As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

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Por que os judeus não crêem em Jesus?




https://youtu.be/6LWGObovibU

Entendo que você esteja se referindo aos judeus como nação, pois individualmente milhares de judeus creram nEle. Afinal, os evangelistas eram judeus, os 3 mil primeiros convertidos pela pregação de Pedro (Atos 2) eram judeus, Paulo era judeu e a Igreja teve início entre a comunidade de judeus e prosélitos (gentios convertidos ao judaísmo) espalhada pelo mundo de então.

Porém, após a formação da Igreja (que ocorreu com a descida do Espírito Santo em Atos 2), Deus passou a enxergar três classes de pessoas no mundo: gentios, judeus e igreja. "Não vos torneis causa de tropeço nem a judeus, nem a gregos (gentios), nem a igreja de Deus" 1 Coríntios 10:32

Quanto à incredulidade dos judeus como povo (lembre-se, porém, que é a fé individual que salva), isso não é uma contradição da Bíblia, mas do judeu, pois os profetas do AT deixaram claro que o Messias viria, seria rejeitado pelos Seus, seria crucificado sem ter seus ossos quebrados etc. (Salmo 22). Daniel chega a dizer quando isso aconteceria:

"Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém (Esdras 1:01-03), até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas (de anos), e sessenta e duas semanas (483 anos); as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe (romanos), que há de vir, destruirá a cidade e o santuário (70 d.c)." Dn 924-27
A ordem profética (e histórica) é:
  1. Jerusalém restaurada
  2. o Messias veio e foi tirado
  3. Jerusalém e o Templo destruídos
Se conhecer algum judeu, veja se ele consegue explicar a peça que falta nessa seqüência (o Messias), que o judeu ainda está esperando. Portanto, a contradição não é da Bíblia, é dos judeus. Aliás, se eles manipulassem as Escrituras, já teriam sumido com essa passagem e com centenas de outras que só falam mal dos judeus no AT.

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