As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

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Qual a diferença entre crer e acreditar?



https://youtu.be/JyGY5G9SQ7s

Sua dúvida diz respeito à salvação somente pela fé, ou seja, só pelo ato de crer. Quanto ao versículo que citou, conforme escutou numa rádio, ou seja, Tiago 2.19, alí não diz que o diabo é crente, mas que os demônios crêem que há um só Deus, e não só crêem como também estremecem. Mas não é o fato de crermos que há um só Deus que nos dá a salvação. Os muçulmanos (maometanos) crêem que há um só Deus e nem por isso estão salvos. Não é por crermos que há um só Deus que somos salvos, mas por crermos em Jesus Cristo; por aceitarmos que Ele é o sacrifício enviado por Deus para a remissão (retirada) de nosso pecado. E que Ele ressuscitou ao terceiro dia, tendo assim o Seu sacrifício sido aceito por Deus (Leia 1 Co 15.1‑4).

Existe uma diferença entre CRER e ACREDITAR. Apenas para dar um exemplo, uma pessoa podia ACREDITAR que o Dr. Zerbini (famoso cirurgião brasileiro) era capaz de fazer um transplante de coração. Porém, tal pessoa teria que CRER na habilidade daquele cirurgião (e achar‑se doente) para deitar-se numa mesa de operações e permitir que o médico lhe tirasse o coração para colocar outro no lugar.

O fato de crer não se trata apenas de "saber" ou "acreditar" a respeito de algum assunto, mas receber em sua própria vida a ação daquilo ou daquele em quem se crê. No caso da salvação, cremos ao aceitarmos a Cristo como Salvador, o que demônio algum fez e jamais fará. Aqueles que usam erradamente a passagem em Tiago o fazem com malícia e tendo segunda intenção, ou seja, tentar convencer as pessoas de que não basta apenas crer em Cristo, mas que também seria preciso fazer alguma coisa mais, como se a Obra de Cristo não fosse perfeita.

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