O cristão não deve impor sua cultura e costumes neste mundo por uma razão muito simples: somos estrangeiros. Um brasileiro que se mudar para o Japão não vai querer influenciar o governo Japonês para adotar o cristianismo como religião oficial ou querer estabelecer o domingo como um dia de descanso e adoração, ou fazer os japoneses pararem de tocar sua música para fazer batucada. O brasileiro não vai fazer isso porque lá ele é estrangeiro. Não faz sentido interferir.
Acredito que se fôssemos João Batista ou se vivêssemos em sua época, deveríamos tentar mudar as coisas neste mundo e cultura, pois foi o que ele fazia com sua pregação. Ele interferia até na vida privada do rei. Ele tinha um ministério que não é o nosso, quer dizer, ele anunciava o Reino a ser estabelecido neste mundo. Quando o Rei foi rejeitado e condenado à morte, o Reino ficou postergado para a volta do Rei em glória. Não faz sentido, portanto, arrumar um mundo maduro para o juízo. Seria como reformar e pintar aqueles navios que a marinha usa de alvo em exercícios militares.
Por outro lado, vemos o Senhor e seus discípulos agindo de modo bem diferente, andando como estrangeiros que somos. Se tiveram qualquer influência, foi por suas vidas, pela fragrância e não pelo discurso; pela luz e não pelo fogo; e pelo sal e não pelo vinagre.
Achar que a cultura cristã pode arrumar as coisas em um mundo de incrédulos é tentar estabelecer o Reino, como aqueles que professam a Teologia do Domínio tentam fazê-lo (há um livro sobre isso, "The Road to Holocaust"). Não há evidência na Palavra de Deus de que o cristão deva cristianizar o mundo. Ele deve pregar o evangelho para "tirar" pessoas do mundo e transformá-las em estrangeiras rumando para o céu. O Império Britânico tentou cristianizar o mundo e vimos os resultados. Não é muito diferente da doutrina Bush de hoje. Seus métodos são os mesmos da idéia islâmica de conquista pela espada.
Do ponto de vista humano, o mundo pode viver muito bem sem os cristãos ou sem princípios cristãos, pois foi o que fez por séculos. Toda tribo ou povo tem seu próprio código de bem e mal, do tipo faça isto e não faça aquilo. Até nossa legislação é baseada no direito romano e não no cristianismo. E os romanos copiaram muita coisa dos gregos, que copiaram dos egípcios, que copiaram dos babilônicos e assim por diante. Muito das leis que temos pode ser encontrada no código de Hamurabi que viveu 1.800 anos antes de Cristo.
Portanto não temos que nos preocupar com o bem-estar deste mundo pois até os povos pagãos tem suas maneiras de proteger a propriedade, respeitar uns aos outros e muitas outras coisas que são comuns a muitas culturas não cristãs ou cristãs.
O problema é que quando falamos em interferir como cristãos neste mundo, lemos Gálatas 5:22 como se estivesse impresso em negativo:
"O fruto do Espírito é... NÃO-adultério, NÃO-prostituição, NÃO-impureza, NÃO-lascívia, NÃO-Idolatria, NÃO-feitiçaria, NÃO-inimizades, NÃO-porfias, NÃO-emulações, NÃO-iras, NÃO-pelejas, NÃO-dissensões, NÃO-heresias, NÃO-Invejas, NÃO-homicídios, NÃO-bebedices, NÃO-glutonarias"
É claro que você não irá encontrar um incrédulo que esteja louco para entrar nessa vida de "NÃO". Todavia, se lermos da maneira certa, e mostrar dessa forma ao mundo, aí ser cristão pode fazer sentido até para um incrédulo, pois irá parece algo que ele busca como se fosse um vislumbre do "Horizonte Perdido" de James Hilton.
"Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança."
Coisas assim são até ensinadas pelos Recursos Humanos das empresas de hoje, pois todo mundo quer viver e trabalhar com pessoas assim. Mesmo que elas não queiram mostrar bondade, mansidão ou temperança, vão querer viver com quem seja assim.
Quanto ao cristão ler ou usar coisas da cultura deste mundo, seria bom dar uma olhada neste versículo de Atos 17:23-28 que mostra como Paulo conhecia a cultura e a usava. Ele usa a cultura grega como ponto de partida de seu discurso e podia até se lembrar das palavras dos poetas gregos:
"Porque, passando eu e vendo os vossos santuários, achei também um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO.... Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também sua geração. "
Baixe todos as respostas de "O que respondi" até Dezembro/2011 em PDF (7Mb)
Devemos rezar a Ave Maria?
A oração que mencionou começa com "Ave Maria, cheia de graça...". Creio que é importante se conhecer a definição da palavra "graça". Do modo como você escreve, parece ser uma virtude de alguém, mas não é assim que a Bíblia ensina. Qualquer dicionário mostrará que graça é um favor recebido, e não algo que alguém possua em si mesmo.
Na Bíblia sempre encontramos graça no sentido de favor imerecido, ou seja, algo que alguém recebe sem merecer. Deus concedeu a Maria a imensa graça de ter o Salvador gerado em seu ventre. A quem louvamos por isso? A Maria? Não, muito embora ela contasse com muitas virtudes, mas a Deus que a escolheu e fez dela um vaso propício aos Seus desígnios eternos.
Não posso concordar com você quando diz que a maior evangelizadora é Maria e que um pedido que fizermos a ela não poderá ser negado. Já fui católico e entendo que você esteja se referindo ao presente, certo? Talvez alguém pudesse pedir algo a Maria enquanto vivia aqui na terra, e ela fosse ao Senhor transmitir o pedido, como fizeram no casamento de Caná e Ele atenderia.
Mas hoje seria biblicamente errado nos dirigirmos a Maria tanto quanto é errado nos dirigirmos a qualquer outra pessoa que tenha morrido para pedir algo. Isso soa a espiritismo. "Entre ti não se achará... quem consulte os mortos" (Dt 18.10,11). Sei do apreço que você tem para com Maria, mas não poderá dirigir a ela orações sem estar com isto transgredindo a Palavra de Deus.
Maria morreu e aguarda a ressurreição, estando seu espírito com Deus e seu corpo como os que "dormem" de que nos fala Paulo em suas epístolas. Portanto, qualquer invocação de Maria ou "Nossa Senhora" de quem quer que seja, no sentido de se fazer uma oração ou pedido, é contrária à Palavra de Deus.
Aliás, você não encontrará em lugar nenhum do Novo Testamento uma oração sequer endereçada a Maria, ou aos apóstolos, a anjos ou mesmo ao Espírito Santo. Nenhuma. Somente a Deus Pai e ao Senhor Jesus, o Filho de Deus (e ao mesmo tempo Deus Homem ressuscitado). Confira e verá.
Nosso único guia seguro é a Bíblia. Você também não encontrará nenhuma adoração dispensada a Maria, apóstolos, anjos ou mesmo ao Espírito Santo (embora este último seja Deus, porém aqui agora no papel de Servo para levar as pessoas a Cristo). As vezes das quais me recordo são quando Cornélio tenta adorar a Pedro, em Atos, e recebe uma reprimenda do apóstolo que diz: Eu também sou homem. Outra está no último capítulo de Apocalipse quando João tenta adorar o anjo e é barrado: Sou conservo seu, diz ele.
Você diz que crê que deve fazer orações a Maria por ser uma conclusão lógica, não por estar na Bíblia. Não podemos usar a lógica nas coisas de Deus. A lógica nos leva a tirarmos nossas próprias conclusões e adicionarmos coisas ao que Deus falou. Eva fez isto e fez um grande estrago. Confira o que Deus disse (Gn 2.16,17) com o que ela diz à serpente em Gn 3.3. Ela acrescentou "nem nele tocareis", que Deus não havia falado. Quando saímos do fundamento estabelecido por Deus, acabamos invadindo o terreno do erro e ficamos suscetíveis a este. Faremos bem se nos atermos ao fundamento colocado por Deus mediante seus servos os profetas e apóstolos (veja Atos 2.42; Ef 2.20,21).
Quando você se refere a Maria como evangelizadora por causa das bodas de Caná, dizendo que Maria ali "convidou" as pessoas a irem a Jesus para fazerem o que Ele mandasse, isso é muito diferente do que acaba concluindo: de que hoje ela continua convidando pessoas, ou evangelizando como disse. Você realmente acredita que as ditas "aparições de Nossa Senhora" sejam uma forma dela evangelizar, conduzir pessoas a Jesus?
Esta última idéia para mim cheira a espiritismo. Paulo nos alerta contra mensagens vindas do além (Gl 1.8) e faremos bem se julgarmos tudo o que vemos e ouvimos segundo nossa bússola segura, a Palavra de Deus. A Palavra de Deus nos alerta também que o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz e seus ministros em ministros de justiça para enganar (1 Co 11.14,15).
Você alega que as simples aparições já servem para evangelizar, e cita São Francisco de Assis: "É preciso evangelizar sempre! Se for preciso, use algumas palavras!" Eu o convido a ponderar neste versículo em Rm 10.17 (leia o contexto): "De sorte que a fé é pelo ouvir e o ouvir pela Palavra de Deus". Deus disse que a evangelização é feita usando palavras para levar as pessoas à fé.
Sua idéia de que Maria seja nossa mãe também não convence. Creio que não podemos ir além do que está escrito, e em nenhum lugar encontro Maria como mãe de alguém além do Senhor Jesus e de Seus irmãos. Aos pés da cruz João não representava a humanidade, e Maria a mãe da qual ele devia cuidar a partir de então como você alegou. Pelo contrário, a humanidade estava bem representada por todos os seus segmentos: O governo secular (Lc 23.24,25), o poder militar (Lc 23.36), o clero religioso (Lc 23.10), o povo (Lc 23.18 - aliás, esta foi uma votação democrática: o povo escolheu!) e até o submundo do crime (Lc 23.39).
Em nenhum lugar das Escrituras você encontrará a humanidade mais bem representada do que na crucificação. O ódio natural do homem contra o seu Criador mostrava ali como é generalizado em seu caráter. Além disso, sua idéia até faria algum sentido se Jesus tivesse pedido a Maria que cuidasse de João, mas foi o contrário. Maria iria precisar de cuidados dali em diante por ser uma mulher fragilizada pela morte de seu Filho. João iria cuidar de Maria, não Maria de João.
Na Bíblia sempre encontramos graça no sentido de favor imerecido, ou seja, algo que alguém recebe sem merecer. Deus concedeu a Maria a imensa graça de ter o Salvador gerado em seu ventre. A quem louvamos por isso? A Maria? Não, muito embora ela contasse com muitas virtudes, mas a Deus que a escolheu e fez dela um vaso propício aos Seus desígnios eternos.
Não posso concordar com você quando diz que a maior evangelizadora é Maria e que um pedido que fizermos a ela não poderá ser negado. Já fui católico e entendo que você esteja se referindo ao presente, certo? Talvez alguém pudesse pedir algo a Maria enquanto vivia aqui na terra, e ela fosse ao Senhor transmitir o pedido, como fizeram no casamento de Caná e Ele atenderia.
Mas hoje seria biblicamente errado nos dirigirmos a Maria tanto quanto é errado nos dirigirmos a qualquer outra pessoa que tenha morrido para pedir algo. Isso soa a espiritismo. "Entre ti não se achará... quem consulte os mortos" (Dt 18.10,11). Sei do apreço que você tem para com Maria, mas não poderá dirigir a ela orações sem estar com isto transgredindo a Palavra de Deus.
Maria morreu e aguarda a ressurreição, estando seu espírito com Deus e seu corpo como os que "dormem" de que nos fala Paulo em suas epístolas. Portanto, qualquer invocação de Maria ou "Nossa Senhora" de quem quer que seja, no sentido de se fazer uma oração ou pedido, é contrária à Palavra de Deus.
Aliás, você não encontrará em lugar nenhum do Novo Testamento uma oração sequer endereçada a Maria, ou aos apóstolos, a anjos ou mesmo ao Espírito Santo. Nenhuma. Somente a Deus Pai e ao Senhor Jesus, o Filho de Deus (e ao mesmo tempo Deus Homem ressuscitado). Confira e verá.
Nosso único guia seguro é a Bíblia. Você também não encontrará nenhuma adoração dispensada a Maria, apóstolos, anjos ou mesmo ao Espírito Santo (embora este último seja Deus, porém aqui agora no papel de Servo para levar as pessoas a Cristo). As vezes das quais me recordo são quando Cornélio tenta adorar a Pedro, em Atos, e recebe uma reprimenda do apóstolo que diz: Eu também sou homem. Outra está no último capítulo de Apocalipse quando João tenta adorar o anjo e é barrado: Sou conservo seu, diz ele.
Você diz que crê que deve fazer orações a Maria por ser uma conclusão lógica, não por estar na Bíblia. Não podemos usar a lógica nas coisas de Deus. A lógica nos leva a tirarmos nossas próprias conclusões e adicionarmos coisas ao que Deus falou. Eva fez isto e fez um grande estrago. Confira o que Deus disse (Gn 2.16,17) com o que ela diz à serpente em Gn 3.3. Ela acrescentou "nem nele tocareis", que Deus não havia falado. Quando saímos do fundamento estabelecido por Deus, acabamos invadindo o terreno do erro e ficamos suscetíveis a este. Faremos bem se nos atermos ao fundamento colocado por Deus mediante seus servos os profetas e apóstolos (veja Atos 2.42; Ef 2.20,21).
Quando você se refere a Maria como evangelizadora por causa das bodas de Caná, dizendo que Maria ali "convidou" as pessoas a irem a Jesus para fazerem o que Ele mandasse, isso é muito diferente do que acaba concluindo: de que hoje ela continua convidando pessoas, ou evangelizando como disse. Você realmente acredita que as ditas "aparições de Nossa Senhora" sejam uma forma dela evangelizar, conduzir pessoas a Jesus?
Esta última idéia para mim cheira a espiritismo. Paulo nos alerta contra mensagens vindas do além (Gl 1.8) e faremos bem se julgarmos tudo o que vemos e ouvimos segundo nossa bússola segura, a Palavra de Deus. A Palavra de Deus nos alerta também que o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz e seus ministros em ministros de justiça para enganar (1 Co 11.14,15).
Você alega que as simples aparições já servem para evangelizar, e cita São Francisco de Assis: "É preciso evangelizar sempre! Se for preciso, use algumas palavras!" Eu o convido a ponderar neste versículo em Rm 10.17 (leia o contexto): "De sorte que a fé é pelo ouvir e o ouvir pela Palavra de Deus". Deus disse que a evangelização é feita usando palavras para levar as pessoas à fé.
Sua idéia de que Maria seja nossa mãe também não convence. Creio que não podemos ir além do que está escrito, e em nenhum lugar encontro Maria como mãe de alguém além do Senhor Jesus e de Seus irmãos. Aos pés da cruz João não representava a humanidade, e Maria a mãe da qual ele devia cuidar a partir de então como você alegou. Pelo contrário, a humanidade estava bem representada por todos os seus segmentos: O governo secular (Lc 23.24,25), o poder militar (Lc 23.36), o clero religioso (Lc 23.10), o povo (Lc 23.18 - aliás, esta foi uma votação democrática: o povo escolheu!) e até o submundo do crime (Lc 23.39).
Em nenhum lugar das Escrituras você encontrará a humanidade mais bem representada do que na crucificação. O ódio natural do homem contra o seu Criador mostrava ali como é generalizado em seu caráter. Além disso, sua idéia até faria algum sentido se Jesus tivesse pedido a Maria que cuidasse de João, mas foi o contrário. Maria iria precisar de cuidados dali em diante por ser uma mulher fragilizada pela morte de seu Filho. João iria cuidar de Maria, não Maria de João.
Quando Jesus morreu na cruz, Deus morreu?
Em nenhum lugar das Escrituras encontro esta ideia. Cristo morreu na cruz como Homem (embora sendo Deus), mas Ele entregou Sua vida de Homem. Deus manteve-Se inalterado, e até O abandonou na cruz. Daí as trevas e o "Deus Meu por que Me desamparaste?" Creio que Ele não tenha ficado totalmente sozinho na cruz pois o Pai estava com Ele.
Que Deus O abandonou, temos isto escrito. Que o Pai ficou com Ele, vemos em tipo Abraão indo até o monte do sacrifício junto com o filho que carregava o lenho. Mas em nenhuma instância vemos que Deus tenha algum dia morrido.
A idéia de alguns de que o Senhor Jesus tenha sido morto pela lança do soldado (por hemorragia) ou por asfixia por ficar ali pendurado, também não tem fundamento bíblico. Há um texto circulando pela Internet, escrito por um médico, que descreve a morte de Cristo do ponto de vista médico, mas também não tem fundamento na Bíblia.
O Senhor estava morto quando Seu lado foi furado pela lançaa. "Mas vindo a Jesus, e vendo-O já morto, não Lhe quebraram as pernas (para morrer por asfixia). Contudo um dos soldados Lhe furou o lado com uma lançaa, e logo saiu sangue e água" Jo 19.33,34 O sangue que limpa nossos pecados é o sangue de um morto e não de um vivo. Era com sangue de um animal morto que o sacerdote entrava no santuário.
Não foi o sangue da coroa de espinhos, nem das mãos ou dos pés, mas o sangue do lado, do Cordeiro morto, que nos salvou. Ninguem matou o Senhor. Ele entregou a vida, um poder que não temos em nós mas que Ele recebeu do Pai. Ninguém podia tirar a vida dEle. Ele não estava sujeito à morte. Este é o mistério: Ele entregou Sua vida e morreu. Nenhum ser humano tem esse poder de simplesmente entregar sua vida.
Que Deus O abandonou, temos isto escrito. Que o Pai ficou com Ele, vemos em tipo Abraão indo até o monte do sacrifício junto com o filho que carregava o lenho. Mas em nenhuma instância vemos que Deus tenha algum dia morrido.
A idéia de alguns de que o Senhor Jesus tenha sido morto pela lança do soldado (por hemorragia) ou por asfixia por ficar ali pendurado, também não tem fundamento bíblico. Há um texto circulando pela Internet, escrito por um médico, que descreve a morte de Cristo do ponto de vista médico, mas também não tem fundamento na Bíblia.
O Senhor estava morto quando Seu lado foi furado pela lançaa. "Mas vindo a Jesus, e vendo-O já morto, não Lhe quebraram as pernas (para morrer por asfixia). Contudo um dos soldados Lhe furou o lado com uma lançaa, e logo saiu sangue e água" Jo 19.33,34 O sangue que limpa nossos pecados é o sangue de um morto e não de um vivo. Era com sangue de um animal morto que o sacerdote entrava no santuário.
Não foi o sangue da coroa de espinhos, nem das mãos ou dos pés, mas o sangue do lado, do Cordeiro morto, que nos salvou. Ninguem matou o Senhor. Ele entregou a vida, um poder que não temos em nós mas que Ele recebeu do Pai. Ninguém podia tirar a vida dEle. Ele não estava sujeito à morte. Este é o mistério: Ele entregou Sua vida e morreu. Nenhum ser humano tem esse poder de simplesmente entregar sua vida.
Devemos estudar as coisas do Demônio para saber evitá-las ou combatê-las?
Você pergunta se devemos conhecer bem as religiões falsas, doutrinas demoníacas ou mesmo as coisas que Satanás introduz sutilmente em filmes, livros, arte etc. Coincidência ou não, lembrei-me hoje de um livro que vi há muitos anos em uma livraria cristã. Seu autor escreveu um livro inteiro só para explicar os aspectos demoníacos que eram encontradas no desenho "He-Man". O desenho foi significativo para uma determinada geração, mas depois não foi mais visto. Li em algum lugar que seus criadores acabaram desempregados depois que a audiência caiu.
O objetivo do livro que aquele autor cristão escreveu não faz sentido hoje. Ele só durou enquanto o desenho durou, o que significa que o trabalho do autor em pesquisar e escrever o livro não sobreviveu tampouco. Por outro lado, temos milhares de livros cristãos escritos há mais de um século que continuam bons para a leitura porque seus autores se ocuparam com algo que iria durar: Cristo.
Não vejo muito proveito em ficar pesquisando e aprendendo as técnicas do Diabo ou os ritos pagãos, seus símbolos, cerimônias, costumes etc. Antes de minha conversão estive envolvido com tudo isso e você poderá ler o que aconteceu em www.stories.org.br/angels.html. Digo isto porque os resultados de um esforço assim não apenas não edificam, como também acabam nos entretendo no sentido errado. Ficamos ocupados com o mal, como essas ditas igrejas na TV que ficam entrevistando pessoas possessas de demônios. Já pensou você sair de casa ou investir seu tempo, só para ir ouvir o que um demônio tem a dizer?
Outra razão é que se formos fundo em nossa pesquisa do paganismo ou das religiões pagãs e demoníacas, encontraremos muitas práticas que encontramos no Antigo Testamento, como sacrifício de bodes, derramamento de sangue, construção de altares, ordenação de sacerdotes e assim por diante, muitas delas já existentes antes que Deus mandasse os israelitas fazerem aquilo. Deviam eles na época deixar de adotar aquelas coisas porque os pagãos já as utilizavam? Você encontra até mesmo crenças parecidas com as cristãs em religiões que existiam antes de Cristo. O que fazer?
Você já ouviu falar desses casos de manchas em vidros, paredes e pisos que são interpretadas como a imagem de Maria ou de Jesus e se tornam objetos de culto e adoração. Não faz muito tempo alguém viu uma mancha no vidro de sua janela e achou que era Maria. Então milhares de católicos passaram a frequentar sua casa para adorar... uma janela! A busca pelo mal neste mundo pode se transformar em algo semelhante, só que no sentido oposto. Então passamos a enxergar o Diabo em cada esquina - em cada mancha, cada sinal, cada desenho animado, livro, filme e assim por diante.
É claro que devemos nos livrar de tudo aquilo que tenha alguma conexão com Satanás e seus ardis. Mas o que fazer se fôssemos cristãos nos Estados Unidos? Andaríamos com um sinal bem claro do Diabo em nossos bolsos e nem pensaríamos em nos livrar dele.
Estou falando da nota de um dólar. No verso há uma pirâmide com um olho, algarismos romanos com a data de início do Iluminati (filosofia dualista associada com o Satanismo criada no século 18) e as palavras "Nova Ordem Mundial" em latim. Não deixaremos de utilizar dólares só por isso, não é mesmo?
Considerando que tudo o que há no mundo (sua cultura, tecnologia, agricultura, artes, escolas etc) não veio de Deus, mas do homem ou do diabo, seguimos nossa vida usando aquilo que podemos ou precisamos, como este computador que foi criado por descendentes dos primeiros tecnólogos, os descendentes de Caim. Procuramos evitar o que pudermos, mas cientes de que muito em breve tudo será deixado para trás.
Gosto de pensar na história do piloto de um barco que navegava por um rio perigoso, de águas revoltas e cheio de rochas pontiagudas escondidas. Alguém lhe perguntou se ele precisava conhecer todas as rochas e armadilhas para navegar ali. Ele respondeu que não. Bastava conhecer por onde passava o canal, o caminho.
Vamos ganhar muito mais se nos ocuparmos mais com o CAMINHO, ou com Aquele que é o Caminho, do que com as armadilhas.
O objetivo do livro que aquele autor cristão escreveu não faz sentido hoje. Ele só durou enquanto o desenho durou, o que significa que o trabalho do autor em pesquisar e escrever o livro não sobreviveu tampouco. Por outro lado, temos milhares de livros cristãos escritos há mais de um século que continuam bons para a leitura porque seus autores se ocuparam com algo que iria durar: Cristo.
Não vejo muito proveito em ficar pesquisando e aprendendo as técnicas do Diabo ou os ritos pagãos, seus símbolos, cerimônias, costumes etc. Antes de minha conversão estive envolvido com tudo isso e você poderá ler o que aconteceu em www.stories.org.br/angels.html. Digo isto porque os resultados de um esforço assim não apenas não edificam, como também acabam nos entretendo no sentido errado. Ficamos ocupados com o mal, como essas ditas igrejas na TV que ficam entrevistando pessoas possessas de demônios. Já pensou você sair de casa ou investir seu tempo, só para ir ouvir o que um demônio tem a dizer?
Outra razão é que se formos fundo em nossa pesquisa do paganismo ou das religiões pagãs e demoníacas, encontraremos muitas práticas que encontramos no Antigo Testamento, como sacrifício de bodes, derramamento de sangue, construção de altares, ordenação de sacerdotes e assim por diante, muitas delas já existentes antes que Deus mandasse os israelitas fazerem aquilo. Deviam eles na época deixar de adotar aquelas coisas porque os pagãos já as utilizavam? Você encontra até mesmo crenças parecidas com as cristãs em religiões que existiam antes de Cristo. O que fazer?
Você já ouviu falar desses casos de manchas em vidros, paredes e pisos que são interpretadas como a imagem de Maria ou de Jesus e se tornam objetos de culto e adoração. Não faz muito tempo alguém viu uma mancha no vidro de sua janela e achou que era Maria. Então milhares de católicos passaram a frequentar sua casa para adorar... uma janela! A busca pelo mal neste mundo pode se transformar em algo semelhante, só que no sentido oposto. Então passamos a enxergar o Diabo em cada esquina - em cada mancha, cada sinal, cada desenho animado, livro, filme e assim por diante.
É claro que devemos nos livrar de tudo aquilo que tenha alguma conexão com Satanás e seus ardis. Mas o que fazer se fôssemos cristãos nos Estados Unidos? Andaríamos com um sinal bem claro do Diabo em nossos bolsos e nem pensaríamos em nos livrar dele.
Estou falando da nota de um dólar. No verso há uma pirâmide com um olho, algarismos romanos com a data de início do Iluminati (filosofia dualista associada com o Satanismo criada no século 18) e as palavras "Nova Ordem Mundial" em latim. Não deixaremos de utilizar dólares só por isso, não é mesmo?
Considerando que tudo o que há no mundo (sua cultura, tecnologia, agricultura, artes, escolas etc) não veio de Deus, mas do homem ou do diabo, seguimos nossa vida usando aquilo que podemos ou precisamos, como este computador que foi criado por descendentes dos primeiros tecnólogos, os descendentes de Caim. Procuramos evitar o que pudermos, mas cientes de que muito em breve tudo será deixado para trás.
Gosto de pensar na história do piloto de um barco que navegava por um rio perigoso, de águas revoltas e cheio de rochas pontiagudas escondidas. Alguém lhe perguntou se ele precisava conhecer todas as rochas e armadilhas para navegar ali. Ele respondeu que não. Bastava conhecer por onde passava o canal, o caminho.
Vamos ganhar muito mais se nos ocuparmos mais com o CAMINHO, ou com Aquele que é o Caminho, do que com as armadilhas.
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