A BESTA
A Besta é o "chifre pequeno" de Dn 7.8,20,24,25. É um homem (Ap 13.1-8, 17.10-18, 19.20), tipificado pelo "Rei de Babilônia" (Is 14.4). Esse homem será também um gentio, pois a Besta vem do mar (Ap 13.1, 17.15 -- a inquieta situação dos povos gentios), e de entre os dez chifres que são as nações gentias da Europa Ocidental (Dn 7.8, 20, 24,25). Satanás investirá esse homem, "o chifre pequeno", de extremo poder. Ele estará plenamente apto a ser um elo de ligação com Satanás. Ap 13.4.
Esse "chifre pequeno", com a ajuda do poder satânico, dominará rapidamente o Império Romano revivido e se tornará, como um ditador, a cabeça do Império. Parece que ele irá ganhar o controle do império por meio de intimidação. Após derrubar três dos dez chifres (as dez nações), os outros se submeterão dando a ele o seu poder. Dn 7.8,20, 24,25. Ap 17.13,17.
Imediatamente após isso, a Besta (o nome se confunde com a Confederação das dez nações), tendo o chifre pequeno por cabeça, irá destituir e destruir a meretriz (a falsa igreja), o sistema religioso que esteve controlando o Império durante os primeiros três anos e meio. É disso que nos fala o Apocalipse quando anuncia que a "Babilônia é caída". A Babilônia política destrói a liderança religiosa do Império. Ap 14.8, 17.16, 18.2.
Havendo derrubado o sistema religioso, o Império assumirá uma nova e diferente forma, passando a ser satanicamente controlado pelo "chifre pequeno". A Besta irá continuar nessa forma por quarenta e dois meses (ou os últimos três anos e meio). Ap 13.2-8. Antes disso a Besta (a Confederação das dez nações) foi vista subindo do mar (Ap 13.1), mas agora é vista como subindo do abismo (Ap 17.8), o que implica um controle satânico. Todo o mundo se maravilhará diante da Besta (a Confederação Ocidental das dez nações) em sua nova forma. Ap 13.3, 17.8.
O ANTICRISTO
Por volta dessa época um outro homem se levantará na terra de Israel, o qual será movido pela energia de Satanás (2 Ts 2.9). Ele será um israelita, talvez da tribo de Dã (Dn 11.37, Gn 49.16,17, omitida também em Ap 7). Ele irá agir em conjunto com a primeira Besta, o "chifre pequeno", e será como o seu Primeiro Ministro. Ele é o "Anticristo" (1 Jo 2.18), também conhecido como o "Rei" (Dn 11.36, Is 8.21, 30.33, 57.9), "o Homem do Pecado" (2 Ts 2.3), "o Filho da Perdição" (2 Ts 2.3), "o Iníquo" (2 Ts 2.8) (ou "Ilícito" cf. trad. literal), a "Estrela Caída" (Ap 9.1), "a Segunda Besta" (Ap 13.11-18), "o Falso Profeta" (Ap 16.13, 19.20, 20.10), "o Pastor Inútil" (Zc 11.15-17, Sl 14.1, Sl 53.1), "o Homem Sanguinário e Fraudulento" (Sl 5.6, etc.), "o Príncipe Profano e Ímpio de Israel" (Ez 21.25), e "o Príncipe de Tiro" (Ez 28.2). O Salmo 10 dá a descrição do caráter moral desse homem de pecado.
O Anticristo é também tipificado pelas seguintes pessoas: Abimeleque (Jz 9); Saul (1 Sm 8-31); Absalão (2 Sm 15-19); Acabe (1 Rs 16-18); Acaz (2 Rs 16); Sebna (Is 22); Zedequias (Jr 39 e 52); o Mercenário (Jo 10.10-13); Hamã (Et 3-7); Herodes (Mt 2). Esse homem de pecado (o Anticristo) se apresentará aos judeus como seu Messias, e eles o receberão e farão dele o seu rei. Ele reinará sobre a terra de Israel. Jo 5.43, Dn 11.36-39, 2 Sm 15.2-6,11.
O Anticristo estabelecerá o seu trono de governo em Jerusalém, e irá promover seus corruptos lacaios e admiradores para que ocupem posições de governo sobre a terra de Israel. Jerusalém será totalmente entregue a toda a sorte de iniqüidade. Is 1.21-23, Dn 11.39, Is 28.14, 1 Sm 22.7,8. A descrição moral dos judeus apóstatas que seguirão o Anticristo pode ser vista nas seguintes passagens: Sl 14; 35-36; 73.3-12; Is 58,59.
BESTA & ANTICRISTO
A Besta, com a ajuda do Anticristo, irá romper a aliança com os judeus. Eles abolirão toda atividade religiosa em seus domínios (a parte ocidental da terra, inclusive Israel), fazendo cessar a falsa adoração de Israel e da corrupta cristandade. O objetivo é abrir caminho para a adoração da Besta e da sua imagem. Dn 9.27; Ap 17.16; Sl 55.20.
Uma imagem idólatra da Besta será colocada, pelo Anticristo, no templo em Jerusalém. Trata-se da "abominação da desolação". Ele proclamará um edito por todo o Império para que a imagem seja adorada. A idolatria será imposta aos judeus em Israel. Essa adoração idólatra será também imposta aos adoradores terrenos da cristandade apóstata, que ouviram e recusaram o evangelho da graça de Deus durante a era cristã. Dn 3.1-7; 9.27; 12.11; Mt 24.15; Ap 13.12-15; 2 Rs 16.10-18.
A Besta e o Anticristo tomarão então o total controle da terra de Israel. Irão mantê-la cativa, como pertencente ao seu Império, pelos últimos três anos e meio. Tudo na terra de Israel ficará sujeito a eles. Ap 11.2; Lc 21.24; Êx 3-12). [Extraído de Outline of Prophetic Events, de Bruce Anstey).
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A oração do Pai Nosso
A oração do Pai Nosso é uma oração tipicamente judaica e foi ensinada pelo Senhor aos Seus discípulos em um período de transição entre o período da Lei e a Igreja, que seria criada em Pentecostes. Veja as características do Antigo Testamento que aparecem na oração, claramente contrárias àquilo que vemos nas epístolas pós-cruz, quando o evangelho da graça passou a ser pregado.
Na oração do Pai Nosso, o que ora deve pedir perdão a Deus e o perdão é condicional. "Perdoa-nos as nossas dividas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores... Porque SE perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós. SE PORÉM não perdoardes..." Mt 6:12s.
Resumindo:
1. Você tem que pedir perdão a Deus.
2. Deus perdoa SE você antes perdoar seu próximo.
Agora veja o imenso contraste que acontece apos a morte e ressurreição de Cristo, após a Cruz.
"Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como TAMBÉM DEUS VOS PERDOOU em Cristo. Ef 4:32
"...perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; ASSIM COMO CRISTO VOS PERDOOU, assim fazei vós também." Cl 3:13
Aqui vem PRIMEIRO o perdão recebido e o perdão do crente passa a ser apenas uma conseqüência disso, não uma condição. Inverteu-se a ordem. Por que? Porque está falando de pessoas JÁ SALVAS por Cristo e com a bendita certeza disto. Já contam com o perdão completo de Deus e agora não precisam mais pedir perdão a Deus, mas apenas confessar seus pecados, como ensina 1 João. O perdão que receberam é garantido, pleno e abrangente.
Experimente fazer uma busca em sua Bíblia no computador e não encontrará nenhum convertido pedindo perdão apos os Evangelhos, ou qualquer menção de que um convertido deva fazê-lo. O pedido de perdão aparecerá sempre associado a incrédulos ou inconversos. O convertido deve, isto sim, confessar seus pecados. Não precisamos pedir aquilo que já recebemos completo, o perdão, quando cremos no sacrifício substitutivo de Cristo na cruz.
O mesmo se aplica às obras. Na Lei o judeu tinha que fazer algo PARA receber algo (o mesmo sentido do "SE perdoares" da oração do Pai Nosso). O convertido a Cristo irá fazer algo, não para receber algo em troca, mas porque já recebeu tudo. O "fazer" do convertido a Cristo nesta nova dispensação tem o sentido de uma conseqüência da salvação já recebida por graça. "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andemos nelas." Ef 2:8.
Percebe a ordem das coisas? Primeiro a salvação recebida por graça, independente de obras. Depois as "boas obras" preparadas por Deus para Seus filhos andarem nelas. Se entender isto entenderá que todas as ordenanças da Lei, do tipo causa-efeito, obra-recompensa, obediência-benção não se aplicam mais senão como principio moral. Na prática a relação causa-efeito agora passou a ser fé-salvação, graça-perdão, etc., partindo tudo de Deus e revertendo em gloria para Ele, não para o homem.
Na oração do Pai Nosso, o que ora deve pedir perdão a Deus e o perdão é condicional. "Perdoa-nos as nossas dividas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores... Porque SE perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós. SE PORÉM não perdoardes..." Mt 6:12s.
Resumindo:
1. Você tem que pedir perdão a Deus.
2. Deus perdoa SE você antes perdoar seu próximo.
Agora veja o imenso contraste que acontece apos a morte e ressurreição de Cristo, após a Cruz.
"Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como TAMBÉM DEUS VOS PERDOOU em Cristo. Ef 4:32
"...perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; ASSIM COMO CRISTO VOS PERDOOU, assim fazei vós também." Cl 3:13
Aqui vem PRIMEIRO o perdão recebido e o perdão do crente passa a ser apenas uma conseqüência disso, não uma condição. Inverteu-se a ordem. Por que? Porque está falando de pessoas JÁ SALVAS por Cristo e com a bendita certeza disto. Já contam com o perdão completo de Deus e agora não precisam mais pedir perdão a Deus, mas apenas confessar seus pecados, como ensina 1 João. O perdão que receberam é garantido, pleno e abrangente.
Experimente fazer uma busca em sua Bíblia no computador e não encontrará nenhum convertido pedindo perdão apos os Evangelhos, ou qualquer menção de que um convertido deva fazê-lo. O pedido de perdão aparecerá sempre associado a incrédulos ou inconversos. O convertido deve, isto sim, confessar seus pecados. Não precisamos pedir aquilo que já recebemos completo, o perdão, quando cremos no sacrifício substitutivo de Cristo na cruz.
O mesmo se aplica às obras. Na Lei o judeu tinha que fazer algo PARA receber algo (o mesmo sentido do "SE perdoares" da oração do Pai Nosso). O convertido a Cristo irá fazer algo, não para receber algo em troca, mas porque já recebeu tudo. O "fazer" do convertido a Cristo nesta nova dispensação tem o sentido de uma conseqüência da salvação já recebida por graça. "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andemos nelas." Ef 2:8.
Percebe a ordem das coisas? Primeiro a salvação recebida por graça, independente de obras. Depois as "boas obras" preparadas por Deus para Seus filhos andarem nelas. Se entender isto entenderá que todas as ordenanças da Lei, do tipo causa-efeito, obra-recompensa, obediência-benção não se aplicam mais senão como principio moral. Na prática a relação causa-efeito agora passou a ser fé-salvação, graça-perdão, etc., partindo tudo de Deus e revertendo em gloria para Ele, não para o homem.
Com que autoridade bíblica? Perguntas que não querem calar.
- Com que autoridade bíblica "denominamos" assembléias de cristãos, chamando-as de "igrejas"? (Sei que você entende que os únicos nomes dados no Novo Testamento eram de cidades ou localidades). As divisões são claramente combatidas no NT.
- Com que autoridade bíblica *escolhemos* estes nomes (ex. batista, presbiteriano, pentecostal, etc)? Os cristãos eram chamados simplesmente cristãos (pelos outros) ou *irmãos* pelo próprio Senhor.
- Com que autoridade bíblica colocamos nomes de homens nestes grupos (Luterana, Menonita, Wesleyana)? 1 Cor. condena dizer: Sou de Paulo, sou de Cefas, etc.
- Com que autoridade bíblica estabelecemos essas igrejas segundo diferenças nacionais? (ex. Igreja Grega Ortodoxa, Igreja Cristo Pentecostal do Brasil, etc.)
- Com que autoridade bíblica chamamos edifícios de "igreja" quando esta palavra (eclésia) significa simplesmente reunião ou ajuntamento de pessoas?
- Com que autoridade bíblica chamamos esses edifícios de "templos" quando sabemos que Deus só reconheceu o templo de Jerusalém, e hoje o templo somos nos, pessoas, individual e coletivamente?
- Com que autoridade bíblica temos cultos de adoração previamente ensaiados, ate mesmo com programas impressos, se encontramos em 1 Co 14 total liberdade do Espírito para escolher a quem Ele quer para o que Ele determinar?
- Que autoridade bíblica (lembre-se, estamos no NT.) temos para ter o louvor efetuado por um coral, e não por toda a congregação, e para a introdução de bandas, conjuntos, cantores profissionais fazendo da reunião mais um espetáculo para a platéia?
- Que autoridade bíblica temos para designar vestes especiais para os que cantam, para os que pregam, etc.?
- Que autoridade bíblica temos para as irmãs participarem das orações com a cabeça descoberta?
- Que autoridade bíblica temos para mulheres falarem nas reuniões da igreja?
- Que autoridade bíblica temos para reuniões dirigidas por um só homem?
- Que autoridade bíblica temos para homens ordenarem homens, e se temos, por quem foram os primeiros ordenados?
- Que autoridade bíblica temos para denominar pessoas como "Reverendo", "Pastor", "Presbítero" nos mesmos moldes do "Dr." que usamos hoje, ou seja, transformar dons ou ofícios em títulos honoríficos? (Você sabia que na Bíblia inglesa diz que "Reverendo é Deus"?)
- Que autoridade bíblica temos para designar um pastor para uma assembléia local quando o dom de pastor é um dom dado universalmente à Igreja?
- Que autoridade bíblica temos para, como Igreja, observar dias "santos" ou especiais, como páscoa, natal, etc.?
- Que autoridade bíblica temos, na doutrina dada 'a Igreja, para a pratica do dizimo?
- Que autoridade bíblica temos para solicitar contribuições de visitantes e pessoas não salvas?
- Que autoridade bíblica temos para instituir diplomas e certificados de pastores, ou mesmo dar títulos como "Doutor em Divindade" a irmãos que deveriam ser iguais aos outros?
- Que autoridade bíblica temos para considerar a Igreja como uma instituição que ensina. Costumamos ouvir "Nossa Igreja ensina isto ou aquilo"?
Espero que entenda que esta longa lista não é nenhuma crítica dirigida a algum cristão ou grupo de cristãos, mas um exercício para que você pondere se as coisas que aceitou sem questionar têm realmente autoridade bíblica. Talvez você ou as pessoas com as quais se reúne não se enquadrem em nenhuma destas características, mas acaso não é isto o que encontramos na Cristandade como um todo? E será que com tudo isto podemos nos gabar de estarmos fazendo as coisas com a autoridade da Palavra de Deus? Será que estamos reconhecendo o Senhorio de Cristo nestas coisas, buscando na Sua Palavra os detalhes para cada proceder?
- Com que autoridade bíblica *escolhemos* estes nomes (ex. batista, presbiteriano, pentecostal, etc)? Os cristãos eram chamados simplesmente cristãos (pelos outros) ou *irmãos* pelo próprio Senhor.
- Com que autoridade bíblica colocamos nomes de homens nestes grupos (Luterana, Menonita, Wesleyana)? 1 Cor. condena dizer: Sou de Paulo, sou de Cefas, etc.
- Com que autoridade bíblica estabelecemos essas igrejas segundo diferenças nacionais? (ex. Igreja Grega Ortodoxa, Igreja Cristo Pentecostal do Brasil, etc.)
- Com que autoridade bíblica chamamos edifícios de "igreja" quando esta palavra (eclésia) significa simplesmente reunião ou ajuntamento de pessoas?
- Com que autoridade bíblica chamamos esses edifícios de "templos" quando sabemos que Deus só reconheceu o templo de Jerusalém, e hoje o templo somos nos, pessoas, individual e coletivamente?
- Com que autoridade bíblica temos cultos de adoração previamente ensaiados, ate mesmo com programas impressos, se encontramos em 1 Co 14 total liberdade do Espírito para escolher a quem Ele quer para o que Ele determinar?
- Que autoridade bíblica (lembre-se, estamos no NT.) temos para ter o louvor efetuado por um coral, e não por toda a congregação, e para a introdução de bandas, conjuntos, cantores profissionais fazendo da reunião mais um espetáculo para a platéia?
- Que autoridade bíblica temos para designar vestes especiais para os que cantam, para os que pregam, etc.?
- Que autoridade bíblica temos para as irmãs participarem das orações com a cabeça descoberta?
- Que autoridade bíblica temos para mulheres falarem nas reuniões da igreja?
- Que autoridade bíblica temos para reuniões dirigidas por um só homem?
- Que autoridade bíblica temos para homens ordenarem homens, e se temos, por quem foram os primeiros ordenados?
- Que autoridade bíblica temos para denominar pessoas como "Reverendo", "Pastor", "Presbítero" nos mesmos moldes do "Dr." que usamos hoje, ou seja, transformar dons ou ofícios em títulos honoríficos? (Você sabia que na Bíblia inglesa diz que "Reverendo é Deus"?)
- Que autoridade bíblica temos para designar um pastor para uma assembléia local quando o dom de pastor é um dom dado universalmente à Igreja?
- Que autoridade bíblica temos para, como Igreja, observar dias "santos" ou especiais, como páscoa, natal, etc.?
- Que autoridade bíblica temos, na doutrina dada 'a Igreja, para a pratica do dizimo?
- Que autoridade bíblica temos para solicitar contribuições de visitantes e pessoas não salvas?
- Que autoridade bíblica temos para instituir diplomas e certificados de pastores, ou mesmo dar títulos como "Doutor em Divindade" a irmãos que deveriam ser iguais aos outros?
- Que autoridade bíblica temos para considerar a Igreja como uma instituição que ensina. Costumamos ouvir "Nossa Igreja ensina isto ou aquilo"?
Espero que entenda que esta longa lista não é nenhuma crítica dirigida a algum cristão ou grupo de cristãos, mas um exercício para que você pondere se as coisas que aceitou sem questionar têm realmente autoridade bíblica. Talvez você ou as pessoas com as quais se reúne não se enquadrem em nenhuma destas características, mas acaso não é isto o que encontramos na Cristandade como um todo? E será que com tudo isto podemos nos gabar de estarmos fazendo as coisas com a autoridade da Palavra de Deus? Será que estamos reconhecendo o Senhorio de Cristo nestas coisas, buscando na Sua Palavra os detalhes para cada proceder?
O que acha de filmes sobre temas bíblicos?
Tenho um pé atrás, pois a maioria dos filmes são feitos por incrédulos ou têm sua história alterada para deixá-lo mais emocionante, interessante, romântico, violento etc. Filmes épicos de temas bíblicos podem servir para visualizarmos como eram as pessoas, as roupas, os cenários da época, mas não passa muito disso.
Será que um incrédulo tem algum discernimento sobre Deus para escrever um roteiro de filme sobre as Escrituras? "Ora o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura, e não pode entendê-las porque elas se discernem espiritualmente" 1 Co 2:14
O incrédulo pode ler a Bíblia trezentas vezes. Se ele não se converter, não vai entender mais do que um papagaio entenderia do texto sagrado. É pelo Espírito, não pela mente que se entende a Palavra de Deus. Os filmes que tratam de temas Bíblicos geralmente são feitos por incrédulos (mesmo alguns filmes ditos evangélicos) e a maior parte deles está cheio de erros.
Quer exemplos? Em um filme sobre Sansão colocaram um ator todo musculoso. A Bíblia diz que ninguém sabia de onde vinha a forca de Sansão, que evidentemente não era nenhum Mister Universo. Sansão provavelmente era um homem como qualquer outro, não uma montanha de músculos.
Em um desenho animado sobre o filho pródigo, quando ele volta ao lar, ao invés do pai sair correndo ao seu encontro para abraçá-lo, adivinha quem sai correndo ao seu encontro no desenho? O cachorro!!!
Finalmente, embora sei que muitas pessoas tem seu coração tocado em filmes religiosos, é sempre bom entender que a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus. Não pelo ver, mas pelo ouvir.
Será que um incrédulo tem algum discernimento sobre Deus para escrever um roteiro de filme sobre as Escrituras? "Ora o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura, e não pode entendê-las porque elas se discernem espiritualmente" 1 Co 2:14
O incrédulo pode ler a Bíblia trezentas vezes. Se ele não se converter, não vai entender mais do que um papagaio entenderia do texto sagrado. É pelo Espírito, não pela mente que se entende a Palavra de Deus. Os filmes que tratam de temas Bíblicos geralmente são feitos por incrédulos (mesmo alguns filmes ditos evangélicos) e a maior parte deles está cheio de erros.
Quer exemplos? Em um filme sobre Sansão colocaram um ator todo musculoso. A Bíblia diz que ninguém sabia de onde vinha a forca de Sansão, que evidentemente não era nenhum Mister Universo. Sansão provavelmente era um homem como qualquer outro, não uma montanha de músculos.
Em um desenho animado sobre o filho pródigo, quando ele volta ao lar, ao invés do pai sair correndo ao seu encontro para abraçá-lo, adivinha quem sai correndo ao seu encontro no desenho? O cachorro!!!
Finalmente, embora sei que muitas pessoas tem seu coração tocado em filmes religiosos, é sempre bom entender que a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus. Não pelo ver, mas pelo ouvir.
O evangelho será pregado em todo o mundo antes do fim?
Não na forma como o vemos pregado hoje. A Palavra de Deus nos dá bons indícios do que está reservado imediatamente para o mundo, uma vez que este O rejeitou:
1 João 5:19 - "Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno". "Porque não são do mundo, como Eu não sou do mundo" Jo 17.14 "Não rogo pelo mundo" Jo 17.9 "Não perdoou o mundo antigo, mas guardou a Noé..." 2 Pd 2.5. "Os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo... mas nos, segundo a Sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça" 2 Pd 3
Deus amou e ama o pecador e quer salvá-lo, mas o homem, de um modo geral, O rejeitou. O que resta para Deus fazer? Ele enviou Seus servos (Lucas 20), que foram mortos. Enviou então Seu Filho e eles O mataram. A resposta dada a Deus foi: "Não queremos que este reine sobre nós".(Lucas 19.14). Mas, a todo aquele que recebe o Seu Filho, Deus o torna uma criatura celestial. Não são do mundo como o Senhor não era (vide vers. acima).
Alguns alegam que antes de Cristo voltar o evangelho será pregado em todo o mundo. O versículo que usam é: "E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, em testemunho a todas as nações. Então vira o fim" (Mateus 24:14).
Esta profecia ainda não se cumpriu. Acredito que todo o capitulo 24 é profético e está intimamente ligado com o remanescente judeu que estará aqui na terra na tribulação. Você pode ler em conjunto com o capitulo 21 de Lucas, exceto dos vers. 20 ao 24 deste último, que se refere a algo que já ocorreu, a queda de Jerusalém. Em Mateus você nota a relação que existe entre o que esta sendo dito e os judeus: Vers. 15 nos fala do Templo em Jerusalém, vers. 16 fala da Judéia, vers. 20 fala do sábado e a salvação do vers. 22 é salvação da carne, "nenhuma carne se salvaria", ou seja, são os que não morrerão para entrar com vida no reino milenial de Cristo.
Mas o ponto no versículo 14, que precede o fim, é que o fim não é o arrebatamento, mas o fim do atual estado de coisas antes de se dar entrada no Reino milenial de Cristo. O que persevera até o fim é o que se mantém firme no período que precede o Reino. São as ovelhas e os pequeninos que encontramos nos Evangelhos.
"E este evangelho DO REINO será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes (nações)" Isto precede o julgamento das "nações". Leia em 25:32 que as "nações" serão reunidas diante do Rei no inicio do Seu reinado.
Um ponto importante é o tipo do evangelho a que Mateus se refere. Não é o Evangelho da Graça de Deus, como encontramos em Romanos e nas epistolas. É o Evangelho do Reino, o mesmo que João Batista pregava. Qual a diferença?
João Batista: "Arrependei-vos porque é chegado o reino dos céus" (este é o anuncio do Rei)
Os apóstolos: "Crê no Senhor Jesus e serás salvo" (este é o evangelho que pregamos)
Se ler com cuidado todas as palavras de João Batista que encontrar nos evangelhos e compará-las com o que você prega hoje verá uma diferença. O remanescente judeu que se levantará na tribulação pregará o evangelho de João Batista. Eles anunciarão o Rei que está voltando. Não anunciamos o Rei, pois o Senhor não é Rei para a Igreja. Ele é Senhor. Não me lembro de nenhuma ocorrência dos apóstolos chamando o Senhor de Rei após Pentecostes.
Quando o Senhor vier nos buscar (pode ser hoje!) ficarão muitos aqui que não terão escutado o Evangelho. Se não fosse assim ninguém se salvaria durante a tribulação, e, no entanto muitos se salvarão. Digo isto porque, quando 1 Tess. 2 fala do filho da perdição, apos ser tirado da terra "o que o detém" que é o Espírito Santo habitando na Igreja (que é o sal e não deixa toda a carne apodrecer de uma vez), nos é dito que Deus enviará a operação do erro. Deus mesmo fará com que todos os que não receberam o amor da verdade creiam na mentira. Quem escutar a Verdade hoje e não crer, crerá na mentira apos o arrebatamento. Aqueles que nunca escutaram, ou que não tinham idade para entender, serão os que poderão se converter durante a tribulação.
Espero que os irmãos não tenham desfeito as malas quando leram que há 8.000 povos que ainda precisariam ouvir o evangelho antes do Senhor voltar. Aconselho que voltem a ficar com o cajado na mão e sandálias nos pés, prontos para a partida a qualquer momento. O mundo ímpio pergunta com sarcasmo: "Onde está a promessa da Sua vinda?" (2 Pd 3.4). Existe um espírito de mornidão na cristandade hoje que diz: "O meu senhor tarde virá" (Mt 24.48). Mas graças a Deus podemos confiar nas palavras do Senhor, que diz: "Certamente cedo venho" (Ap 22.19) Nosso coração se alegra ao responder: "Amém! Ora vem, Senhor Jesus!".
1 João 5:19 - "Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno". "Porque não são do mundo, como Eu não sou do mundo" Jo 17.14 "Não rogo pelo mundo" Jo 17.9 "Não perdoou o mundo antigo, mas guardou a Noé..." 2 Pd 2.5. "Os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo... mas nos, segundo a Sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça" 2 Pd 3
Deus amou e ama o pecador e quer salvá-lo, mas o homem, de um modo geral, O rejeitou. O que resta para Deus fazer? Ele enviou Seus servos (Lucas 20), que foram mortos. Enviou então Seu Filho e eles O mataram. A resposta dada a Deus foi: "Não queremos que este reine sobre nós".(Lucas 19.14). Mas, a todo aquele que recebe o Seu Filho, Deus o torna uma criatura celestial. Não são do mundo como o Senhor não era (vide vers. acima).
Alguns alegam que antes de Cristo voltar o evangelho será pregado em todo o mundo. O versículo que usam é: "E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, em testemunho a todas as nações. Então vira o fim" (Mateus 24:14).
Esta profecia ainda não se cumpriu. Acredito que todo o capitulo 24 é profético e está intimamente ligado com o remanescente judeu que estará aqui na terra na tribulação. Você pode ler em conjunto com o capitulo 21 de Lucas, exceto dos vers. 20 ao 24 deste último, que se refere a algo que já ocorreu, a queda de Jerusalém. Em Mateus você nota a relação que existe entre o que esta sendo dito e os judeus: Vers. 15 nos fala do Templo em Jerusalém, vers. 16 fala da Judéia, vers. 20 fala do sábado e a salvação do vers. 22 é salvação da carne, "nenhuma carne se salvaria", ou seja, são os que não morrerão para entrar com vida no reino milenial de Cristo.
Mas o ponto no versículo 14, que precede o fim, é que o fim não é o arrebatamento, mas o fim do atual estado de coisas antes de se dar entrada no Reino milenial de Cristo. O que persevera até o fim é o que se mantém firme no período que precede o Reino. São as ovelhas e os pequeninos que encontramos nos Evangelhos.
"E este evangelho DO REINO será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes (nações)" Isto precede o julgamento das "nações". Leia em 25:32 que as "nações" serão reunidas diante do Rei no inicio do Seu reinado.
Um ponto importante é o tipo do evangelho a que Mateus se refere. Não é o Evangelho da Graça de Deus, como encontramos em Romanos e nas epistolas. É o Evangelho do Reino, o mesmo que João Batista pregava. Qual a diferença?
João Batista: "Arrependei-vos porque é chegado o reino dos céus" (este é o anuncio do Rei)
Os apóstolos: "Crê no Senhor Jesus e serás salvo" (este é o evangelho que pregamos)
Se ler com cuidado todas as palavras de João Batista que encontrar nos evangelhos e compará-las com o que você prega hoje verá uma diferença. O remanescente judeu que se levantará na tribulação pregará o evangelho de João Batista. Eles anunciarão o Rei que está voltando. Não anunciamos o Rei, pois o Senhor não é Rei para a Igreja. Ele é Senhor. Não me lembro de nenhuma ocorrência dos apóstolos chamando o Senhor de Rei após Pentecostes.
Quando o Senhor vier nos buscar (pode ser hoje!) ficarão muitos aqui que não terão escutado o Evangelho. Se não fosse assim ninguém se salvaria durante a tribulação, e, no entanto muitos se salvarão. Digo isto porque, quando 1 Tess. 2 fala do filho da perdição, apos ser tirado da terra "o que o detém" que é o Espírito Santo habitando na Igreja (que é o sal e não deixa toda a carne apodrecer de uma vez), nos é dito que Deus enviará a operação do erro. Deus mesmo fará com que todos os que não receberam o amor da verdade creiam na mentira. Quem escutar a Verdade hoje e não crer, crerá na mentira apos o arrebatamento. Aqueles que nunca escutaram, ou que não tinham idade para entender, serão os que poderão se converter durante a tribulação.
Espero que os irmãos não tenham desfeito as malas quando leram que há 8.000 povos que ainda precisariam ouvir o evangelho antes do Senhor voltar. Aconselho que voltem a ficar com o cajado na mão e sandálias nos pés, prontos para a partida a qualquer momento. O mundo ímpio pergunta com sarcasmo: "Onde está a promessa da Sua vinda?" (2 Pd 3.4). Existe um espírito de mornidão na cristandade hoje que diz: "O meu senhor tarde virá" (Mt 24.48). Mas graças a Deus podemos confiar nas palavras do Senhor, que diz: "Certamente cedo venho" (Ap 22.19) Nosso coração se alegra ao responder: "Amém! Ora vem, Senhor Jesus!".
O que é conversão?
Primeiro, é muito importante você entender que conversão é converter-se a Alguém. Tipo meia-volta, volver! Primeiro vem o sentimento do pecado e ruína:
Jeremias 31:
19 Na verdade que, depois que me converti, tive arrependimento; e depois que fui instruído, bati na minha coxa; fiquei confuso, e também me envergonhei; porque suportei o opróbrio da minha mocidade.
Depois é preciso entender que seu pecado e ruína foram pagos por um substituto na Cruz, que Ele é o Cordeiro de Deus, a consumação dos cordeiros inocentes que os judeus imolavam cada vez que pecavam. Converte-se a Cristo ou não se converte a coisa alguma. É preciso se ver perdido para pedir socorro a Quem pode salvar. Como fez o carcereiro, ao perguntar a Paulo:
Atos 16:
30 E, tirando-os para fora, disse: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar?
31 E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.
O negócio é 8 ou 80. O que era cego, agora vê. O que estava morto, agora vive. É importante entender que Deus nos considera mortos espiritualmente antes de crermos. Qualquer tentativa de melhoria dessa natureza morta é o mesmo que maquiar cadáveres. Veja isto que foi escrito a pessoas convertidas:
Efésios 2:
1 E VOS vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados,
2 Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência.
3 Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também.
4 Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou,
5 Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos),
Veja que uma das características do estado de morto era fazer a própria vontade, agir conforme seus próprios pensamentos. Esta preocupação grande com o "fazer" ao invés do "crer" é natural ao ser humano. Disso provém as religiões, sempre com longas listas de obrigações a serem cumpridas para talvez merecer um lugar no céu. Deus não pediu para fazer nada. Quer fazer a obra de Deus? Então leia isto:
João 6:
28 Disseram-lhe, pois: Que faremos para executarmos as obras de Deus?
29 Jesus respondeu, e disse-lhes: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou.
Na conversão você ganha uma nova concepção de valores. Coisas que eram importantes já não são mais. Muita gente pensa na conversão como um processo no qual você é obrigado a abrir mão de uma porção de coisas. É claro que você acaba abrindo mão de uma porção de coisas, mas é por descobrir que nem tudo o que reluz é ouro. Quando você conhece a preciosidade de Cristo, fica mais fácil discernir o que é pirita e o que é ouro.
Cantares de Salomão 5:
9 Que é o teu amado mais do que outro amado, ó tu, a mais formosa entre as mulheres? Que é o teu amado mais do que outro amado, que tanto nos conjuras?
10 O meu amado é branco e rosado; ele é o primeiro entre dez mil.
11 A sua cabeça é como o ouro mais apurado, os seus cabelos são crespos, pretos como o corvo.
12 Os seus olhos são como os das pombas junto às correntes das águas, lavados em leite, postos em engaste.
13 As suas faces são como um canteiro de bálsamo, como flores perfumadas; os seus lábios são como lírios gotejando mirra com doce aroma.
14 As suas mãos são como anéis de ouro engastados de berilo; o seu ventre como alvo marfim, coberto de safiras.
15 As suas pernas como colunas de mármore colocadas sobre bases de ouro puro; o seu aspecto como o Líbano, excelente como os cedros.
16 A sua boca é muitíssimo suave, sim, ele é totalmente desejável. Tal é o meu amado, e tal o meu amigo, ó filhas de Jerusalém.
A conversão não tira o osso que o cachorro está roendo. A conversão dá a ele um filé.
Outro ponto importante é entender que há um Caminho, não dois ou três. Veja isto:
1 Timóteo 1:
15 Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.
Atos 4:12 E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.
Finalmente, há aqueles que quase aceitam a Verdade, que dizem que falta pouco para se converterem. Cuidado com o quase...
Atos 26:
28 E disse Agripa a Paulo: Por pouco me queres persuadir a que me faça cristão!
29 E disse Paulo: Prouvera a Deus que, ou por pouco ou por muito, não somente tu, mas também todos quantos hoje me estão ouvindo, se tornassem tais qual eu sou, exceto estas cadeias.
Jeremias 31:
19 Na verdade que, depois que me converti, tive arrependimento; e depois que fui instruído, bati na minha coxa; fiquei confuso, e também me envergonhei; porque suportei o opróbrio da minha mocidade.
Depois é preciso entender que seu pecado e ruína foram pagos por um substituto na Cruz, que Ele é o Cordeiro de Deus, a consumação dos cordeiros inocentes que os judeus imolavam cada vez que pecavam. Converte-se a Cristo ou não se converte a coisa alguma. É preciso se ver perdido para pedir socorro a Quem pode salvar. Como fez o carcereiro, ao perguntar a Paulo:
Atos 16:
30 E, tirando-os para fora, disse: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar?
31 E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.
O negócio é 8 ou 80. O que era cego, agora vê. O que estava morto, agora vive. É importante entender que Deus nos considera mortos espiritualmente antes de crermos. Qualquer tentativa de melhoria dessa natureza morta é o mesmo que maquiar cadáveres. Veja isto que foi escrito a pessoas convertidas:
Efésios 2:
1 E VOS vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados,
2 Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência.
3 Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também.
4 Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou,
5 Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos),
Veja que uma das características do estado de morto era fazer a própria vontade, agir conforme seus próprios pensamentos. Esta preocupação grande com o "fazer" ao invés do "crer" é natural ao ser humano. Disso provém as religiões, sempre com longas listas de obrigações a serem cumpridas para talvez merecer um lugar no céu. Deus não pediu para fazer nada. Quer fazer a obra de Deus? Então leia isto:
João 6:
28 Disseram-lhe, pois: Que faremos para executarmos as obras de Deus?
29 Jesus respondeu, e disse-lhes: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou.
Na conversão você ganha uma nova concepção de valores. Coisas que eram importantes já não são mais. Muita gente pensa na conversão como um processo no qual você é obrigado a abrir mão de uma porção de coisas. É claro que você acaba abrindo mão de uma porção de coisas, mas é por descobrir que nem tudo o que reluz é ouro. Quando você conhece a preciosidade de Cristo, fica mais fácil discernir o que é pirita e o que é ouro.
Cantares de Salomão 5:
9 Que é o teu amado mais do que outro amado, ó tu, a mais formosa entre as mulheres? Que é o teu amado mais do que outro amado, que tanto nos conjuras?
10 O meu amado é branco e rosado; ele é o primeiro entre dez mil.
11 A sua cabeça é como o ouro mais apurado, os seus cabelos são crespos, pretos como o corvo.
12 Os seus olhos são como os das pombas junto às correntes das águas, lavados em leite, postos em engaste.
13 As suas faces são como um canteiro de bálsamo, como flores perfumadas; os seus lábios são como lírios gotejando mirra com doce aroma.
14 As suas mãos são como anéis de ouro engastados de berilo; o seu ventre como alvo marfim, coberto de safiras.
15 As suas pernas como colunas de mármore colocadas sobre bases de ouro puro; o seu aspecto como o Líbano, excelente como os cedros.
16 A sua boca é muitíssimo suave, sim, ele é totalmente desejável. Tal é o meu amado, e tal o meu amigo, ó filhas de Jerusalém.
A conversão não tira o osso que o cachorro está roendo. A conversão dá a ele um filé.
Outro ponto importante é entender que há um Caminho, não dois ou três. Veja isto:
1 Timóteo 1:
15 Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.
Atos 4:12 E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.
Finalmente, há aqueles que quase aceitam a Verdade, que dizem que falta pouco para se converterem. Cuidado com o quase...
Atos 26:
28 E disse Agripa a Paulo: Por pouco me queres persuadir a que me faça cristão!
29 E disse Paulo: Prouvera a Deus que, ou por pouco ou por muito, não somente tu, mas também todos quantos hoje me estão ouvindo, se tornassem tais qual eu sou, exceto estas cadeias.
O que você acha da idéia de monges e monastérios?
A idéia de monge é estranha à Bíblia. É egoísta e centrada no eu, algo do tipo, o resto que se dane que vou tratar de minha elevação espiritual, ainda que no processo eu ajude os outros. Só que esse ajudar é, na verdade, egoísta também, pois existe uma segunda intenção. Tem muito de espiritualismo nisso e de espiritismo, onde aliviar o sofrimento alheio tem um propósito real de aliviar meu próprio sofrimento.
O cristão nascido de novo não pertence ao mundo (o sistema de coisas), mas está no mundo e acaba fazendo diferença. Não tenta salvar o mundo, que não tem solução, mas as pessoas do mundo, assim como ninguém se preocupa em salvar o navio do naufrágio, mas as pessoas do navio. Porque chega um momento em que o próprio navio se torna no ambiente de danação das pessoas que estão nele, e o jeito é convidá-las a sair o mais rápido possível.
Outra idéia relacionada a esse isolamento monástico é a de que o cristão deva ser necessariamente pobre e ignorante. Na Bíblia não diz que o dinheiro seja a raiz de todos os males, mas que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Também não diz que é preciso ser ignorante para ser cristão, mas que a sabedoria deste mundo não ajuda em nada neste sentido. Porém, para viver isso não é preciso se esconder numa caverna ou se retirar para um monastério (há um livro, muito bom, por sinal, dentro do que ensina sobre liderança, O Monge e o Executivo, que está fazendo sucesso e, uma das razões, é a idéia romântica que as pessoas têm da vida monástica).
O apóstolo Paulo dá uma lição sobre isso, já que ele era um homem culto, que tivera riquezas, mas que mostrava não dar valor a isso e nem precisava se isolar para viver uma vida cristã. Ele vinha de uma linhagem nobre entre os judeus, teve um dos maiores mestres da antiguidade como tutor, vinha de família nobre e tudo mais, mas considerou tudo como esterco em comparação com o conhecimento de Cristo, cujos discípulos ele conhecia.
Desse apogeu de cultura e nobreza, ele foi ao ponto de experimentar extrema pobreza e perseguição, embora tivesse uma profissão boa para a época e trabalhasse nela (era fabricante de tendas). Em uma de suas cartas, aquele que experimentou tanto a riqueza como pobreza, escreveu:
Filipenses 4:
11 Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho.
12 Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade.
É este o segredo, contentar-se com o que você tem, seja fartura ou necessidade. Buscar a pobreza como símbolo de espiritualidade torna essa pobreza algo mais caro do que a riqueza, o que acaba sendo a mesma coisa. Ao invés do apego à pobreza, acaba existindo um apego à pobreza. Conheci um rapaz que tinha idéias parecidas e quando eu perguntei se Deus quisesse que ele fosse rico, o que ele faria. Ele respondeu que nem se Deus quisesse ele seria. O deus dele era ele mesmo, quem decidia o que ele devia ser. Isso me faz lembrar uma lenda:
Morava na longínqua Índia um abastado marajá, vestido de ouro e adornado de diamantes. Seu castelo era sua vida. E ali vivia regaladamente.
Todos os dias o marajá sofria a visita de um guru, homem pobre e piedoso, cujo único bem nesta vida era sua tanga, que usava apenas em ocasiões especiais. O resto do tempo ele andava nu, para mostrar como estava despojado das influências e desejos deste mundo material e egoísta. Odiava — odiava? — ser o alvo das atenções.
O guru vivia dando lições de moral no marajá, mostrando como ele estava errado por ser rico, gastar tanto, ser apegado, querer aparecer com todas aquelas jóias, e todo aquele papo de guru despojado. Até que um dia, em meio ao sermão, um incêndio irrompeu no castelo. Foi tudo tão rápido que todos saíram correndo, inclusive o guru e o marajá, sem poder levar nada.
Do lado de fora, o marajá assistia calmamente toda sua fortuna sendo reduzida a cinzas, enquanto o guru dava ordens desesperadamente aos servos do castelo para buscarem água e acabarem com o incêndio. Estava eufórico, neurótico, desfigurado, estressado, irreconhecível.
— Ó, nobre guru — dirigiu-lhe a palavra, o agora pobre marajá. — Estou a perder (o marajá aprendeu português em Portugal) todos os meus bens e riquezas, e acato isso como meu destino, sem me preocupar. A partir de hoje serei um mendigo sem riquezas ou prazeres. Podes responder a razão de tamanha ansiedade e desespero em apagar o fogo, já que nenhuma de minhas vis riquezas poderia ser salva?
— MINHA TANGA!!! ESQUECI MINHA TANGA NO PALÁCIO!
O cristão nascido de novo não pertence ao mundo (o sistema de coisas), mas está no mundo e acaba fazendo diferença. Não tenta salvar o mundo, que não tem solução, mas as pessoas do mundo, assim como ninguém se preocupa em salvar o navio do naufrágio, mas as pessoas do navio. Porque chega um momento em que o próprio navio se torna no ambiente de danação das pessoas que estão nele, e o jeito é convidá-las a sair o mais rápido possível.
Outra idéia relacionada a esse isolamento monástico é a de que o cristão deva ser necessariamente pobre e ignorante. Na Bíblia não diz que o dinheiro seja a raiz de todos os males, mas que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Também não diz que é preciso ser ignorante para ser cristão, mas que a sabedoria deste mundo não ajuda em nada neste sentido. Porém, para viver isso não é preciso se esconder numa caverna ou se retirar para um monastério (há um livro, muito bom, por sinal, dentro do que ensina sobre liderança, O Monge e o Executivo, que está fazendo sucesso e, uma das razões, é a idéia romântica que as pessoas têm da vida monástica).
O apóstolo Paulo dá uma lição sobre isso, já que ele era um homem culto, que tivera riquezas, mas que mostrava não dar valor a isso e nem precisava se isolar para viver uma vida cristã. Ele vinha de uma linhagem nobre entre os judeus, teve um dos maiores mestres da antiguidade como tutor, vinha de família nobre e tudo mais, mas considerou tudo como esterco em comparação com o conhecimento de Cristo, cujos discípulos ele conhecia.
Desse apogeu de cultura e nobreza, ele foi ao ponto de experimentar extrema pobreza e perseguição, embora tivesse uma profissão boa para a época e trabalhasse nela (era fabricante de tendas). Em uma de suas cartas, aquele que experimentou tanto a riqueza como pobreza, escreveu:
Filipenses 4:
11 Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho.
12 Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade.
É este o segredo, contentar-se com o que você tem, seja fartura ou necessidade. Buscar a pobreza como símbolo de espiritualidade torna essa pobreza algo mais caro do que a riqueza, o que acaba sendo a mesma coisa. Ao invés do apego à pobreza, acaba existindo um apego à pobreza. Conheci um rapaz que tinha idéias parecidas e quando eu perguntei se Deus quisesse que ele fosse rico, o que ele faria. Ele respondeu que nem se Deus quisesse ele seria. O deus dele era ele mesmo, quem decidia o que ele devia ser. Isso me faz lembrar uma lenda:
Morava na longínqua Índia um abastado marajá, vestido de ouro e adornado de diamantes. Seu castelo era sua vida. E ali vivia regaladamente.
Todos os dias o marajá sofria a visita de um guru, homem pobre e piedoso, cujo único bem nesta vida era sua tanga, que usava apenas em ocasiões especiais. O resto do tempo ele andava nu, para mostrar como estava despojado das influências e desejos deste mundo material e egoísta. Odiava — odiava? — ser o alvo das atenções.
O guru vivia dando lições de moral no marajá, mostrando como ele estava errado por ser rico, gastar tanto, ser apegado, querer aparecer com todas aquelas jóias, e todo aquele papo de guru despojado. Até que um dia, em meio ao sermão, um incêndio irrompeu no castelo. Foi tudo tão rápido que todos saíram correndo, inclusive o guru e o marajá, sem poder levar nada.
Do lado de fora, o marajá assistia calmamente toda sua fortuna sendo reduzida a cinzas, enquanto o guru dava ordens desesperadamente aos servos do castelo para buscarem água e acabarem com o incêndio. Estava eufórico, neurótico, desfigurado, estressado, irreconhecível.
— Ó, nobre guru — dirigiu-lhe a palavra, o agora pobre marajá. — Estou a perder (o marajá aprendeu português em Portugal) todos os meus bens e riquezas, e acato isso como meu destino, sem me preocupar. A partir de hoje serei um mendigo sem riquezas ou prazeres. Podes responder a razão de tamanha ansiedade e desespero em apagar o fogo, já que nenhuma de minhas vis riquezas poderia ser salva?
— MINHA TANGA!!! ESQUECI MINHA TANGA NO PALÁCIO!
Você acredita que é possível melhorar este mundo?
Quando falamos de conversão, falamos de algo que vai muito além das circunstâncias, do aqui e agora. Neste sentido é muito interessante olhar o panorama bíblico do alto. Nele você descobre que Deus já testou a humanidade de diversas maneiras até desistir de esperar alguma coisa do homem.
Essas diferentes maneiras de Deus tratar com o homem costumam ser chamadas de dispensações. No Éden o homem foi provado em inocência e caiu (pecado), sendo expulso do Paraíso (juízo). Tendo adquirido a consciência, se degradou em extremo (pecado), e apenas uma família creu que Deus poderia destruir a Terra com um dilúvio (juízo) e entrou numa arca.
Noé era para dar início a uma nova civilização a partir de sua família, os únicos que creram em Deus então. Mas Noé se embriagou, ficou nu e mais uma vez foi provado que o homem era falho. Mesmo assim, a Noé foi dado o governo, ou seja, a autoridade a um homem para governar sobre outros homens. Foi aí também que foi colocado medo nos animais para fugirem dos humanos, que passaram a comê-los (antes todos aparentemente eram vegetarianos) Gn 9:2. A pena de morte foi instituída nessa época por Deus. Gn 9:6.
Tendo falhado na inocência, na consciência, na autoridade (ou governo), Deus provou o homem com uma promessa (a história de Abraão, que não confia e tem um filho da serva) e depois com uma lei (os dez mandamentos, que já estavam sendo transgredidos mesmo antes de Moisés descer da montanha com as tábuas de pedra).
Tendo desistido do homem, Deus mesmo Se fez homem na Pessoa de Cristo e veio até aqui para revelar o único Homem realmente perfeito em todos os aspectos. Ao invés de tentar melhorar o ser humano, Deus iria fazer tudo de novo, novas criaturas ou uma nova criação em Cristo.
Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. 2 Coríntios 5:17
A conclusão é que Deus não quer consertar, mas fazer algo novo. Só que é algo de cima para baixo, não de baixo para cima. É uma ação de Deus, não uma ação do homem. A propósito, quando Cristo morreu na cruz, o véu que havia no templo de Jerusalém e impedia a entrada das pessoas ao santo dos santos (o lugar da presença de Deus) foi rasgado de cima para baixo. Deus iria permitir a entrada do homem na Sua presença, começando pelo Homem Jesus.
Portanto, não há uma solução possível para o mundo atual, ao menos uma solução de melhorar alguma coisa. Mas há uma solução para o ser humano, e não por algo que ele possa fazer por si mesmo, mas por algo que Deus já fez. O boi deve ir na frente do carro para a coisa funcionar. Veja a ordem das coisas nesta passagem de Efésios 2:
8 Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.
9 Não vem das obras, para que ninguém se glorie;
10 Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.
Primeiro, a salvação, que é pela fé e não depende de qualquer obra, justamente para ninguém se gloriar de que mereceu. É aí que entra o significado da palavra "graça" ou favor imerecido. Algo que Deus faz sem merecimento da parte do homem.
Depois de salvo, depois de transformado numa nova criatura em Cristo Jesus, há obras que Deus preparou para serem feitas. Mas são obras dEle, e os cristãos não passam de instrumentos. Quando você vê um quadro bem pintado dá o mérito ao pincel ou ao pintor? Assim é com as boas obras que os cristãos fazem (ou deveriam fazer).
Essas diferentes maneiras de Deus tratar com o homem costumam ser chamadas de dispensações. No Éden o homem foi provado em inocência e caiu (pecado), sendo expulso do Paraíso (juízo). Tendo adquirido a consciência, se degradou em extremo (pecado), e apenas uma família creu que Deus poderia destruir a Terra com um dilúvio (juízo) e entrou numa arca.
Noé era para dar início a uma nova civilização a partir de sua família, os únicos que creram em Deus então. Mas Noé se embriagou, ficou nu e mais uma vez foi provado que o homem era falho. Mesmo assim, a Noé foi dado o governo, ou seja, a autoridade a um homem para governar sobre outros homens. Foi aí também que foi colocado medo nos animais para fugirem dos humanos, que passaram a comê-los (antes todos aparentemente eram vegetarianos) Gn 9:2. A pena de morte foi instituída nessa época por Deus. Gn 9:6.
Tendo falhado na inocência, na consciência, na autoridade (ou governo), Deus provou o homem com uma promessa (a história de Abraão, que não confia e tem um filho da serva) e depois com uma lei (os dez mandamentos, que já estavam sendo transgredidos mesmo antes de Moisés descer da montanha com as tábuas de pedra).
Tendo desistido do homem, Deus mesmo Se fez homem na Pessoa de Cristo e veio até aqui para revelar o único Homem realmente perfeito em todos os aspectos. Ao invés de tentar melhorar o ser humano, Deus iria fazer tudo de novo, novas criaturas ou uma nova criação em Cristo.
Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. 2 Coríntios 5:17
A conclusão é que Deus não quer consertar, mas fazer algo novo. Só que é algo de cima para baixo, não de baixo para cima. É uma ação de Deus, não uma ação do homem. A propósito, quando Cristo morreu na cruz, o véu que havia no templo de Jerusalém e impedia a entrada das pessoas ao santo dos santos (o lugar da presença de Deus) foi rasgado de cima para baixo. Deus iria permitir a entrada do homem na Sua presença, começando pelo Homem Jesus.
Portanto, não há uma solução possível para o mundo atual, ao menos uma solução de melhorar alguma coisa. Mas há uma solução para o ser humano, e não por algo que ele possa fazer por si mesmo, mas por algo que Deus já fez. O boi deve ir na frente do carro para a coisa funcionar. Veja a ordem das coisas nesta passagem de Efésios 2:
8 Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.
9 Não vem das obras, para que ninguém se glorie;
10 Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.
Primeiro, a salvação, que é pela fé e não depende de qualquer obra, justamente para ninguém se gloriar de que mereceu. É aí que entra o significado da palavra "graça" ou favor imerecido. Algo que Deus faz sem merecimento da parte do homem.
Depois de salvo, depois de transformado numa nova criatura em Cristo Jesus, há obras que Deus preparou para serem feitas. Mas são obras dEle, e os cristãos não passam de instrumentos. Quando você vê um quadro bem pintado dá o mérito ao pincel ou ao pintor? Assim é com as boas obras que os cristãos fazem (ou deveriam fazer).
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