Baixe todos as respostas de "O que respondi" até Dezembro/2011 em PDF (7Mb)
Você é contra pesquisas com celulas-tronco?
Portanto, a questão não é se é correto fazer pesquisas com células embrionárias, porque isso é decorrência de outra pergunta:
Foi correto gerar essas vidas de onde sairão essas células embrionárias?
As células usadas nessas pesquisas vêm de embriões desenvolvidos in vitro, ou seja, do resto de embriões criados com o objetivo de serem transformados em bebês para pais que queriam ter filhos e não conseguiam.
Estamos falando de um refugo criado de propósito, porque alguém, para ter certeza de que iria conseguir engravidar, concordou em gerar meia dúzia de seres humanos para aproveitar apenas um.
Percebe que existe aí uma cadeia de efeitos causados por uma ação inicial?
Essa primeira ação foi, provavelmente, de um casal (ou de solteiros) que quiseram ter um filho. Considerando que filho é o que não falta no mundo, e os abrigos estão cheios de órfãos ou abandonados, o processo tem início em um ato de egoísmo e vontade própria: Eu quero um filho meu. As conseqüências disso não importam, porque as pessoas sempre acham que os fins justificam os meios.
Então a pessoa gera meia dúzia de embriões, escolhe o melhor e descarta o resto. Ou melhor, deixa congelado para se transformarem no pivô de outro problema, que é o da pesquisa com células-tronco.
É no interesse de quem que a pessoa age assim, da criança ou de si própria? Este é o caso de pais que querem filhos, não de filhos que precisam de pais, portanto é o interesse dos pais, e não dos filhos, que prevalece.
A conseqüência de uma escolha errada feita lá atrás na cadeia de eventos gerou esse refugo e, alegam alguns, para que jogar fora se podemos usar esses embriões para salvar vidas? Se você olhar apenas para este elo da cadeia, parece ser a escolha mais sensata.
Estaríamos entrando então no campo da doação de órgãos, no caso, de um moribundo congelado cuja família aprova que seus órgãos (suas células) sejam aproveitadas para salvar a vida de alguém. Não tenho nenhum problema com doação de órgãos (acho que até eu sou doador, não me lembro).
Agora, o que eu faria se precisasse de um órgão e soubesse que ele estaria disponível graças a alguém que gerou um ser humano com a intenção de descartá-lo? Será que eu daria pulos de alegria? Pense nisto: os embriões que estão sendo discutidos foram gerados com a finalidade de serem manipulados a bel prazer por terceiros, os pais ou outros, e a maioria deles já estava deliberadamente destinada ao lixo. Parece soar até nobre quando alguém deseja usá-los para salvar vidas. Mas será que é?
Para entendermos um processo, eu sempre gosto de perguntar sobre o que vem antes, e você, como bióloga, deve fazer isso com freqüência. Às vezes a gente não está olhando para o problema, mas para uma de suas conseqüências.
Você escreveu em seu blog: "A vida que começa na concepção, está longe de ser uma vida humana, enquanto não houver a nidação (implantação destas células no útero) jamais será um ser humano".
Eu não tenho competência para julgar se o que disse está certo ou errado, pois não tenho formação científica. É preciso apenas ter cuidado, porque como disse alguém, "a ciência caminha de funeral em funeral", ou seja, o que se sabe hoje não é o que se asseverava ontem e tampouco o que será descoberto amanhã.
Portanto, talvez seria mais prudente dizer que "hoje se acredita que enquanto não houver a nidação...". Amanhã? Eu não sei o que vão descobrir.
Mas, supondo que seja isso mesmo, voltamos à questão: "O que esses embriões estavam fazendo fora do útero, que era o lugar onde deviam estar?". E se chamamos a "isso" de "embrião", eu pergunto: "Embrião de quê?". Embrião de um ser humano criado à imagem e semelhança de Deus. Esta é a resposta.
Então, respondendo, eu não concordaria em fazer pesquisas com um ser humano, ou embrião humano, se preferir, que foi criado com a intenção de ser transformado em refugo.
Talvez não fosse essa a resposta que você esperaria de alguém com um filho portador de deficiências, mas eu espero sinceramente que essa questão acabe resolvida, com preferência por meio de pesquisas e utilização de células-tronco do próprio paciente ou de pessoas que possam conscientemente doar seus tecidos, ou que pelo menos tiveram uma chance de viver.
Mas, como o homem é mau por natureza (não sou em quem diz, é a Palavra de Deus), não me surpreenderia se a prática se tornasse comum (como já se tornou comum a criação de embriões destinados ao lixo), e logo teríamos gente gerando e doando embriões com a mesma naturalidade que hoje se doa cabelo para fabricar perucas.
A alegação de que um embrião (humano) estará salvando uma vida cria um precedente para a velha questão da raça pura. Aquele embrião não teve chances porque era inferior ao seu irmão escolhido para continuar a gestação. Hoje existe um tráfico mundial de órgãos, o terceiro negócio mais lucrativo do mundo depois da venda de armas e drogas, baseado na mesma premissa. Pessoas pobres e indefesas são sequestradas e seus órgãos retirados para permitir que pessoas ricas e poderosas vivam.
De onde vieram as águas do Dilúvio e para onde foram?
Eu não sei responder onde a água foi parar (mas que ela chegou lá em cima, é um fato que os fósseis de conchas em altitudes elevadas estão aí para provar), mas a Bíblia diz de onde boa parte dela saiu.
Como nunca tinha chovido antes, boa parte dela veio da atmosfera, que devia ser super-saturada de umidade, um ambiente que hoje não conhecemos (provavelmente era isso que filtrava os raios UV impedindo o envelhecimento de seres vivos e também seja responsável pela diferença nas medições de carbono 14).
Boa parte da água veio de depósitos (abismos) sob a terra: "No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, naquele mesmo dia se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram"
Como Noé conseguiu colocar os animais na Arca?
Vamos lá: 462 mil m3 (volume da Arca) equivale a 569 vagões de trem. De mais de um milhão de espécies catalogadas, Noé não precisou se preocupar com as que vivem na água ou nos intestinos (só de bichinhos aquáticos como cararões e pulgas d'água há 838 mil).
Quem calculou chegou ao número de 50 mil animais na Arca (lembre-se que a maioria é menor do que um cão, e o cão é contado como uma espécie, independente do número de variantes). Isso ocuparia 37% do volume da Arca. Sobraria espaço.
Você alega ainda que seria impossível construir um navio daquele tamanho de madeira na época de Noé. O maior navio de Zheng He em 1400 e alguma coisa chegava a 134 metros de comprimento. Veja um desenho comparando ele ao Santa Maria de Colombo.
Neste site estão os maiores navios de madeira, documentados ou não. O maior dos mais novos era de 1909 com 137 metros. A Arca de Noé tinha 137 metros também.
Sim, era possível e viável um navio de madeira daquelas dimensões. Outro detalhe: Noé levou 40 anos para construir a Arca e o projeto era do mesmo projetista dos mares e oceanos, portanto Ele devia saber como uma barco assim devia ser construído para aguentar o tranco.
"Assim fez Noé; conforme a tudo o que Deus lhe mandou, assim o fez". Gn 6
Tudo bem que o projeto era de um especialista, mas a construção tenha ficado nas mãos de um "armador amador" (foi o primeiro navio construído por Noé). O Titanic foi construído pelos maiores especialistas de sua época e veja no que deu...
Os hebreus atravessaram mesmo o Mar Vermelho?
a. Temos o relato bíblico de um mar aberto para os hebreus passarem e de um exército se afogando nessas águas quando fecharam.
b. O que hoje chamamos de "Mar Vermelho" não era chamado assim na época, e o original bíblico diz que eles atravessaram o "yam suph", literalmente "mar de juncos".
c. Ninguém sabe onde era esse "mar de juncos" na época, porque as coisas mudam de nome com o tempo. O termo pode ter sido usado na época para toda a extensão de água ou para um ponto apenas. Se você encontrar alguém que diz ter nascido no Estado da Guanabara, não vai duvidar que ele tenha nascido só porque não existe Estado da Guanabara.
d. Ao norte do que HOJE chamamos de Mar Vermelho há grandes lagos e pântanos que os historiadores concordam que podiam não ser como são hoje. Em 4 mil anos o sertão pode virar mar e o mar virar sertão. (Pergunte ao Antonio Conselheiro).
e. Em 1 Rs 9:26 é usado o mesmo "yam suph" para apontar onde Salomão deixava seus navios: "Também o rei Salomão fez naus em Eziom-Geber, que está junto a Elate, à praia do mar de Sufe ("yam suph"), na terra de Edom." Pelo seu raciocínio, Salomão devia estar falando de navios de brinquedo para brincar num pântano.
Juntando tudo, temos um relato de uma travessia de um povo por um mar, genericamente chamado de "Mar de Juncos", mas não temos exatamente o ponto onde se deu essa travessia. Pode ter sido em qualquer ponto, raso ou fundo. Quando o detetive junta a isso um outro relato, de um exército que se afogou nesse ponto, só pode concluir que foi num ponto fundo. O cético elimina aquilo que não cabe na sua cabeça. Seria um problema de profundidade?
Você acreditaria se eu dissesse que já pulei o Rio Tocantins de um salto? Se eu não disser o ponto exato você pode tirar duas conclusões: ou foi mentira, ou foi milagre. A 3a. opção, foi na nascente.
Nem eu nem você podemos dizer o ponto onde os hebreus cruzaram. Mentira, nascente ou milagre? Neste caso, milagre.
Uma teoria interessante vi ontem em um documentário "Decodificando o Êxodo" no Discovery Channel. Embora em muitos pontos o autor viaja de Hellman's Airlines, ele apresenta a teoria de que os Hicsos, povo semita que ficou 200 anos no norte do Egito, seria o mesmo povo de Israel, já que foram encontrados sinetes contendo o nome de José nas escavações de onde esse povo morava. Sua saída do Egito coincidiria com o Êxodo bíblico.
Alguns relatos de autores gregos Maneton e Mnaseas de Patara sobre os Hicsos e como eles seriam os mesmos judeus podem ser vistos aqui:
http://www.airtonjo.com/judeus04.htm
Como Jesus podia descender do Rei Davi se José não era seu pai?
Portanto, mesmo sendo descendete de Maria (que também vinha da linhagem de Davi), esta descendência seria hoje considerada pelos judeus. Pergunte a qualquer judeu e saberá que hoje é considerado judeu quem o é por parte de mãe. Um povo em constante exílio não podia se dar ao luxo de agir diferente, já que eram constantemente escravizados por inimigos e suas mulheres violadas por estrangeiros. Quem me explicou isto foi um judeu.
Você diz que um rabino alega que, se Jesus era filho de uma virgem, não tinha pai, e dessa maneira não poderia ter cumprido o requerimento messiânico de ser descendente do Rei David pelo lado paterno.
Percebe as implicações do que esse rabino diz? Ele está baseando sua refuta na afirmação dos cristãos e, ao fazer isso, está assumindo que a afirmação dos cristãos estaria correta, a de que Jesus era filho de uma virgem e concebido pelo Espírito Santo, portanto, filho de Deus conforme é afirmado no Novo Testamento. Ao tentar refutar uma coisa esse rabino que mencionou acaba admitindo outra que era justamente o que os judeus da época não queriam aceitar:
"Não é este o filho do carpinteiro? e não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, e José, e Simão, e Judas?" Mateus 13:55
Mas, voltando ao "quem é judeu", nem os judeus chegaram a uma conclusão, mas a linhagem materna é a oficial e adotada pelo Estado de Israel para definir quem pode ser cidadão:
"Já quanto a descendência judaica, a divergência aparece na definição de quem viria a linha judaica, se matrilinearmente, patrilinearmente ou ambas as hipóteses. A primeira é a majoritária, sendo apoiada pelo judaísmo rabínico ortodoxo e conservador. Essa tese têm força e raio de ação maiores por ser adotada pelo Estado de Israel, além de grande parte das comunidades ao redor do mundo. Porém, a patrilinealidade é defendida pelo judaísmo caraíta e os judeus Kaifeng da China, grupos separados dos grandes centros judaicos e que desenvolveram sob tradições diferentes com base em costumes que remontam a vários séculos passados. Por último, existe a tese que ambos os pais podem dar ao filho a condição de judeu que é defendida pelo judeus reformistas que em março de 1983 por três votos a um reconheceu a validade da descendência paterna mesmo que a mãe não seja judia desde que a criança seja criada como judeu e se identifique com a fé judaica."
Existe uma contradição no Evangelho de Marcos 2:26
Vamos examinar o texto:
"Como entrou na casa de Deus, no tempo de Abiatar, sumo sacerdote, e comeu os pães da proposição" Almeida, Revista e Corrigida (1694)
"how he went into the house of God, (at `Abiathar the chief priest,') and the loaves of the presentation did eat" Young's Literal (1862)
"how he entered into the house of God, in (the section of) Abiathar (the) high priest, and ate the shew-bread" J.N.Darby Translation (1890)
Repare que a expressão "no tempo de" da tradução em português aparece entre parênteses numa tradução literal e na de JN Darby porque não consta dos originais. Poderia ser lido "como entrou na casa de Deus e comeu os pães da proposição" ou "como entrou na casa de Deus a Abiatar sumo sacerdote e comeu os pães da proposição".
Ou seja, nos originais não existe o "no tempo de", portanto é perfeitamente possível que o Senhor se referisse a Abiatar por ter o seu sacerdócio marcado mais a Davi do que o de Aimeleque. Na literatura é comum termos épocas marcadas por alguns homens mais do que outros, e acabarmos nos referindo à época identificada por aquela personalidade.
Esse tipo de "caça ao tesouro" que os críticos fazem para tentar encontrar contradições na Bíblia é a diversão preferida de alguns também em outras áreas. Outro dia recebi um e-mail:
"assista ao comercial do Tribunal Superior Eleitoral que está sendo veiculado no ar pelas Tvs abertas. Ao final do mesmo, aparece um titulo de eleitor e qual não é a surpresa o nome da pessoa que lá está é Carlos Henrique Fernandes, podendo abreviar teremos CFH ou se formos mais inteligentes, FHC."
Ao amante de teorias conspiratórias que me escreveu alegando que aquilo era propaganda eleitoral proibida, respondi:
"Abra sua geladeira, pegue um ovo e examine com uma lente de aumento. Você verá um pelo."
Para entender a Bíblia é preciso levar em conta o por que de seu texto ter sido escrito. A Bíblia não é um texto histórico, embora traga registros históricos, não é um texto científico, embora possa acertar alguma coisinha, não é um texto legal, embora algumas partes tenham essa característica. A Bíblia é a revelação de Deus que aponta para Seu Filho.
"o testemunho de Jesus é o espírito de profecia". Apocalipse 19:10
Deus deu a Bíblia principalmente para falar de Cristo, desde Adão e Eva (Cristo e a Igreja), passando pelo animal inocente que morre para cobrir o pecado de Adão e Eva, por todos os sacrifícios do AT, até o coroamento das promessas, Jesus, e a explicação de tudo isso na doutrina dos apóstolos. Não é possível entender o AT sem os Evangelhos, e não é possível entender tudo isso sem as epístolas dos apóstolos.
Tudo o que foi escrito no AT teve sua função na época e tem sua função hoje para o cristão:
"Ora, tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos". 1 Coríntios 10:11
"De sorte que era bem necessário que as figuras das coisas que estão no céu assim se purificassem; mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios melhores do que estes." Hebreus 9:23
"Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras" Colossenses 2:16,17
Perca isso de vista e você não vai entender o AT e nem o objetivo de Deus em Sua Palavra.
Por exemplo, "Não viu iniqüidade em Israel, nem contemplou maldade em Jacó" Nm 23:21 não quer dizer que Jacó não tivesse isso, mas que Deus não viu (não quis ver assim como lança no esquecimento os pecados dos que crêem em Jesus).
Se ler os dois livros de Samuel e compará-los com os dois livros de Crônicas verá vários episódios contados de maneira diferente e uma coisa chamará a atenção: em Samuel são detalhados muitos erros cometidos, em Crônicas esses detalhes não aparecem. O adultério de Davi, por exemplo, não aparece em Crônicas, que é um livro para a posteridade. Assim é o Deus que perdoa.
Em Juízes 4 Baraque é visto como um covarde que não quer cumprir sua missão se uma mulher, Débora, não for junto. Em Hebreus 11 ele aparece como um dos heróis da fé. Este último é o registro que Deus quer que permaneça. Assim é o perdão de Deus, algo que não existe nas religiões que exigem que o pecador pague por seus próprios pecados, negando a eficácia do sacrifício de Cristo, como ocorre no espiritismo.
Por que os judeus não crêem em Jesus?
Entendo que você esteja se referindo aos judeus como nação, pois individualmente milhares de judeus creram nEle. Afinal, os evangelistas eram judeus, os 3 mil primeiros convertidos pela pregação de Pedro (Atos 2) eram judeus, Paulo era judeu e a Igreja teve início entre a comunidade de judeus e prosélitos (gentios convertidos ao judaísmo) espalhada pelo mundo de então.
Porém, após a formação da Igreja (que ocorreu com a descida do Espírito Santo em Atos 2), Deus passou a enxergar três classes de pessoas no mundo: gentios, judeus e igreja. "Não vos torneis causa de tropeço nem a judeus, nem a gregos (gentios), nem a igreja de Deus" 1 Coríntios 10:32
Quanto à incredulidade dos judeus como povo (lembre-se, porém, que é a fé individual que salva), isso não é uma contradição da Bíblia, mas do judeu, pois os profetas do AT deixaram claro que o Messias viria, seria rejeitado pelos Seus, seria crucificado sem ter seus ossos quebrados etc. (Salmo 22). Daniel chega a dizer quando isso aconteceria:
"Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém (Esdras 1:01-03), até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas (de anos), e sessenta e duas semanas (483 anos); as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe (romanos), que há de vir, destruirá a cidade e o santuário (70 d.c)." Dn 924-27
A ordem profética (e histórica) é:
- Jerusalém restaurada
- o Messias veio e foi tirado
- Jerusalém e o Templo destruídos
Se conhecer algum judeu, veja se ele consegue explicar a peça que falta nessa seqüência (o Messias), que o judeu ainda está esperando. Portanto, a contradição não é da Bíblia, é dos judeus. Aliás, se eles manipulassem as Escrituras, já teriam sumido com essa passagem e com centenas de outras que só falam mal dos judeus no AT.
Mais acessadas da semana
-
Quanto à questão de sexo, a Bíblia é bastante clara no sentido de mostrar que Deus criou o homem e a mulher para que se unissem em matrimôni...
-
A questão é extremamente complexa, principalmente quando consideramos que um desequilíbrio qualquer e nosso próprio planeta pode ficar morto...
-
Você perguntou o que é galardão. O Novo Testamento fala, com frequência, de galardões futuros reservados para o cristão. Trata‑se de recompe...
-
Esta é a última pergunta de sua carta. Geralmente deixamos para o fim o que queremos perguntar primeiro. Como você lê a Bíblia, acredito que...
-
A respeito do anticristo, e do número da besta, a palavra "besta" é usada simbolicamente para demontrar a ignorância do homem (Salmos 73:22)...
-
Minha mãe costumava dizer que quando alguém vinha a ela com más intenções, um sininho tocava. Era comum expressões como, "Fulana? Hmmm... nã...
-
Recebi sua carta e me alegro por seu interesse de pregar a Palavra de Deus. Não existe, por assim dizer, uma técnica para se pregar a Palavr...
-
Há vários indícios na Palavra que mostram que o anticristo não será manifestado enquanto a igreja estiver na terra. Talvez a passagem mais c...
-
As 15 passagens que lhe mostraram para tentar convencê-la de que você poderia perder a salvação é a maior lista que já recebi. Mas é possíve...
-
Em sua carta você pergunta sobre corte de cabelo da mulher, modo de vestir, etc. Embora a Palavra seja clara quando diz que o cabelo é a gló...