmo na Ceia, ao nos julgarmos a nós mesmos, reconhecemos que somos, por nossos méritos, indignos de estar ali participando dos símbolos do corpo e do sangue de Cristo. Mas, ao mesmo tempo, entendemos que Deus nos tornou dignos pela obra de Cristo e, portanto, estamos ali por favor. O juízo próprio sempre nos leva a nos considerarmos nada e Deus tudo. O julgamento próprio na Ceia não é para deixar de comer, mas para comer. "E assim (julgado), coma."

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