Seu artigo com o título "Michael Jackson, não há segunda chance" parece trazer no bojo uma mensagem de salvação por obras ou boa conduta, e não uma mensagem de graça e perdão para o pecador perdido em seus pecados. Sutilmente você dá a entender que não há segunda chance para Michael Jackson por ele não ter aproveitado a primeira.
Você escreveu:
"Não basta ser o ‘Rei do Pop’. Reis, para chegarem bem ao fim da vida, precisam prestar atenção ao destaque bíblico na biografia de todos eles: devem fazer aquilo que é reto aos olhos do Senhor".
Será que você quis dizer que se Michael Jackson fizesse aquilo que é reto aos olhos do Senhor como os reis bíblicos ele teria sua salvação garantida? O problema é que o maior rei de Israel, Davi, não é de modo algum um exemplo de boa conduta. Dentre outras coisas, Davi condenou um de seus melhores amigos à morte só para ficar com a mulher dele.
Todavia sabemos que Davi se arrependeu de seus pecados, apesar de boa parte de sua vida ter sido perdida. Ele foi salvo por ter reconhecido sua incapacidade e rogado pelo perdão e graça de Deus, e não por alguma boa obra que tivesse feito. Aliás, que boa obra ou conduta exemplar poderia apagar um homicídio para encobrir um adultério? Ao que me consta, não existe no prontuário de Michael Jackson algum homicídio do gênero. Não sabemos ainda se Michael Jackson creu no Salvador Jesus, mas o céu certamente será um lugar cheio de surpresas, não acha?
Continuando, seu texto diz:
"E por que devem fazer o que é reto? Porque não há segunda chance. Nossa vida é o nosso tempo. Michael teve 50 anos à sua disposição. Até o momento, Deus concedeu-me 45. Após o último e definitivo suspiro, findam-se as chances. Neste momento nossa sentença eterna já está determinada nas mãos do Pai".
Será que com isso você está querendo dizer que em seus 45 anos você tem aproveitado bem a chance que Deus lhe deu, mas que Michael Jackson não fez isso? Seu texto parece indicar que se aproveitarmos o tempo que temos para "fazer aquilo que é reto aos olhos do Senhor" estaremos salvos, mas o problema é que ninguém consegue fazer o que é reto aos olhos do Senhor. Daí precisarmos de um Salvador que tenha morrido para levar nossos pecados sobre si e da graça de Deus.
Minha pergunta é: Será que Michael Jackson precisava de uma segunda chance? Como você pode ter certeza de que ele não aproveitou a primeira chance? Como você sabe o que aconteceu nos segundos antes de seu desmaio, ou mesmo nos segundos de silêncio de seu coma, antes que o espírito deixasse definitivamente o corpo? Seria um segundo tempo insuficiente para clamar a Deus por salvação? Vamos ver o que Deus pensa da morte do ímpio:
"Desejaria eu, de qualquer maneira, a morte do ímpio? diz o Senhor DEUS; Não desejo antes que se converta dos seus caminhos, e viva?" Ez 18:23
Este é o sentimento verdadeiro de Deus por qualquer pecador. Você acha que Deus descansa antes que o espírito se separe definitivamente do corpo? De modo nenhum, pois Ele não tem prazer na morte do ímpio. Do modo como você escreve seu artigo eu não diria ser este o sentimento que você transmite, muito pelo contrário.
Como costuma acontecer com a morte de celebridades, parece existir um certo prazer nisso em pessoas religiosas, como se dissessem... "Viu? Bem feito! Quem mandou não fazer aquilo que é reto aos olhos do Senhor". Não me surpreenderia se Michael Jackson fosse o tema principal de muitos púlpitos neste momento, com os pregadores tentando fazer dele um exemplo de como uma vida de exageros e pecados pode levar à morte e ao inferno.
O problema é que nos evangelhos encontro tantos "Michael Jacksons" com suas vidas totalmente desestruturadas que tudo leva a crer que é mais fácil um Michael Jackson ser salvo do que o religioso que pode ser encontrado neste momento em algum púlpito qualquer falando dele como um perdido. O próprio Senhor disse aos fariseus (os que ocupavam os púlpitos daqueles dias) que publicanos e prostitutas os precederiam no Reino de Deus. É curioso isso, não é?
Se ler com atenção os evangelhos verá que em momento algum o Senhor Jesus usou de chicote ou ameaçou com fogo e enxofre os publicanos, prostitutas ou qualquer Michael Jackson da vida. Essas ameaças Ele reservava a uma classe de pessoas: os religiosos fariseus, que batiam no peito, se consideravam justos e se gabavam de serem fiéis no dízimo e no jejum, e não serem como "esse publicano".
Não posso deixar de lembrar de um homem que viveu torto a vida inteira e nem sequer podia dizer que contribuiu de alguma forma com a sociedade, seja por seus dotes artísticos ou por ter dado emprego a milhares de pessoas como fez o cantor. Aliás, esse homem não proporcionava o sustento de outros, mas roubava o sustento dos trabalhadores. Porém a ele bastou balbuciar "Senhor, lembra-te de mim" em meio ao sofrimento de seu martírio para ter do próprio Senhor a palavra de certeza de sua salvação eterna.
Se eu fizer vista grossa à sua mensagem de salvação por meio de uma boa conduta que seu texto parece anunciar, e usar de boa vontade para achar que sua intenção foi alertar o pecador para que se arrependa antes que seja tarde, mesmo assim eu diria que o exemplo foi infeliz. O próprio Senhor teria usado, não um cantor pop de vida irregular, mas algum dignitário religioso de boa reputação e grande destaque na sociedade, como ele usou o fariseu em "O fariseu e o publicano" ou na "Parábola do filho pródigo".
Faça uma releitura da parábola do filho pródigo e verá que Jesus não a contou para pessoas devassas como o filho pródigo, portanto não é aquele filho devasso o exemplo que quer mostrar com sua parábola. Ele dirigiu sua parábola aos religiosos fariseus, exatamente aqueles que não tinham nada de um Michael Jackson, mas eram como o filho mais velho, que ficou na casa do pai fazendo tudo de acordo com o figurino mas que, em momento nenhum, demonstrou estar arrependido justamente disso: de ser um religioso.
Nunca se esqueça disto: "Cristo Jesus veio ao mundo para salvar PECADORES". Apenas para os que não se consideram como tais é impossível a salvação. Aliás, para estes não há chance alguma.
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Não somos livres para escolher a salvação?
Não, não somos livres. O primeiro homem foi livre para decidir e decidiu errado. Desde então perdemos o poder de decisão. Decidimos, mas sempre pelo errado, a não ser que haja uma intervenção de Deus. Se você crê na Palavra de Deus verá várias passagens que mostram que não existe nada de bom no homem.
Com a queda adquirimos a capacidade de conhecer o bem e o mal, mas não conseguimos fazer o bem e nem evitar o mal. Somos maus por natureza (a Bíblia diz isto repetidas vezes). Você falou em escolher entre duas marcas de biscoito. Eu detesto biscoito de morango. Se tivesse que escolher entre chocolate e morango, o que escolheria? Morango? Nunca!
A inclinação da carne é pecado. Sempre escolhemos o errado. Quando foi deixado para os homens escolherem, escolheram a Cristo? Não, Barrabás. Você menciona Maria, irmã de Lázaro, a respeito de quem o Senhor diz que ela escolheu a boa parte, mas lembre-se de que Maria era uma alma nascida de novo, nascida do alto. Tinha uma nova vida que anela por Deus. Necessário vos é nascer de novo, disse o Senhor a Nicodemos. Que parte você teve no seu nascimento? Nenhuma. Outros fizeram tudo por você. O nascer é algo que não depende do que nasce. Que parte temos no novo nascimento? Pense nisto.
Mesmo nascidos de novo isso ainda não significa que conseguimos desfrutar da liberdade e do descanso de uma consciência que tem a certeza de seus pecados perdoados. Leia Romanos 7. Creio que aquele é um homem nascido de novo, mas não ainda totalmente liberto. Ele já tem um "bom" desejo, mas não tem poder para efetuá-lo.
Já dei os versículos que dizem que já estamos condenados na outra mensagem. Você fala como um incrédulo que pensa estar em um meio termo diante de duas opções. E em que condição está o que escolhe? Terreno neutro? Se já estamos condenados, todos nós, em função do pecado original, só nos resta escolher a salvação. O problema é que, de nós mesmos, não escolheremos. Lembra-se do biscoito de morango? Pois é, você já deve ter lido que somos inimigos de Deus por natureza. “Não há quem busque a Deus”, diz em Romanos.
Você alega que Deus seria injusto, pois a idéia da eleição automaticamente destinaria alguns dos filhos de Deus à condenação, enquanto privilegia outros. "Ele morreu por todos" (2 Co 5:15), portanto Deus fez provisão para salvar a todos os homens, porém a salvação é para "todo aquele que nEle crê" (João 3.16). Apesar de seu sacrifício servir para tirar o pecado do mundo, no que se refere aos pecados individuais Ele tomou "sobre Si os pecados de muitos homens" (Isaias 53.12), portanto Ele não levou sobre Si os pecados de todos os homens.
A questão que colocou de Deus destinar alguns dos Seus filhos à perdição não é bem como você coloca. Em seu estado natural, os homens não são filhos de Deus. A Bíblia diz, em João 1.12: "Mas a todos aqueles que o receberam, aos que crêem no Seu nome, (Deus) deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas sim de Deus". Você consegue enxergar no versículo acima que são aqueles que crêem em Cristo que se tornam (ou são feitos) filhos de Deus?
A idéia da eleição não é nova e nem se originou em Lutero. Transcrevo primeiro uma "heresia" dos valdenses (aqueles decapitados pelo exercito do Papa que os considerou hereges):
"Que Deus salva da corrupção e da condenação aqueles a quem escolheu desde antes da fundação do mundo, não por causa de qualquer disposição, fé ou santidade que Ele tenha previsto neles, mas por motivo de Sua pura misericórdia, em Cristo Jesus, Seu Filho, deixando de levar em conta quaisquer outras considerações, segundo a irrepreensível razão da Sua própria livre vontade e justiça".
Agora vamos à Palavra de Deus, e para isso vou usar a versão “A Bíblia de Jerusalém”. Pode conferir, todos eles estão lá. Você poderia explicá-los sem pensar em eleição, predestinação, escolha etc.?
1 - "NOS ESCOLHEU antes da fundação do mundo para sermos santos e irrepreensíveis" Ef 1.4
2 - "Ele NOS PREDESTINOU para sermos Seus filhos adotivos por Jesus Cristo, conforme a decisão da SUA VONTADE" Ef 1.5
3 - "Nele, PREDESTINADOS pela decisão dAquele que tudo opera segundo o conselho da SUA VONTADE, fomos feitos Sua herança" Ef 1.11
4 - "E o Senhor cada dia lhes ajuntava outros, aqueles que ERAM SALVOS" At 2.47-nota Ave Maria.
5 - "Porque DEUS VOS ESCOLHEU desde o principio para serdes salvos" 2 Ts 2.14
6 - "RESERVEI para Mim sete mil homens que não dobraram o joelho a Baal" Rm 11.4
7 - "Se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma vida se salvaria. Mas por causa dos ELEITOS aqueles dias serão abreviados" Mt 24.22
8 - "Pois hão de surgir falsos Messias... de modo a enganar, se possível, até mesmo os ELEITOS" Mt 24.23
9 - "Ele enviará os Seus anjos que, ao som da grande trombeta, reunirão os SEUS ELEITOS..." Mt 24.31
10 - "E Deus não faria justiça a SEUS ELEITOS que clamam a Ele dia e noite, mesmo que os faça esperar?" Lc 18.7
11 - "Portanto, como ELEITOS DE DEUS, santos e amados..." Cl 3.12
12 - "Paulo, servo de Deus... para levar os ELEITOS DE DEUS à fé e ao conhecimento da verdade conforme a piedade" Tt 1.1
13 - "Pedro, apóstolo de Jesus Cristo, aos estrangeiros... ELEITOS, segundo a presciência de Deus Pai..." 1 Pd 1.1,2
14 - "O ancião 'a senhora ELEITA..." 1 Jo 1
15 - "Os filhos da tua irmã ELEITA te saúdam" 1 Jo 13
16 - "A que está em Babilônia, ELEITA como vos, vos saúda" 1 Pd 5.13
17 - "Por eles eu rogo, não rogo pelo mundo, mas pelos que ME DESTE, porque são Teus" Jo 17.9
18 - "Muito alegres por estas palavras, os gentios glorificavam a Palavra do Senhor, e todos aquelEs que eram DESTINADOS à vida eterna abraçaram a fé" At 13.48
19 - "Porque os que DE ANTEMÃO Ele conheceu, esses também PREDESTINOU a serem conformes à imagem do Seu Filho... E OS QUE PREDESTINOU, também os chamou; e os que chamou, também os justificou, e os que justificou, também os glorificou... DEPOIS DISTO, QUE NOS RESTA A DIZER?" Rm 8.29,30,31
20 - "Assim também no tempo atual constituiu-se um resto segundo A ELEIÇÃO da graça. E se é por graça, não é pelas obras, do contrario a graça não é mais graça" Rm 11.6
21 - "...quando não haviam nascido, e nada tinham feito de bem ou de mal, a fim de que ficasse firme a LIBERDADE DA ESCOLHA DE DEUS, dependendo não das obras, mas daquele que chama, foi-lhe dito, O maior servirá ao menor" Rm 9.11
22 - "Aquilo que tanto aspira, Israel não conseguiu; conseguiram-no, porem, OS ESCOLHIDOS" Rm 11.7
23 - "Mas o que é loucura no mundo, Deus o ESCOLHEU... o que é fraqueza no mundo, Deus o ESCOLHEU... o que é vil e desprezado... DEUS ESCOLHEU...a fim de que nenhuma criatura se possa vangloriar diante de Deus" 1 Co 1.27
24 - "Portanto, NÃO NOS DESTINOU Deus para a ira, mas sim para alcançarmos a salvação" 1 Ts 5.9
25 - "Mais exatamente, quem es tu, oh homem, para discutires com Deus? Vai acaso a obra dizer ao artífice: Por que me fizeste assim? O oleiro não pode formar da sua massa seja um utensílio para uso nobre, seja um outro para uso vil?" Rm 9.20,21
26 - "Farei misericórdia a quem EU FIZER misericórdia e terei piedade de quem EU TIVER piedade" Rm 9.14
Creio que para um bom entendedor 26 versículos bastam. Para um homem de fé, que não duvida da Palavra de Deus bastaria um apenas. Espero sinceramente não ter desperdiçado meu tempo com alguém que esteja hermético 'a Palavra de Deus. Os versículos acima dispensam minha explicação. Mas gostaria de saber o que pensa deles. Não vou incluir comentários. Medite em cada um deles em oração. Todos (exceto um da Ave Maria) foram tirados da Bíblia de Jerusalém.
Com a queda adquirimos a capacidade de conhecer o bem e o mal, mas não conseguimos fazer o bem e nem evitar o mal. Somos maus por natureza (a Bíblia diz isto repetidas vezes). Você falou em escolher entre duas marcas de biscoito. Eu detesto biscoito de morango. Se tivesse que escolher entre chocolate e morango, o que escolheria? Morango? Nunca!
A inclinação da carne é pecado. Sempre escolhemos o errado. Quando foi deixado para os homens escolherem, escolheram a Cristo? Não, Barrabás. Você menciona Maria, irmã de Lázaro, a respeito de quem o Senhor diz que ela escolheu a boa parte, mas lembre-se de que Maria era uma alma nascida de novo, nascida do alto. Tinha uma nova vida que anela por Deus. Necessário vos é nascer de novo, disse o Senhor a Nicodemos. Que parte você teve no seu nascimento? Nenhuma. Outros fizeram tudo por você. O nascer é algo que não depende do que nasce. Que parte temos no novo nascimento? Pense nisto.
Mesmo nascidos de novo isso ainda não significa que conseguimos desfrutar da liberdade e do descanso de uma consciência que tem a certeza de seus pecados perdoados. Leia Romanos 7. Creio que aquele é um homem nascido de novo, mas não ainda totalmente liberto. Ele já tem um "bom" desejo, mas não tem poder para efetuá-lo.
Já dei os versículos que dizem que já estamos condenados na outra mensagem. Você fala como um incrédulo que pensa estar em um meio termo diante de duas opções. E em que condição está o que escolhe? Terreno neutro? Se já estamos condenados, todos nós, em função do pecado original, só nos resta escolher a salvação. O problema é que, de nós mesmos, não escolheremos. Lembra-se do biscoito de morango? Pois é, você já deve ter lido que somos inimigos de Deus por natureza. “Não há quem busque a Deus”, diz em Romanos.
Você alega que Deus seria injusto, pois a idéia da eleição automaticamente destinaria alguns dos filhos de Deus à condenação, enquanto privilegia outros. "Ele morreu por todos" (2 Co 5:15), portanto Deus fez provisão para salvar a todos os homens, porém a salvação é para "todo aquele que nEle crê" (João 3.16). Apesar de seu sacrifício servir para tirar o pecado do mundo, no que se refere aos pecados individuais Ele tomou "sobre Si os pecados de muitos homens" (Isaias 53.12), portanto Ele não levou sobre Si os pecados de todos os homens.
A questão que colocou de Deus destinar alguns dos Seus filhos à perdição não é bem como você coloca. Em seu estado natural, os homens não são filhos de Deus. A Bíblia diz, em João 1.12: "Mas a todos aqueles que o receberam, aos que crêem no Seu nome, (Deus) deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas sim de Deus". Você consegue enxergar no versículo acima que são aqueles que crêem em Cristo que se tornam (ou são feitos) filhos de Deus?
A idéia da eleição não é nova e nem se originou em Lutero. Transcrevo primeiro uma "heresia" dos valdenses (aqueles decapitados pelo exercito do Papa que os considerou hereges):
"Que Deus salva da corrupção e da condenação aqueles a quem escolheu desde antes da fundação do mundo, não por causa de qualquer disposição, fé ou santidade que Ele tenha previsto neles, mas por motivo de Sua pura misericórdia, em Cristo Jesus, Seu Filho, deixando de levar em conta quaisquer outras considerações, segundo a irrepreensível razão da Sua própria livre vontade e justiça".
Agora vamos à Palavra de Deus, e para isso vou usar a versão “A Bíblia de Jerusalém”. Pode conferir, todos eles estão lá. Você poderia explicá-los sem pensar em eleição, predestinação, escolha etc.?
1 - "NOS ESCOLHEU antes da fundação do mundo para sermos santos e irrepreensíveis" Ef 1.4
2 - "Ele NOS PREDESTINOU para sermos Seus filhos adotivos por Jesus Cristo, conforme a decisão da SUA VONTADE" Ef 1.5
3 - "Nele, PREDESTINADOS pela decisão dAquele que tudo opera segundo o conselho da SUA VONTADE, fomos feitos Sua herança" Ef 1.11
4 - "E o Senhor cada dia lhes ajuntava outros, aqueles que ERAM SALVOS" At 2.47-nota Ave Maria.
5 - "Porque DEUS VOS ESCOLHEU desde o principio para serdes salvos" 2 Ts 2.14
6 - "RESERVEI para Mim sete mil homens que não dobraram o joelho a Baal" Rm 11.4
7 - "Se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma vida se salvaria. Mas por causa dos ELEITOS aqueles dias serão abreviados" Mt 24.22
8 - "Pois hão de surgir falsos Messias... de modo a enganar, se possível, até mesmo os ELEITOS" Mt 24.23
9 - "Ele enviará os Seus anjos que, ao som da grande trombeta, reunirão os SEUS ELEITOS..." Mt 24.31
10 - "E Deus não faria justiça a SEUS ELEITOS que clamam a Ele dia e noite, mesmo que os faça esperar?" Lc 18.7
11 - "Portanto, como ELEITOS DE DEUS, santos e amados..." Cl 3.12
12 - "Paulo, servo de Deus... para levar os ELEITOS DE DEUS à fé e ao conhecimento da verdade conforme a piedade" Tt 1.1
13 - "Pedro, apóstolo de Jesus Cristo, aos estrangeiros... ELEITOS, segundo a presciência de Deus Pai..." 1 Pd 1.1,2
14 - "O ancião 'a senhora ELEITA..." 1 Jo 1
15 - "Os filhos da tua irmã ELEITA te saúdam" 1 Jo 13
16 - "A que está em Babilônia, ELEITA como vos, vos saúda" 1 Pd 5.13
17 - "Por eles eu rogo, não rogo pelo mundo, mas pelos que ME DESTE, porque são Teus" Jo 17.9
18 - "Muito alegres por estas palavras, os gentios glorificavam a Palavra do Senhor, e todos aquelEs que eram DESTINADOS à vida eterna abraçaram a fé" At 13.48
19 - "Porque os que DE ANTEMÃO Ele conheceu, esses também PREDESTINOU a serem conformes à imagem do Seu Filho... E OS QUE PREDESTINOU, também os chamou; e os que chamou, também os justificou, e os que justificou, também os glorificou... DEPOIS DISTO, QUE NOS RESTA A DIZER?" Rm 8.29,30,31
20 - "Assim também no tempo atual constituiu-se um resto segundo A ELEIÇÃO da graça. E se é por graça, não é pelas obras, do contrario a graça não é mais graça" Rm 11.6
21 - "...quando não haviam nascido, e nada tinham feito de bem ou de mal, a fim de que ficasse firme a LIBERDADE DA ESCOLHA DE DEUS, dependendo não das obras, mas daquele que chama, foi-lhe dito, O maior servirá ao menor" Rm 9.11
22 - "Aquilo que tanto aspira, Israel não conseguiu; conseguiram-no, porem, OS ESCOLHIDOS" Rm 11.7
23 - "Mas o que é loucura no mundo, Deus o ESCOLHEU... o que é fraqueza no mundo, Deus o ESCOLHEU... o que é vil e desprezado... DEUS ESCOLHEU...a fim de que nenhuma criatura se possa vangloriar diante de Deus" 1 Co 1.27
24 - "Portanto, NÃO NOS DESTINOU Deus para a ira, mas sim para alcançarmos a salvação" 1 Ts 5.9
25 - "Mais exatamente, quem es tu, oh homem, para discutires com Deus? Vai acaso a obra dizer ao artífice: Por que me fizeste assim? O oleiro não pode formar da sua massa seja um utensílio para uso nobre, seja um outro para uso vil?" Rm 9.20,21
26 - "Farei misericórdia a quem EU FIZER misericórdia e terei piedade de quem EU TIVER piedade" Rm 9.14
Creio que para um bom entendedor 26 versículos bastam. Para um homem de fé, que não duvida da Palavra de Deus bastaria um apenas. Espero sinceramente não ter desperdiçado meu tempo com alguém que esteja hermético 'a Palavra de Deus. Os versículos acima dispensam minha explicação. Mas gostaria de saber o que pensa deles. Não vou incluir comentários. Medite em cada um deles em oração. Todos (exceto um da Ave Maria) foram tirados da Bíblia de Jerusalém.
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Sua fé não inclui Maria?
Encontro em toda a Bíblia uma exaltação única, completa e eterna dada a Jesus, Aquele que é Deus feito homem, nascido miraculosamente de uma virgem, e em Quem habita corporalmente toda a plenitude da Divindade. Dividir tal glória e majestade com quem quer que seja, mesmo que seja Maria, é no mínimo algo triste.
Quando os discípulos (não preciso citar versículos pois você conhece) foram levados pelo Senhor até um monte, onde ocorreu a transfiguração, eles viram Moisés e Elias junto com o Senhor. Sem entenderem o que acontecia, quiseram fazer igualmente uma tenda para cada um deles, incluindo o Senhor. No mesmo momento Moisés e Elias, apesar de terem sido grandes servos de Deus, desaparecem completamente da vista deles e a voz do Pai lhes é dirigida exaltando somente o Filho.
Creio que Deus quer nos ensinar com isso que devemos tirar de diante de nossos olhos qualquer pessoa, por mais bem aventurada que seja, para colocar diante de nós somente a Cristo. Já lhe ocorreu que nenhuma menção a Maria é feita nas epístolas? Todavia, desnecessário é dizer que todas elas se ocupam com Cristo, o Senhor.
Para que me conheça melhor, já fui católico romano convertido a Cristo. Ouvi o evangelho na faculdade sem nenhum vínculo com alguma denominação religiosa e, assim que me converti, voltei a frequentar a missa (fui criado católico como a maioria dos brasileiros de meu tempo) e cheguei até a ajudar o padre e a formar um grupo de jovens para estudar os evangelhos.
Meu apreço pela Bíblia fez com que me dedicasse a um estudo da mesma, comparando tudo com o catecismo romano. Chamou minha atenção no Catecismo os 10 mandamentos, já que ali os escribas de Roma omitiram o segundo mandamento e dividiram o décimo para manter 10. Além desta, encontrei inúmeras incongruências e erros graves. Como meu compromisso tinha sido assumido com Deus, por intermédio de Jesus Cristo, e com a Sua Palavra e não alguma religião, não fica difícil você concluir qual foi minha decisão.
Portanto, fico contente por saber que você lê a Bíblia, e sugiro que o faça comparando com o catecismo católico romano. Você poderá encontrá-lo (se já não tem) em qualquer livraria católica. Não estou me referindo àqueles pequenos para primeira comunhão, mas ao volume de doutrinas do catolicismo. Aconselho que o faça livre de qualquer influência religiosa, portanto desaconselho que siga qualquer religião. Envolva-se, você só, com Cristo e a Sua Palavra, pedindo ao Pai por sabedoria para conhecer, por meio do Espírito Santo, aquilo que Deus tem revelado. Você fizer isso com sinceridade de coração, ficará surpreso com as descobertas.
Quando os discípulos (não preciso citar versículos pois você conhece) foram levados pelo Senhor até um monte, onde ocorreu a transfiguração, eles viram Moisés e Elias junto com o Senhor. Sem entenderem o que acontecia, quiseram fazer igualmente uma tenda para cada um deles, incluindo o Senhor. No mesmo momento Moisés e Elias, apesar de terem sido grandes servos de Deus, desaparecem completamente da vista deles e a voz do Pai lhes é dirigida exaltando somente o Filho.
Creio que Deus quer nos ensinar com isso que devemos tirar de diante de nossos olhos qualquer pessoa, por mais bem aventurada que seja, para colocar diante de nós somente a Cristo. Já lhe ocorreu que nenhuma menção a Maria é feita nas epístolas? Todavia, desnecessário é dizer que todas elas se ocupam com Cristo, o Senhor.
Para que me conheça melhor, já fui católico romano convertido a Cristo. Ouvi o evangelho na faculdade sem nenhum vínculo com alguma denominação religiosa e, assim que me converti, voltei a frequentar a missa (fui criado católico como a maioria dos brasileiros de meu tempo) e cheguei até a ajudar o padre e a formar um grupo de jovens para estudar os evangelhos.
Meu apreço pela Bíblia fez com que me dedicasse a um estudo da mesma, comparando tudo com o catecismo romano. Chamou minha atenção no Catecismo os 10 mandamentos, já que ali os escribas de Roma omitiram o segundo mandamento e dividiram o décimo para manter 10. Além desta, encontrei inúmeras incongruências e erros graves. Como meu compromisso tinha sido assumido com Deus, por intermédio de Jesus Cristo, e com a Sua Palavra e não alguma religião, não fica difícil você concluir qual foi minha decisão.
Portanto, fico contente por saber que você lê a Bíblia, e sugiro que o faça comparando com o catecismo católico romano. Você poderá encontrá-lo (se já não tem) em qualquer livraria católica. Não estou me referindo àqueles pequenos para primeira comunhão, mas ao volume de doutrinas do catolicismo. Aconselho que o faça livre de qualquer influência religiosa, portanto desaconselho que siga qualquer religião. Envolva-se, você só, com Cristo e a Sua Palavra, pedindo ao Pai por sabedoria para conhecer, por meio do Espírito Santo, aquilo que Deus tem revelado. Você fizer isso com sinceridade de coração, ficará surpreso com as descobertas.
Voce não reconhece o Papa?
Você tenta demonstrar que o Papa é autoridade legítima da igreja. Vamos às passagens que enviou tentando comprovar isso:
* Mateus 16.18,19 - Aqui está uma passagem que causa confusão. Não adianta eu apresentar as razoes que já deve ter escutado de protestantes, sobre a diferença entre a palavra Pedra e Rocha no grego, mesmo porque Mateus foi escrito em aramaico. Mas sugiro que procure outras passagens na Bíblia que mostram quem é a Rocha ou Pedra: Deuteronômio 32:4,15,18,30,31. Isto somente em um capítulo da Bíblia. Mas se ainda estivermos em duvida, podemos perguntar a quem foi protagonista da conversa, ou melhor, Pedro:
Pedro, quem é a Pedra? "Ele (Cristo), pedra viva que os homens rejeitaram, mas escolhida e preciosa aos olhos de Deus" 1 Pedro 2.4-10.
Sugiro que leia tudo, e se estiver lendo na Bíblia Ave Maria verá o subtítulo que foi acrescentado dizendo: "Cristo é a Pedra Angular", possivelmente referindo-se a Efésios 2.20: "Jesus Cristo é a principal pedra da esquina".
Prezado, existe uma Igreja Católica Romana real e existe uma que se tenta vender aos fiéis e pouca gente vai investigar se não está sendo enganado pela propaganda. O que transcrevo abaixo pertence a essa mesma Igreja Católica Romana e foi escrito por um historiador católico romano:
"De todos os Pais que interpretaram estas passagens nos Evangelhos (Mateus 16.18; João 21.17), nem um só as aplica aos bispos romanos como sucessores de Pedro... Nenhum deles explicou a rocha ou fundamento sobre a qual Cristo iria construir Sua Igreja como sendo o oficio dado a Pedro para ser transmitido aos seus sucessores, mas eles entendiam que se tratava ou do próprio Cristo, ou da confissão de fé de Pedro em Cristo; com freqüência ambas eram aceitas." Ignaz von Dollinger - “The Pope and The Council” (1869) pág. 74.
"...Pois para os Pais trata-se da fé de Pedro - ou o Senhor em Quem Pedro tem fé - que é chamado de Rocha, não Pedro. Todos os Concílios da igreja, desde Nicéia no quarto século, ate Constancia no décimo quinto concordam que o próprio Cristo é o único fundamento da igreja, isto é, a Rocha sobre a qual a igreja permanece" Pedro de Rosa, historiador católico romano em "Vigários de Cristo: O Lado Negro do Papado” (1988) pág. 24,25.
Minha sugestão é a seguinte: LEIA mais. Leia livros históricos, mesmo católicos. Informe-se.
Quanto à passagem "Pedro, tu me amas ? Apascenta minhas ovelhas...", isto foi dito a Pedro, e ele apascentou as ovelhas de Cristo. E aos anciãos, ou presbíteros, Pedro exortou a que fizessem o mesmo, lembrando-lhes quem era o Sumo Pastor em 1 Pedro 5.4. Por falar nisso, Hebreus 3.1 nos mostra Quem é o Sumo Sacerdote para o cristão.
Não existe idéia de sucessão apostólica na Bíblia. Pelo contrario, o apóstolo Paulo, apóstolo dos gentios, ao se despedir dos anciãos de Éfeso não os encomendou a Pedro ou a algum sucessor. Vamos ler: "Agora eu vos encomendo a Deus e a palavra da Sua graça, 'Aquele que é poderoso para edificar e dar herança com os santificados" Atos 20.32.
* Lucas 22.31 - Vou deixar de comentar esta passagem pois se trata do Senhor apenas avisando o que Pedro iria passar antes da crucificação. Nada de extraordinário em o Senhor pedir que confirmasse os irmãos. Algo que Pedro fez bem, como vemos em Atos.
* Romanos 13.5 - Todo o contexto fala de autoridade em geral, mas pela expressão "espada" do versículo 4, "castigo" do versículo 5 e "impostos" do vers. 6 me faz entender que esteja mais para autoridade no sentido secular. Espada, castigo e impostos eram meios usados pela igreja romana na idade media, quando seu poder se misturava com o poder secular.
* Mateus 16.18,19 - Aqui está uma passagem que causa confusão. Não adianta eu apresentar as razoes que já deve ter escutado de protestantes, sobre a diferença entre a palavra Pedra e Rocha no grego, mesmo porque Mateus foi escrito em aramaico. Mas sugiro que procure outras passagens na Bíblia que mostram quem é a Rocha ou Pedra: Deuteronômio 32:4,15,18,30,31. Isto somente em um capítulo da Bíblia. Mas se ainda estivermos em duvida, podemos perguntar a quem foi protagonista da conversa, ou melhor, Pedro:
Pedro, quem é a Pedra? "Ele (Cristo), pedra viva que os homens rejeitaram, mas escolhida e preciosa aos olhos de Deus" 1 Pedro 2.4-10.
Sugiro que leia tudo, e se estiver lendo na Bíblia Ave Maria verá o subtítulo que foi acrescentado dizendo: "Cristo é a Pedra Angular", possivelmente referindo-se a Efésios 2.20: "Jesus Cristo é a principal pedra da esquina".
Prezado, existe uma Igreja Católica Romana real e existe uma que se tenta vender aos fiéis e pouca gente vai investigar se não está sendo enganado pela propaganda. O que transcrevo abaixo pertence a essa mesma Igreja Católica Romana e foi escrito por um historiador católico romano:
"De todos os Pais que interpretaram estas passagens nos Evangelhos (Mateus 16.18; João 21.17), nem um só as aplica aos bispos romanos como sucessores de Pedro... Nenhum deles explicou a rocha ou fundamento sobre a qual Cristo iria construir Sua Igreja como sendo o oficio dado a Pedro para ser transmitido aos seus sucessores, mas eles entendiam que se tratava ou do próprio Cristo, ou da confissão de fé de Pedro em Cristo; com freqüência ambas eram aceitas." Ignaz von Dollinger - “The Pope and The Council” (1869) pág. 74.
"...Pois para os Pais trata-se da fé de Pedro - ou o Senhor em Quem Pedro tem fé - que é chamado de Rocha, não Pedro. Todos os Concílios da igreja, desde Nicéia no quarto século, ate Constancia no décimo quinto concordam que o próprio Cristo é o único fundamento da igreja, isto é, a Rocha sobre a qual a igreja permanece" Pedro de Rosa, historiador católico romano em "Vigários de Cristo: O Lado Negro do Papado” (1988) pág. 24,25.
Minha sugestão é a seguinte: LEIA mais. Leia livros históricos, mesmo católicos. Informe-se.
Quanto à passagem "Pedro, tu me amas ? Apascenta minhas ovelhas...", isto foi dito a Pedro, e ele apascentou as ovelhas de Cristo. E aos anciãos, ou presbíteros, Pedro exortou a que fizessem o mesmo, lembrando-lhes quem era o Sumo Pastor em 1 Pedro 5.4. Por falar nisso, Hebreus 3.1 nos mostra Quem é o Sumo Sacerdote para o cristão.
Não existe idéia de sucessão apostólica na Bíblia. Pelo contrario, o apóstolo Paulo, apóstolo dos gentios, ao se despedir dos anciãos de Éfeso não os encomendou a Pedro ou a algum sucessor. Vamos ler: "Agora eu vos encomendo a Deus e a palavra da Sua graça, 'Aquele que é poderoso para edificar e dar herança com os santificados" Atos 20.32.
* Lucas 22.31 - Vou deixar de comentar esta passagem pois se trata do Senhor apenas avisando o que Pedro iria passar antes da crucificação. Nada de extraordinário em o Senhor pedir que confirmasse os irmãos. Algo que Pedro fez bem, como vemos em Atos.
* Romanos 13.5 - Todo o contexto fala de autoridade em geral, mas pela expressão "espada" do versículo 4, "castigo" do versículo 5 e "impostos" do vers. 6 me faz entender que esteja mais para autoridade no sentido secular. Espada, castigo e impostos eram meios usados pela igreja romana na idade media, quando seu poder se misturava com o poder secular.
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A Igreja não ensina?
Você ficou surpreso com minha afirmação de que não existe na Bíblia qualquer afirmação de que a igreja ensine ou que deva ensinar. Ficamos tão acostumados com expressões como “a igreja ensina que...” ou “os ensinamentos da igreja...” ou "aprendemos com a igreja que..." que não vamos conferir o que diz a Palavra de Deus. Vamos às passagens que você enviou e que supostamente deveriam provar que a igreja ensina:
* 2 Timóteo 2.2: Homens ensinam. Você sabe que a Igreja é a noiva de Cristo (leia Apocalipse), e é apresentada em tipo, como noiva, em Eva, Rebeca e outras mulheres do Antigo Testamento. Até mesmo na parábola das dez virgens, vemos o caráter da Igreja como de uma mulher em relação ao seu Noivo. E a falsa Igreja, em Apocalipse 18, é também apresentada como uma mulher, só que uma prostituta pois se vendeu para os reis da terra.
Onde quero chegar? 1 Timóteo 2.11-14 traz uma ordem dada pela Palavra de Deus para que a mulher não ensine. As coisas espirituais devem ser ensinadas por homem (e todo bom católico sabe disso, ou então se ordenariam mulheres para cargos de pastoreio e ensino nas fileiras romanas). Se ler novamente o que escrevi, disse que "a Igreja não ensina", e isto está dentro do seu caráter de noiva, em submissão ao marido que é Cristo. Na doutrina dos apóstolos são homens, individualmente, que ensinam. Em Atos 2:42 eles perseveravam na doutrina "dos apóstolos", não da Igreja.
* 2 Tessalonicenses 2.13 - Creio que quis que eu olhasse o versículo 14. Como disse acima, "dos apóstolos", não da Igreja.
* 2 Tessalonicenses 2.15 - Mais uma vez, "dos apóstolos". Uma delas o apostolo menciona em 1 Coríntios 11.2 em diante, que era para que as mulheres cobrissem a cabeça quando orassem ou profetizassem (falassem de Deus). Antigamente os católicos romanos também obedeciam a Palavra de Deus neste ponto, mas parece que acabaram concluindo que aquilo fazia parte dos costumes da época. Uma leitura de 1 Coríntios 11.10 deixa claro que a mulher deve cobrir a cabeça não por causa dos costumes da época, mas por causa dos anjos. Os anjos continuam anjos e para eles não existem modas nem costumes. Portanto isto continua válido. Infelizmente muitos cristãos não aceitam, não apenas isto, mas também o lugar que a mulher deve ocupar na Igreja.
* 2 Pedro 3.16 - A versão Loyola traz: "homens sem instrução e inconstantes deformam". Ave Maria: "espíritos ignorantes ou pouco fortalecidos deturpam". Almeida: "indoutos e inconstantes torcem". Deixei a Bíblia de Jerusalém no escritório, mas você pode conferir nela também. Em todos os casos fala de homens com más intenções. Não diz nada sobre Igreja ensinando. Acho que já comentei estas passagens para você.
* Mateus 18.15... -Todo o trecho trata de um ato judicial ou de disciplina dentro da Igreja. Nada que endosse a idéia de que a Igreja ensina. O problema é que quando falamos de Igreja falamos de coisas diferentes. Você pensa logo na Santa Sé. Eu penso no Corpo de Cristo ou na expressão local, que são os reunidos ao Nome dEle. Sugiro que comece a pesquisar o que é Igreja segundo os moldes bíblicos.
* Lucas 10.16 - O Senhor aqui está se dirigindo aos "outros setenta" discípulos (alem dos doze, creio eu) que enviou como precursores Seus (veja Lucas 10.1), de dois em dois, a todas as cidades aonde o Senhor iria depois. No final, em Lucas 22.35,36, apos a completa rejeição por parte do povo, Ele mostra que estariam a partir de então em um outro caráter. Mas voltando para o versículo que citou, não encontro nada ali que justifique a idéia de que a Igreja ensina. Aqueles setenta eram judeus enviados aos judeus. A Igreja ainda não tinha sido formada, o que somente aconteceu no dia de Pentecostes, em Atos 2.
Olhei todos os versículos que citou. Será que o que escrevi está errado? Paulo era um homem que podia andar com boa consciência (Atos 23.1) porque não tinha compromisso com homem algum (Gálatas 1.1), e nem com os outros apóstolos (Gálatas 1.17). Quando o Senhor falava com ele, Paulo escutava e obedecia. Este é o espírito que devemos ter também.
Seja sincero. Leia tudo sem preconceitos. Julgue pela Palavra de Deus e não responda com a desculpa de que o clero é seu cérebro e que não precisa mais inventar a roda. Você é um ser humano que terá que dar contas a Deus, e não aos padres, quando sair deste mundo. E de nada adiantará se quiser transferir a responsabilidade para algum ensino errôneo. Você é responsável perante Deus e é melhor ir começando a cortar o cordão umbilical e pensar como homem diante de Deus.
* 2 Timóteo 2.2: Homens ensinam. Você sabe que a Igreja é a noiva de Cristo (leia Apocalipse), e é apresentada em tipo, como noiva, em Eva, Rebeca e outras mulheres do Antigo Testamento. Até mesmo na parábola das dez virgens, vemos o caráter da Igreja como de uma mulher em relação ao seu Noivo. E a falsa Igreja, em Apocalipse 18, é também apresentada como uma mulher, só que uma prostituta pois se vendeu para os reis da terra.
Onde quero chegar? 1 Timóteo 2.11-14 traz uma ordem dada pela Palavra de Deus para que a mulher não ensine. As coisas espirituais devem ser ensinadas por homem (e todo bom católico sabe disso, ou então se ordenariam mulheres para cargos de pastoreio e ensino nas fileiras romanas). Se ler novamente o que escrevi, disse que "a Igreja não ensina", e isto está dentro do seu caráter de noiva, em submissão ao marido que é Cristo. Na doutrina dos apóstolos são homens, individualmente, que ensinam. Em Atos 2:42 eles perseveravam na doutrina "dos apóstolos", não da Igreja.
* 2 Tessalonicenses 2.13 - Creio que quis que eu olhasse o versículo 14. Como disse acima, "dos apóstolos", não da Igreja.
* 2 Tessalonicenses 2.15 - Mais uma vez, "dos apóstolos". Uma delas o apostolo menciona em 1 Coríntios 11.2 em diante, que era para que as mulheres cobrissem a cabeça quando orassem ou profetizassem (falassem de Deus). Antigamente os católicos romanos também obedeciam a Palavra de Deus neste ponto, mas parece que acabaram concluindo que aquilo fazia parte dos costumes da época. Uma leitura de 1 Coríntios 11.10 deixa claro que a mulher deve cobrir a cabeça não por causa dos costumes da época, mas por causa dos anjos. Os anjos continuam anjos e para eles não existem modas nem costumes. Portanto isto continua válido. Infelizmente muitos cristãos não aceitam, não apenas isto, mas também o lugar que a mulher deve ocupar na Igreja.
* 2 Pedro 3.16 - A versão Loyola traz: "homens sem instrução e inconstantes deformam". Ave Maria: "espíritos ignorantes ou pouco fortalecidos deturpam". Almeida: "indoutos e inconstantes torcem". Deixei a Bíblia de Jerusalém no escritório, mas você pode conferir nela também. Em todos os casos fala de homens com más intenções. Não diz nada sobre Igreja ensinando. Acho que já comentei estas passagens para você.
* Mateus 18.15... -Todo o trecho trata de um ato judicial ou de disciplina dentro da Igreja. Nada que endosse a idéia de que a Igreja ensina. O problema é que quando falamos de Igreja falamos de coisas diferentes. Você pensa logo na Santa Sé. Eu penso no Corpo de Cristo ou na expressão local, que são os reunidos ao Nome dEle. Sugiro que comece a pesquisar o que é Igreja segundo os moldes bíblicos.
* Lucas 10.16 - O Senhor aqui está se dirigindo aos "outros setenta" discípulos (alem dos doze, creio eu) que enviou como precursores Seus (veja Lucas 10.1), de dois em dois, a todas as cidades aonde o Senhor iria depois. No final, em Lucas 22.35,36, apos a completa rejeição por parte do povo, Ele mostra que estariam a partir de então em um outro caráter. Mas voltando para o versículo que citou, não encontro nada ali que justifique a idéia de que a Igreja ensina. Aqueles setenta eram judeus enviados aos judeus. A Igreja ainda não tinha sido formada, o que somente aconteceu no dia de Pentecostes, em Atos 2.
Olhei todos os versículos que citou. Será que o que escrevi está errado? Paulo era um homem que podia andar com boa consciência (Atos 23.1) porque não tinha compromisso com homem algum (Gálatas 1.1), e nem com os outros apóstolos (Gálatas 1.17). Quando o Senhor falava com ele, Paulo escutava e obedecia. Este é o espírito que devemos ter também.
Seja sincero. Leia tudo sem preconceitos. Julgue pela Palavra de Deus e não responda com a desculpa de que o clero é seu cérebro e que não precisa mais inventar a roda. Você é um ser humano que terá que dar contas a Deus, e não aos padres, quando sair deste mundo. E de nada adiantará se quiser transferir a responsabilidade para algum ensino errôneo. Você é responsável perante Deus e é melhor ir começando a cortar o cordão umbilical e pensar como homem diante de Deus.
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Quais profecias sobre o Messias se cumpriram?
Gostei de saber que conhece o texto bíblico mais do que eu em seus detalhes históricos. Tentei mostrar a você o cumprimento do que entendo ser uma profecia bíblica a respeito de Tiro, e não apenas uma maldição rogada, visto terem seus detalhes se cumprido fielmente, a saber, que a cidade de Tiro (na campina) seria destruída (Ez 26:8), que muitas nações viriam contra Tiro (26:3), que seria convertida em uma penha (26:4), que os pescadores a usariam para secar suas redes (26:5), que seus despojos seriam lançados ao mar (sem o que não serviria para enxugar as redes) (26:12), que nunca mais seria reconstruída (26:14) (a Tiro que conhecemos hoje não é a mesma). Se prefere chamar de maldição, e não profecia, o certo é que tudo se cumpriu literalmente.
Todavia eu poderia relacionar aqui outras profecias cumpridas à semelhança de Tiro, mas vejo que não seria de ajuda. As escrituras só podem ser compreendidas quando aceitas pela fé, que é a certeza ou convicção de fatos que não vemos. O mesmo se dá com a salvação, que se recebe pela fé em Cristo Jesus, reconhecendo que Ele cumpriu as santas demandas judiciais de Deus na cruz, recebendo sobre Si a culpa e o castigo pelo pecado.
Por falar em Cristo, talvez algumas profecias cumpridas em Sua Pessoa possam ajudar para que você volte o seu olhar para as coisas eternas. Cristo é Deus feito homem. Nenhuma mente humana pode compreender isto, só aceitar o que Deus diz em Sua Palavra. Ele foi anunciado, Sua Pessoa, Suas características, Sua obra, desde o Gênesis.
Há muitas outras profecias, como a encontrada em Daniel 9:26 que mostra uma sequência interessante: O Messias viria, teria sua vida tirada e depois a cidade seria destruída (Jerusalém foi destruída em 70 AD). Seria interessante saber o que pensa destas profecias e seu cumprimento. Coincidência? Manipulação? Também gostaria de saber o que pensa do seu destino eterno.
Todavia eu poderia relacionar aqui outras profecias cumpridas à semelhança de Tiro, mas vejo que não seria de ajuda. As escrituras só podem ser compreendidas quando aceitas pela fé, que é a certeza ou convicção de fatos que não vemos. O mesmo se dá com a salvação, que se recebe pela fé em Cristo Jesus, reconhecendo que Ele cumpriu as santas demandas judiciais de Deus na cruz, recebendo sobre Si a culpa e o castigo pelo pecado.
Por falar em Cristo, talvez algumas profecias cumpridas em Sua Pessoa possam ajudar para que você volte o seu olhar para as coisas eternas. Cristo é Deus feito homem. Nenhuma mente humana pode compreender isto, só aceitar o que Deus diz em Sua Palavra. Ele foi anunciado, Sua Pessoa, Suas características, Sua obra, desde o Gênesis.
- Nascido de mulher: Gn 3:15 - Mt 1:20; Gl 4:4
- Nascido de uma virgem: Is 7:14 - Mt 1:18
- Filho de Deus: Sl 2:7 - Mt 3:17
- Descendente de Abraão: Gn 22:18 - Mt 1:1
- Descendente de Isaque: Gn 21:12 - Lc 3:23, 34
- Descendente de Jacó: Nm 24:17 - Lc 1:23
- Da tribo de Judá: Gn 49:10 - Lc 3:23,33
- Descendente de Jessé: Is 11:1 - Lc 3:32
- Da casa de Davi: Jr 23:5 - Lc 3:31
- Nascido em Belém: Mq 5:2 - Mt 2:1
- Presenteado por reis: Sl 72:10 - Mt 2:1,11
- Matança das crianças: Jr 31:15 - Mt 2:16
- Chamado Emanuel: Is 7:14 - Mt 1:23
- Profeta: Dt 18:18 - Mt 21:11
- Sacerdote: Sl 110:4 - Hb 3:1
- Rei: Sl 2:6 - Mt 27:37
- Precedido por um mensageiro: Is 40:3 - Mt 3:1,2
- Início do ministério na Galiléia: Is 9:1 - Mt 4:12
- Faria milagres: Is 35:5 - Mt 9:35
- Falaria por parábolas: Sl 78:2 - Mt 13:34
- Entraria no templo: Ml 3:1 - Mt 21:12
- Entraria em Jerusalém montado num jumento: Zc 9:9 - Lc 19:35-37
- Seria tropeço para os judeus: Sl 118:22 - 1 Pd 2:7
- Porém luz para os gentios: Is 60:3 - At 13:47,48
- Ressuscitaria: Sl 16:10 - At 2:31
- Subiria ao céu: Sl 68:18 - At 1:9
- Traído por um amigo: Sl 41:9 - Mt 10:4
- Vendido por 30 (não 29) moedas de prata: Zc 11:12 - Mt 26:15
- O dinheiro seria jogado (não colocado) na casa de Deus: Zc 11:13 - Mt 27:5
- O preço de um campo de oleiro: Zc 11:13 - Mt 27:7
- Abandonado pelos discípulos: Zc 13:7 - Mc 14:50
- Acusado por falsas testemunhas: Sl 35:11 - Mt 26:59-61
- Mudo diante dos acusadores: Is 53:7 - Mt 27:12-19
- Ferido: Is 53:5 - Mt 27:26
- Cuspido: Is 50:6 - Mt 26:67
- Escarnecido: Sl 22:7,8 - Mt 27:31
- Mãos e pés traspassados: Sl 22:16 - Lc 23:33
- Crucificado com malfeitores: Is 53:12 - Mt 27:38
- Intercedeu pelos que O perseguiam: Is 53:12 - Lc 23:34
- Desprezado pelo Seu povo: Is 53:3 - Jo 7:5
- Os amigos ficariam longe: Sl 38:11 - Lc 23:49
- Roupas sorteadas: Sl 22:18 - Jo 19:23,24
- Sentiu sede: Sl 69:21 - Jo 19:28
- Deram-Lhe vinagre: Sl 69:21 - Mt 27:34
- Clamor a Deus: Sl 22:1 - Mt 27:46
- Encomendou-Se a Deus: Sl 31:5 - Lc 23:46
- Os ossos não seriam quebrados: Sl 34:20 - Jo 19:33
- Sepultado no túmulo de um rico: Is 53:9 - Mt 27:57-60
Há muitas outras profecias, como a encontrada em Daniel 9:26 que mostra uma sequência interessante: O Messias viria, teria sua vida tirada e depois a cidade seria destruída (Jerusalém foi destruída em 70 AD). Seria interessante saber o que pensa destas profecias e seu cumprimento. Coincidência? Manipulação? Também gostaria de saber o que pensa do seu destino eterno.
O cristão é intolerante?
A resposta é sim e não. Se você levar em conta os 2 mil anos de história do cristianismo e todo o sangue derramado nas Cruzadas, na Inquisição e em outras perseguições, então não há como negar que os cristãos são intolerantes. Mas não deveriam ser, porque não é isso que encontramos no Novo Testamento, muito pelo contrário.
A intolerância religiosa tem seus fundamentos na crença da superioridade, não da fé, mas da pessoa que professa essa fé. Quando você, que crê em Cristo, se acha melhor do que alguém que não crê ou até mesmo que não crê da mesma forma que você, a semente da intolerância já se instalou em seu coração. Agora ela vai crescer e se revelar em muitos aspectos.
Até que faria sentido alguém se sentir superior às outras pessoas, se a salvação fosse por mérito pessoal e os dons fossem desenvolvidos por evolução ou esforço próprio. Mas no caso do cristianismo, a salvação é pela graça somente, por meio da fé, e não vem de nós mas é uma dádiva de Deus.
Da mesma forma os dons espirituais, como o próprio nome já diz, são dons ou dádivas ou presentes. Ninguém os merece pois, assim como acontece com a salvação, Cristo os dá segundo a Sua vontade por intermédio do Espírito Santo. Portanto, não há qualquer fundamento para um cristão se considerar superior às outras pessoas.
O sentimento de superioridade leva ao próximo passo, que é a separação. Não falo aqui da separação do mal ou do pecado, que todo cristão deveria cultivar. Deus deseja que eu ande em santidade de vida, e se vivo por aí na companhia de incrédulos ou pessoas que vivem no pecado praticando os mesmos pecados, estou errado. Devo me separar do mal, mas não devo me separar das pessoas.
Como é isso? Não devo me tornar inacessível a elas, colocando-me em uma redoma de pureza e virando um intocável. O Senhor jamais agiu assim. Ele sempre esteve em contato com pecadores, muito embora fosse sem pecado e nem em pensamento concordava ou se fazia cúmplice de suas práticas pecaminosas. Mas Ele se deixava tocar por eles e comia com pessoas de má reputação, algo que dava aos fariseus razões para acusá-lo. Lembre-se de que Deus ama o pecador, mas abomina o pecado, e todo cristão deve fazer o mesmo.
Quando falo de ser acessível, não estou incluindo aqui os hereges, aqueles que deliberadamente andam por aí disseminando má doutrina ou buscando discípulos para segui-los. Destes devemos manter distância. Veja o que diz a Palavra de Deus:
Tt 3:10-11 "Ao homem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o, sabendo que esse tal está pervertido, e peca, estando já em si mesmo condenado".
2 Jo 1:9-11 "Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho. Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. Porque quem o saúda tem parte nas suas más obras".
Recapitulando, primeiro vem sentimento de superioridade, e depois a discriminação e a separação das pessoas, e não apenas de seus costumes ou práticas, tornando-se inacessível a elas. O próximo estágio da intolerância religiosa é a perseguição passiva, que é a crítica constante, geralmente carregada de sarcasmo e ironia. Isso dá ao intolerante uma sensação de bem estar, pois reforça seu sentimento de superioridade.
Pessoas assim geralmente não estão muito inclinadas a pregar o evangelho e nem tampouco a ajudar aqueles que estão no erro, pois quanto mais gente errada ele encontrar, melhor a sensação que terá de superioridade. Obviamente a Palavra de Deus condena isso e nos estimula, não apenas a pregar o evangelho aos incrédulos, como a ajudar aqueles que estão no erro.
Tg 5:19-20 "Irmãos, se algum dentre vós se tem desviado da verdade, e alguém o converter, Saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador, salvará da morte uma alma, e cobrirá uma multidão de pecados".
A etapa final na escada da intolerância religiosa é atingida quando a pessoa passa a perseguir, direta ou indiretamente, aqueles que não pensam como ela. É comum cristãos se intrometerem em política para querer forçar a sociedade a adotar a sua forma de pensar, criando às vezes situações de perseguição contra aqueles que não pensam da mesma maneira.
Na época em que o Senhor Jesus andou aqui, e depois também no tempo dos apóstolos, a iniquidade e imoralidade corriam soltas. Quando os arqueólogos descobriram as ruínas de Pompéia e Herculano foi possível ver como viviam os romanos da antiguidade, pois as casas foram preservadas com seus afrescos pintados nas paredes em perfeito estado de conservação. As cenas nas paredes de muitas casas mais pareciam manuais de sexo segundo os padrões de nossos dias. A imoralidade fazia parte da vida normal dos romanos.
Se hoje a pedofilia é crime, naquela época era comum homens ricos comprarem meninos para usá-los como escravos sexuais. A prostituição era aceita como uma alternativa para o casal, caso um deles estivesse indisposto, e sabemos que em muitos países do Oriente isso também fazia parte da cultura até há poucos anos (se é que ainda não faz). O homossexualismo também era prática normal entre os romanos.
Se hoje nos espantamos com abortos, os romanos viam com naturalidade, não apenas abortar, mas também abandonar bebês ao relento caso tivessem nascido com algum defeito, fosse uma menina ou simplesmente nascesse na hora em que o casal não desejasse. Antes que você se espante com isso, saiba que algumas tribos brasileiras ainda praticam o infanticídio sob as vistas grossas do governo que prefere não interferir nos costumes nativos.
Agora veja que em todos os quatro evangelhos, Atos e epístolas, não há qualquer indicação de que Jesus, seus discípulos ou mais tarde a igreja, interferissem na política ou costumes do mundo para tentar mudá-los. Obviamente, quando uma pessoa se convertia ela passava a viver sob outra atmosfera e aí sim seus costumes deviam mudar. Com isso ela até poderia acabar influenciando a sociedade por seu modo de andar, mas não era uma influência ativa.
Perder isso de vista é não entender que o mundo jaz no maligno e que o cristão não tem nada a ver com o príncipe deste mundo ou com o modo como as coisas andam. Não haverá um mundo melhor, mais seguro, honesto e puro antes que Cristo volte para estabelecer o seu reino.
Nessa etapa da intolerância o cristão pode se achar investido de poder divino sobre a vida e a morte. Nos EUA é comum casos de cristãos fundamentalistas assassinarem médicos de clínicas de aborto. Vi um pastor numa entrevista em um jornal da CNN ou Fox News, não me recordo bem, que apoiava o homem que matou um médico que praticava aborto. Ele alegava que o médico estava matando crianças inocentes e precisava pagar por isso. Na falta da ação da lei, alguém precisou tomar uma providência.
Não estou considerando como corretas ou aceitáveis coisas como aborto, infanticídio, prostituição, homossexualismo ou pedofilia. O que estou dizendo é que o cristão não é deste mundo, e quando se intromete nos assuntos da política ou costumes daqui, o que nem mesmo o Senhor Jesus fez, acaba caminhando na direção de extremos, como a perseguição que alguns que se dizem cristãos promovem contra homossexuais ou médicos de clínicas de aborto, por exemplo.
Volto a lembrar que sempre que encontramos alguém que não pensa igual, sentimo-nos superiores e é aí que mora o perigo. Uma vez o corredor Alex Dias Ribeiro foi correr em Mônaco e decidiu espalhar ao longo do percurso faixas com sua frase preferida, "Cristo Salva", a qual também levava em seu carro. Recebeu um recado do bispo da cidade perguntando com autorização de quem ele estava usando o nome de Cristo.
Os casos mais extremos que conhecemos dessa etapa de intolerância são as Cruzadas, quando a própria igreja de Roma patrocinava e apoiava soldados para que fossem reconquistar Jerusalém no fio da espada. A Inquisição é outro exemplo de onde a intolerância pode chegar quando o cristão se considera superior às outras pessoas, se separa delas tornando-se inacessível, passa a criticá-las e a zombar delas, até chegar a matá-las como se estivesse fazendo a vontade de Deus.
É importante entender que muitos que praticam essas barbaridades estão acreditando piamente estarem fazendo um favor a Deus. Não precisa ir longe. Você já deve ter visto que há várias passagens em sua Bíblia que não constam nos manuscritos mais antigos, tendo sido adicionadas por copistas, que em seu excesso de zelo, não pensaram duas vezes antes de adulterar a Palavra de Deus. Dou dois exemplos:
1 Jo 5:7 "Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um".
At 8:37 "E disse Filipe: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus".
Geralmente estes acréscimos eram feitos por algum copista à margem do texto com a intenção de explicá-lo, como são as notas de rodapé das Bíblias atuais. Aí vinha outro copista e acabava incluindo aquele trecho na sequência do texto. Lembre-se de que antes do século 15 não havia impressão e as cópias eram feitas à mão. Muitas das ações de intolerância começam com a melhor das intenções, mas o excesso de zelo também leva ao erro. Lembre-se de que os fariseus eram tão zelosos que ordenaram que o corpo de Jesus fosse tirado da cruz na sexta feira para não profanar o sábado, quando esse trabalho não seria permitido segundo a lei dada a Moisés. Tão zelosos eles eram e nem percebiam que tinham condenado seu Messias.
O melhor remédio para evitarmos a intolerância religiosa é olharmos para a maneira de proceder do Senhor Jesus. Veja o caso dos samaritanos, que eram pessoas que praticavam uma forma deturpada de judaísmo. Um judeu da época podia até conversar com um incrédulo pagão, mas não conversava com um samaritano, pois se sentia ofendido com a distorção que ele fazia de sua religião.
Lc 9:51-56 "E aconteceu que, completando-se os dias para a sua assunção, manifestou o firme propósito de ir a Jerusalém. E mandou mensageiros adiante de si; e, indo eles, entraram numa aldeia de samaritanos, para lhe prepararem pousada, Mas não o receberam, porque o seu aspecto era como de quem ia a Jerusalém. E os seus discípulos, Tiago e João, vendo isto, disseram: Senhor, queres que digamos que desça fogo do céu e os consuma, como Elias também fez? Voltando-se, porém, repreendeu-os, e disse: Vós não sabeis de que espírito sois. Porque o Filho do homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las. E foram para outra aldeia".
Em João 4 encontramos o Senhor à beira de um poço pedindo água a uma mulher samaritana, o que surpreende a mulher e, mais tarde, seus próprios discípulos, porque ninguém esperava que um judeu conversasse com uma mulher samaritana. Porém nós vemos Jesus se interessar por aquilo que ela estava fazendo ali, que era tirar água, colocar-se humildemente na condição de um necessitado, criando uma relação de empatia, oferecer uma alternativa muito melhor a ela, a água viva, e ir pouco a pouco fazendo com que ela revelasse sua vida devassa.
Ele não se isolou ou tornou-se inacessível à mulher. Não chegou a ela de queixo erguido, não zombou de sua vida devassa e nem a ameaçou com fogo e enxofre. Ele foi em amor e ganhou seu coração. Tanto que em outra passagem ele conta uma parábola do homem ferido e caído à beira do caminho, desprezado pelo sacerdote e pelo levita, porém socorrido pelo samaritano. Sabe quem representa aquele samaritano da história, que salva o homem, cura suas feridas, o carrega a uma estalagem e paga por sua estadia ali? O próprio Senhor, que não deixou de nos salvar, apesar de nossa condição lastimável. Se olhássemos mais para o modo como o Senhor andou aqui, teríamos menos problemas com a intolerância.
A intolerância religiosa tem seus fundamentos na crença da superioridade, não da fé, mas da pessoa que professa essa fé. Quando você, que crê em Cristo, se acha melhor do que alguém que não crê ou até mesmo que não crê da mesma forma que você, a semente da intolerância já se instalou em seu coração. Agora ela vai crescer e se revelar em muitos aspectos.
Até que faria sentido alguém se sentir superior às outras pessoas, se a salvação fosse por mérito pessoal e os dons fossem desenvolvidos por evolução ou esforço próprio. Mas no caso do cristianismo, a salvação é pela graça somente, por meio da fé, e não vem de nós mas é uma dádiva de Deus.
Da mesma forma os dons espirituais, como o próprio nome já diz, são dons ou dádivas ou presentes. Ninguém os merece pois, assim como acontece com a salvação, Cristo os dá segundo a Sua vontade por intermédio do Espírito Santo. Portanto, não há qualquer fundamento para um cristão se considerar superior às outras pessoas.
O sentimento de superioridade leva ao próximo passo, que é a separação. Não falo aqui da separação do mal ou do pecado, que todo cristão deveria cultivar. Deus deseja que eu ande em santidade de vida, e se vivo por aí na companhia de incrédulos ou pessoas que vivem no pecado praticando os mesmos pecados, estou errado. Devo me separar do mal, mas não devo me separar das pessoas.
Como é isso? Não devo me tornar inacessível a elas, colocando-me em uma redoma de pureza e virando um intocável. O Senhor jamais agiu assim. Ele sempre esteve em contato com pecadores, muito embora fosse sem pecado e nem em pensamento concordava ou se fazia cúmplice de suas práticas pecaminosas. Mas Ele se deixava tocar por eles e comia com pessoas de má reputação, algo que dava aos fariseus razões para acusá-lo. Lembre-se de que Deus ama o pecador, mas abomina o pecado, e todo cristão deve fazer o mesmo.
Quando falo de ser acessível, não estou incluindo aqui os hereges, aqueles que deliberadamente andam por aí disseminando má doutrina ou buscando discípulos para segui-los. Destes devemos manter distância. Veja o que diz a Palavra de Deus:
Tt 3:10-11 "Ao homem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o, sabendo que esse tal está pervertido, e peca, estando já em si mesmo condenado".
2 Jo 1:9-11 "Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho. Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. Porque quem o saúda tem parte nas suas más obras".
Recapitulando, primeiro vem sentimento de superioridade, e depois a discriminação e a separação das pessoas, e não apenas de seus costumes ou práticas, tornando-se inacessível a elas. O próximo estágio da intolerância religiosa é a perseguição passiva, que é a crítica constante, geralmente carregada de sarcasmo e ironia. Isso dá ao intolerante uma sensação de bem estar, pois reforça seu sentimento de superioridade.
Pessoas assim geralmente não estão muito inclinadas a pregar o evangelho e nem tampouco a ajudar aqueles que estão no erro, pois quanto mais gente errada ele encontrar, melhor a sensação que terá de superioridade. Obviamente a Palavra de Deus condena isso e nos estimula, não apenas a pregar o evangelho aos incrédulos, como a ajudar aqueles que estão no erro.
Tg 5:19-20 "Irmãos, se algum dentre vós se tem desviado da verdade, e alguém o converter, Saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador, salvará da morte uma alma, e cobrirá uma multidão de pecados".
A etapa final na escada da intolerância religiosa é atingida quando a pessoa passa a perseguir, direta ou indiretamente, aqueles que não pensam como ela. É comum cristãos se intrometerem em política para querer forçar a sociedade a adotar a sua forma de pensar, criando às vezes situações de perseguição contra aqueles que não pensam da mesma maneira.
Na época em que o Senhor Jesus andou aqui, e depois também no tempo dos apóstolos, a iniquidade e imoralidade corriam soltas. Quando os arqueólogos descobriram as ruínas de Pompéia e Herculano foi possível ver como viviam os romanos da antiguidade, pois as casas foram preservadas com seus afrescos pintados nas paredes em perfeito estado de conservação. As cenas nas paredes de muitas casas mais pareciam manuais de sexo segundo os padrões de nossos dias. A imoralidade fazia parte da vida normal dos romanos.
Se hoje a pedofilia é crime, naquela época era comum homens ricos comprarem meninos para usá-los como escravos sexuais. A prostituição era aceita como uma alternativa para o casal, caso um deles estivesse indisposto, e sabemos que em muitos países do Oriente isso também fazia parte da cultura até há poucos anos (se é que ainda não faz). O homossexualismo também era prática normal entre os romanos.
Se hoje nos espantamos com abortos, os romanos viam com naturalidade, não apenas abortar, mas também abandonar bebês ao relento caso tivessem nascido com algum defeito, fosse uma menina ou simplesmente nascesse na hora em que o casal não desejasse. Antes que você se espante com isso, saiba que algumas tribos brasileiras ainda praticam o infanticídio sob as vistas grossas do governo que prefere não interferir nos costumes nativos.
Agora veja que em todos os quatro evangelhos, Atos e epístolas, não há qualquer indicação de que Jesus, seus discípulos ou mais tarde a igreja, interferissem na política ou costumes do mundo para tentar mudá-los. Obviamente, quando uma pessoa se convertia ela passava a viver sob outra atmosfera e aí sim seus costumes deviam mudar. Com isso ela até poderia acabar influenciando a sociedade por seu modo de andar, mas não era uma influência ativa.
Perder isso de vista é não entender que o mundo jaz no maligno e que o cristão não tem nada a ver com o príncipe deste mundo ou com o modo como as coisas andam. Não haverá um mundo melhor, mais seguro, honesto e puro antes que Cristo volte para estabelecer o seu reino.
Nessa etapa da intolerância o cristão pode se achar investido de poder divino sobre a vida e a morte. Nos EUA é comum casos de cristãos fundamentalistas assassinarem médicos de clínicas de aborto. Vi um pastor numa entrevista em um jornal da CNN ou Fox News, não me recordo bem, que apoiava o homem que matou um médico que praticava aborto. Ele alegava que o médico estava matando crianças inocentes e precisava pagar por isso. Na falta da ação da lei, alguém precisou tomar uma providência.
Não estou considerando como corretas ou aceitáveis coisas como aborto, infanticídio, prostituição, homossexualismo ou pedofilia. O que estou dizendo é que o cristão não é deste mundo, e quando se intromete nos assuntos da política ou costumes daqui, o que nem mesmo o Senhor Jesus fez, acaba caminhando na direção de extremos, como a perseguição que alguns que se dizem cristãos promovem contra homossexuais ou médicos de clínicas de aborto, por exemplo.
Volto a lembrar que sempre que encontramos alguém que não pensa igual, sentimo-nos superiores e é aí que mora o perigo. Uma vez o corredor Alex Dias Ribeiro foi correr em Mônaco e decidiu espalhar ao longo do percurso faixas com sua frase preferida, "Cristo Salva", a qual também levava em seu carro. Recebeu um recado do bispo da cidade perguntando com autorização de quem ele estava usando o nome de Cristo.
Os casos mais extremos que conhecemos dessa etapa de intolerância são as Cruzadas, quando a própria igreja de Roma patrocinava e apoiava soldados para que fossem reconquistar Jerusalém no fio da espada. A Inquisição é outro exemplo de onde a intolerância pode chegar quando o cristão se considera superior às outras pessoas, se separa delas tornando-se inacessível, passa a criticá-las e a zombar delas, até chegar a matá-las como se estivesse fazendo a vontade de Deus.
É importante entender que muitos que praticam essas barbaridades estão acreditando piamente estarem fazendo um favor a Deus. Não precisa ir longe. Você já deve ter visto que há várias passagens em sua Bíblia que não constam nos manuscritos mais antigos, tendo sido adicionadas por copistas, que em seu excesso de zelo, não pensaram duas vezes antes de adulterar a Palavra de Deus. Dou dois exemplos:
1 Jo 5:7 "Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um".
At 8:37 "E disse Filipe: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus".
Geralmente estes acréscimos eram feitos por algum copista à margem do texto com a intenção de explicá-lo, como são as notas de rodapé das Bíblias atuais. Aí vinha outro copista e acabava incluindo aquele trecho na sequência do texto. Lembre-se de que antes do século 15 não havia impressão e as cópias eram feitas à mão. Muitas das ações de intolerância começam com a melhor das intenções, mas o excesso de zelo também leva ao erro. Lembre-se de que os fariseus eram tão zelosos que ordenaram que o corpo de Jesus fosse tirado da cruz na sexta feira para não profanar o sábado, quando esse trabalho não seria permitido segundo a lei dada a Moisés. Tão zelosos eles eram e nem percebiam que tinham condenado seu Messias.
O melhor remédio para evitarmos a intolerância religiosa é olharmos para a maneira de proceder do Senhor Jesus. Veja o caso dos samaritanos, que eram pessoas que praticavam uma forma deturpada de judaísmo. Um judeu da época podia até conversar com um incrédulo pagão, mas não conversava com um samaritano, pois se sentia ofendido com a distorção que ele fazia de sua religião.
Lc 9:51-56 "E aconteceu que, completando-se os dias para a sua assunção, manifestou o firme propósito de ir a Jerusalém. E mandou mensageiros adiante de si; e, indo eles, entraram numa aldeia de samaritanos, para lhe prepararem pousada, Mas não o receberam, porque o seu aspecto era como de quem ia a Jerusalém. E os seus discípulos, Tiago e João, vendo isto, disseram: Senhor, queres que digamos que desça fogo do céu e os consuma, como Elias também fez? Voltando-se, porém, repreendeu-os, e disse: Vós não sabeis de que espírito sois. Porque o Filho do homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las. E foram para outra aldeia".
Em João 4 encontramos o Senhor à beira de um poço pedindo água a uma mulher samaritana, o que surpreende a mulher e, mais tarde, seus próprios discípulos, porque ninguém esperava que um judeu conversasse com uma mulher samaritana. Porém nós vemos Jesus se interessar por aquilo que ela estava fazendo ali, que era tirar água, colocar-se humildemente na condição de um necessitado, criando uma relação de empatia, oferecer uma alternativa muito melhor a ela, a água viva, e ir pouco a pouco fazendo com que ela revelasse sua vida devassa.
Ele não se isolou ou tornou-se inacessível à mulher. Não chegou a ela de queixo erguido, não zombou de sua vida devassa e nem a ameaçou com fogo e enxofre. Ele foi em amor e ganhou seu coração. Tanto que em outra passagem ele conta uma parábola do homem ferido e caído à beira do caminho, desprezado pelo sacerdote e pelo levita, porém socorrido pelo samaritano. Sabe quem representa aquele samaritano da história, que salva o homem, cura suas feridas, o carrega a uma estalagem e paga por sua estadia ali? O próprio Senhor, que não deixou de nos salvar, apesar de nossa condição lastimável. Se olhássemos mais para o modo como o Senhor andou aqui, teríamos menos problemas com a intolerância.
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O batismo salva?
O batismo salva?
Depende do que você entende por salvação. 1 Pd 3:21 diz que o batismo salva. Só que não é a salvação da alma, não é a isenção de uma pena judicial, mas a salvação do que nos cerca. O batismo coloca a pessoa numa nova esfera de responsabilidade e testemunho. Poderíamos dizer que é "salvo" de ser pagão (mesmo que continue incrédulo).
Ao batizar alguém você o traz para dentro da grande casa da profissão cristã (mesmo incrédulo). Ele recebe sobre si o nome de Cristo e passa a ter responsabilidades quanto a esse nome. Num certo sentido, se permanecer incrédulo, sua culpa torna-se ainda maior. Assim, quando Cristo voltar, os países cristãos sofrerão maior juízo do que os países pagãos, como China, o bloco Árabe, Índia, etc. O Ocidente se tornará habitação de chacais durante o Milênio, enquanto Egito e Assíria (hoje pagãos) serão abençoados com Israel e irão a Jerusalém para adorar.
Fugi um pouco do assunto, mas espero para edificação de alguns. A salvação pela fé é a salvação judicial. É Deus não lhe imputando o que você merece. É a fé lhe ser imputada como justiça (leia Rm 4). Você jamais entenderá o evangelho da graça de Deus se não entender Romanos. Se parar na Lei, perde o resto. Se parar nos Evangelhos, recebe o bendito conhecimento da Pessoa de Cristo, mas nada sobre a Igreja. Você não entendera' a Bíblia se não for até as ultimas revelações de Deus que foram dadas a Paulo (relacionadas à Igreja) e a João (das coisas futuras no Apocalipse).
Direto na sua pergunta. "Pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vos; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie". Ef 2:8,9 A Palavra de Deus afirma que a salvação é pela graça de Deus por meio da fé, obviamente nAquele que morreu na cruz, em Cristo e Sua obra expiatória. Expiar significa purgar, retirar o pecado que nos impedia de ter acesso à presença de Deus. Com isto em mente, pergunte a si mesmo: O que ele retirou de você na cruz?.
A graça de Deus está disponível a todos. "Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes." 1 Pd 5:5. Ser humilde é ser nada diante de Deus. É reconhecer-se um lixo, um pecador perdido necessitado de Salvação e aceitá-la integralmente vinda de Deus. É reconhecer que em mim não habita bem algum. É aceitar que Cristo morreu por mim porque eu não poderia fazê-lo. Se existir um átomo de confiança própria, de esperança numa auto-salvação, de anseio por reconhecimento do que você tem feito, então não existe a humildade (leia-se vazio ou rendição) que se exige para receber a graça de Deus. E se achar que já é humilde o suficiente, isso também não é humildade.
Deus é um Deus que perdoa incondicionalmente, por graça, não por barganha. Se reconheço que Ele é um Deus de graça, vou aceitar o perdão completo que Ele oferece. Para isso Cristo morreu. Ele não foi outro Tiradentes mártir, mas o Cordeiro substituto do homem no juízo. Ele morreu por você e por mim. Todos os sacrifícios do AT apontavam para o cordeiro inocente morto no lugar do pecador. Você aceita que Ele morreu em seu lugar? Você aceita que seus pecados foram colocados todos sobre Ele e que aquele corpo santo recebeu o juízo que você deveria receber? Você se reconhece incapaz de uma auto-salvação rendendo-se à infinita graça de Deus e aceitando o perdão gratuito que Ele está oferecendo a você neste exato momento?
Depende do que você entende por salvação. 1 Pd 3:21 diz que o batismo salva. Só que não é a salvação da alma, não é a isenção de uma pena judicial, mas a salvação do que nos cerca. O batismo coloca a pessoa numa nova esfera de responsabilidade e testemunho. Poderíamos dizer que é "salvo" de ser pagão (mesmo que continue incrédulo).
Ao batizar alguém você o traz para dentro da grande casa da profissão cristã (mesmo incrédulo). Ele recebe sobre si o nome de Cristo e passa a ter responsabilidades quanto a esse nome. Num certo sentido, se permanecer incrédulo, sua culpa torna-se ainda maior. Assim, quando Cristo voltar, os países cristãos sofrerão maior juízo do que os países pagãos, como China, o bloco Árabe, Índia, etc. O Ocidente se tornará habitação de chacais durante o Milênio, enquanto Egito e Assíria (hoje pagãos) serão abençoados com Israel e irão a Jerusalém para adorar.
Fugi um pouco do assunto, mas espero para edificação de alguns. A salvação pela fé é a salvação judicial. É Deus não lhe imputando o que você merece. É a fé lhe ser imputada como justiça (leia Rm 4). Você jamais entenderá o evangelho da graça de Deus se não entender Romanos. Se parar na Lei, perde o resto. Se parar nos Evangelhos, recebe o bendito conhecimento da Pessoa de Cristo, mas nada sobre a Igreja. Você não entendera' a Bíblia se não for até as ultimas revelações de Deus que foram dadas a Paulo (relacionadas à Igreja) e a João (das coisas futuras no Apocalipse).
Direto na sua pergunta. "Pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vos; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie". Ef 2:8,9 A Palavra de Deus afirma que a salvação é pela graça de Deus por meio da fé, obviamente nAquele que morreu na cruz, em Cristo e Sua obra expiatória. Expiar significa purgar, retirar o pecado que nos impedia de ter acesso à presença de Deus. Com isto em mente, pergunte a si mesmo: O que ele retirou de você na cruz?.
A graça de Deus está disponível a todos. "Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes." 1 Pd 5:5. Ser humilde é ser nada diante de Deus. É reconhecer-se um lixo, um pecador perdido necessitado de Salvação e aceitá-la integralmente vinda de Deus. É reconhecer que em mim não habita bem algum. É aceitar que Cristo morreu por mim porque eu não poderia fazê-lo. Se existir um átomo de confiança própria, de esperança numa auto-salvação, de anseio por reconhecimento do que você tem feito, então não existe a humildade (leia-se vazio ou rendição) que se exige para receber a graça de Deus. E se achar que já é humilde o suficiente, isso também não é humildade.
Deus é um Deus que perdoa incondicionalmente, por graça, não por barganha. Se reconheço que Ele é um Deus de graça, vou aceitar o perdão completo que Ele oferece. Para isso Cristo morreu. Ele não foi outro Tiradentes mártir, mas o Cordeiro substituto do homem no juízo. Ele morreu por você e por mim. Todos os sacrifícios do AT apontavam para o cordeiro inocente morto no lugar do pecador. Você aceita que Ele morreu em seu lugar? Você aceita que seus pecados foram colocados todos sobre Ele e que aquele corpo santo recebeu o juízo que você deveria receber? Você se reconhece incapaz de uma auto-salvação rendendo-se à infinita graça de Deus e aceitando o perdão gratuito que Ele está oferecendo a você neste exato momento?
Perderei a salvação se voltar a fazer o que fazia?
Fico contente por você ter encontrado o Senhor como seu Salvador (na verdade é sempre o contrário, é Ele quem nos busca e encontra). A nova vida em Cristo não é um mar de rosas, pois o Senhor mesmo disse que "no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo". A questão é que o Senhor sabe que passamos por essas tribulações e por isso cuida de nós. Afinal, somos Suas ovelhas e temos agora um Pai, que é Deus.
Sua intranquilidade tem a ver com a profissão que deixou de exercer em virtude de sua conversão a Cristo. A verdade é que cedo ou tarde você precisaria buscar uma carreira alternativa, e é melhor que isso tenha acontecido por convicção e fé no Senhor do que por necessidade. Não pense que Ele não leva em conta sua lealdade a Ele. Ele está de olho nas decisões que você tomar. Sua dúvida, porém, está em perder ou não sua salvação caso seja obrigada a voltar à profissão que exercia para garantir seu sustento. A questão da segurança e caráter eterno da salvação é muito clara:
Jo 10:27-29 "As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; E dou-lhes a vida eterna, e NUNCA HÃO DE PERECER, E NINGUÉM AS ARREBATARÁ DA MINHA MÃO. Meu Pai, que mas deu, É MAIOR DO QUE TODOS; E NIINGUÉM PODE ARREBATÁ-LAS DA MÃO DE MEU PAI".
A salvação é eterna e por ser eterna não há como perdê-la. O que perdemos quando pecamos ou andamos fora da vontade do Senhor é a comunhão com Deus, como um filho desobediente que o Pai coloca de castigo e com quem deixa de conversar durante algum tempo.
Em casos extremos Deus pode decidir nos levar para Si, caso estejamos mais atrapalhando do que ajudando aqui neste mundo. Foi o que aconteceu com Ananias e Safiras no livro de Atos, quando mentiram para o Espírito Santo querendo aparentar uma generosidade que na realidade não tinham. Como o testemunho da Igreja de Deus estava em seu princípio, Deus foi rigoroso com eles, embora eu acredite que eles estivessem salvos e seguros. É isso que a Bíblia chama de “pecado para morte”, do corpo e não da alma. Isto porque somos salvos para servir a Ele e dar um testemunho dEle neste mundo. Cristo está hoje no céu intercedendo por nós diante do Pai, e nós estamos na terra por Ele, dando um testemunho dEle diante dos homens.
Muitos que se convertem sofrem no início de sua nova vida, mas não exatamente por serem abandonados pelo Senhor, mas por terem feito muitas escolhas erradas no passado, e às vezes isso envolve a profissão ou atividade que exercem para se sustentarem. O versículo que diz que colhemos o que plantamos diz respeito a esta vida. Alguém que tenha sido viciado em drogas ou bebida e depois se converte provavelmente irá sofrer os danos que causou ao seu organismo o resto da vida. Recebemos uma nova vida, mas continuamos no mesmo corpo que poderá ou não funcionar bem, dependendo de como nós o tratamos no passado.
Há profissões que podem ser um problema, pois a pessoa convertida percebe que não poderá mais se manter por meio dela. Em Efésios 4:28 Paulo diz que "Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade". Em outra situação, Paulo fala daqueles que eram servos ou escravos: "Cada um fique na vocação em que foi chamado. Foste chamado sendo servo? não te dê cuidado; e, se ainda podes ser livre, aproveita a ocasião.... Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens". 1 Co 7:20-23 No primeiro caso tratava-se de uma profissão ilegal (o que furtava) e no segundo de uma profissão legal na época, porém penosa (servo ou escravo).
Sua profissão não era ilegal, mas se você sabe que sua atividade anterior pode ser motivo de queda para alguém, então é melhor que você não seja um instrumento para isso. Ao falar de coisas que pudessem nos fazer cair, o Senhor usa de linguagem figurada (obviamente Ele não estava dizendo para alguém arrancar os olhos literalmente ou cortar as mãos) para mostrar o quanto é importante nos livrarmos de tudo aquilo que possa ser instrumento de pecado.
Mat 5:29-30 "Portanto, se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti; pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno. E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que seja todo o teu corpo lançado no inferno".
Em outra ocasião Ele nos fala de coisas que possamos fazer que sirvam de escândalo ou que façam outros tropeçarem: "Lucas 17:1, 2 "E disse aos discípulos: É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem! Melhor lhe fora que lhe pusessem ao pescoço uma mó de atafona, e fosse lançado ao mar, do que fazer tropeçar um destes pequenos".
Neste sentido devemos estar atentos até mesmo aos nossos hábitos, como a comida, por exemplo:
Rom 14:13 “Assim que não nos julguemos mais uns aos outros; antes seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao irmão. Eu sei, e estou certo no Senhor Jesus, que nenhuma coisa é de si mesma imunda [está se referindo a alimentos impuros segundo os padrões judaicos], a não ser para aquele que a tem por imunda; para esse é imunda. Mas, se por causa da comida se contrista teu irmão, já não andas conforme o amor. Não destruas por causa da tua comida aquele por quem Cristo morreu”.
Além do sustento de sua família, agora você precisará também servir de testemunho, o que aumenta a responsabilidade de evitar uma atividade que possa servir de tropeço para seus filhos.
Não há uma resposta ou solução fácil para o caso, mas há uma solução segura que é agarrar-se ao Senhor e confiar que Ele irá prover essa solução. Se a sua consciência está intranquila com respeito a voltar às suas atividades anteriores, então nem preciso dizer a você o que fazer. A Palavra de Deus fala de se manter uma boa consciência até como forma de evitarmos um naufrágio na fé: "1 Tm 1:19 "Conservando a fé, e a boa consciência, a qual alguns, rejeitando, fizeram naufrágio na fé".
Você viveu vários anos sem Cristo, e a dificuldade que está passando hoje não é uma conseqüência de sua conversão ou do tempo que viveu com Cristo, mas do tempo em que andava segundo os seus pensamentos, fazendo suas próprias escolhas conforme os padrões do mundo, e não da Palavra de Deus, como todos andamos antes de nossa conversão. A provação que está passando é preciosa aos olhos de Deus, mas não deixa de ser uma prova e pode ter certeza de que Ele tem tudo sob controle. Faça uma lista das alternativas que você teria hoje para se sustentar e coloque diante de Deus em oração.
1 Pe 1:3 “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, incontaminável e imarcescível, reservada nos céus para vós, que pelo poder de Deus sois guardados, mediante a fé, para a salvação que está preparada para se revelar no último tempo; na qual exultais, ainda que agora por um pouco de tempo, sendo necessário, estejais contristados por várias provações, para que a prova da vossa fé, mais preciosa do que o ouro que perece, embora provado pelo fogo, redunde para louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo”
Sua intranquilidade tem a ver com a profissão que deixou de exercer em virtude de sua conversão a Cristo. A verdade é que cedo ou tarde você precisaria buscar uma carreira alternativa, e é melhor que isso tenha acontecido por convicção e fé no Senhor do que por necessidade. Não pense que Ele não leva em conta sua lealdade a Ele. Ele está de olho nas decisões que você tomar. Sua dúvida, porém, está em perder ou não sua salvação caso seja obrigada a voltar à profissão que exercia para garantir seu sustento. A questão da segurança e caráter eterno da salvação é muito clara:
Jo 10:27-29 "As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; E dou-lhes a vida eterna, e NUNCA HÃO DE PERECER, E NINGUÉM AS ARREBATARÁ DA MINHA MÃO. Meu Pai, que mas deu, É MAIOR DO QUE TODOS; E NIINGUÉM PODE ARREBATÁ-LAS DA MÃO DE MEU PAI".
A salvação é eterna e por ser eterna não há como perdê-la. O que perdemos quando pecamos ou andamos fora da vontade do Senhor é a comunhão com Deus, como um filho desobediente que o Pai coloca de castigo e com quem deixa de conversar durante algum tempo.
Em casos extremos Deus pode decidir nos levar para Si, caso estejamos mais atrapalhando do que ajudando aqui neste mundo. Foi o que aconteceu com Ananias e Safiras no livro de Atos, quando mentiram para o Espírito Santo querendo aparentar uma generosidade que na realidade não tinham. Como o testemunho da Igreja de Deus estava em seu princípio, Deus foi rigoroso com eles, embora eu acredite que eles estivessem salvos e seguros. É isso que a Bíblia chama de “pecado para morte”, do corpo e não da alma. Isto porque somos salvos para servir a Ele e dar um testemunho dEle neste mundo. Cristo está hoje no céu intercedendo por nós diante do Pai, e nós estamos na terra por Ele, dando um testemunho dEle diante dos homens.
Muitos que se convertem sofrem no início de sua nova vida, mas não exatamente por serem abandonados pelo Senhor, mas por terem feito muitas escolhas erradas no passado, e às vezes isso envolve a profissão ou atividade que exercem para se sustentarem. O versículo que diz que colhemos o que plantamos diz respeito a esta vida. Alguém que tenha sido viciado em drogas ou bebida e depois se converte provavelmente irá sofrer os danos que causou ao seu organismo o resto da vida. Recebemos uma nova vida, mas continuamos no mesmo corpo que poderá ou não funcionar bem, dependendo de como nós o tratamos no passado.
Há profissões que podem ser um problema, pois a pessoa convertida percebe que não poderá mais se manter por meio dela. Em Efésios 4:28 Paulo diz que "Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade". Em outra situação, Paulo fala daqueles que eram servos ou escravos: "Cada um fique na vocação em que foi chamado. Foste chamado sendo servo? não te dê cuidado; e, se ainda podes ser livre, aproveita a ocasião.... Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens". 1 Co 7:20-23 No primeiro caso tratava-se de uma profissão ilegal (o que furtava) e no segundo de uma profissão legal na época, porém penosa (servo ou escravo).
Sua profissão não era ilegal, mas se você sabe que sua atividade anterior pode ser motivo de queda para alguém, então é melhor que você não seja um instrumento para isso. Ao falar de coisas que pudessem nos fazer cair, o Senhor usa de linguagem figurada (obviamente Ele não estava dizendo para alguém arrancar os olhos literalmente ou cortar as mãos) para mostrar o quanto é importante nos livrarmos de tudo aquilo que possa ser instrumento de pecado.
Mat 5:29-30 "Portanto, se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti; pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno. E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que seja todo o teu corpo lançado no inferno".
Em outra ocasião Ele nos fala de coisas que possamos fazer que sirvam de escândalo ou que façam outros tropeçarem: "Lucas 17:1, 2 "E disse aos discípulos: É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem! Melhor lhe fora que lhe pusessem ao pescoço uma mó de atafona, e fosse lançado ao mar, do que fazer tropeçar um destes pequenos".
Neste sentido devemos estar atentos até mesmo aos nossos hábitos, como a comida, por exemplo:
Rom 14:13 “Assim que não nos julguemos mais uns aos outros; antes seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao irmão. Eu sei, e estou certo no Senhor Jesus, que nenhuma coisa é de si mesma imunda [está se referindo a alimentos impuros segundo os padrões judaicos], a não ser para aquele que a tem por imunda; para esse é imunda. Mas, se por causa da comida se contrista teu irmão, já não andas conforme o amor. Não destruas por causa da tua comida aquele por quem Cristo morreu”.
Além do sustento de sua família, agora você precisará também servir de testemunho, o que aumenta a responsabilidade de evitar uma atividade que possa servir de tropeço para seus filhos.
Não há uma resposta ou solução fácil para o caso, mas há uma solução segura que é agarrar-se ao Senhor e confiar que Ele irá prover essa solução. Se a sua consciência está intranquila com respeito a voltar às suas atividades anteriores, então nem preciso dizer a você o que fazer. A Palavra de Deus fala de se manter uma boa consciência até como forma de evitarmos um naufrágio na fé: "1 Tm 1:19 "Conservando a fé, e a boa consciência, a qual alguns, rejeitando, fizeram naufrágio na fé".
Você viveu vários anos sem Cristo, e a dificuldade que está passando hoje não é uma conseqüência de sua conversão ou do tempo que viveu com Cristo, mas do tempo em que andava segundo os seus pensamentos, fazendo suas próprias escolhas conforme os padrões do mundo, e não da Palavra de Deus, como todos andamos antes de nossa conversão. A provação que está passando é preciosa aos olhos de Deus, mas não deixa de ser uma prova e pode ter certeza de que Ele tem tudo sob controle. Faça uma lista das alternativas que você teria hoje para se sustentar e coloque diante de Deus em oração.
1 Pe 1:3 “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, incontaminável e imarcescível, reservada nos céus para vós, que pelo poder de Deus sois guardados, mediante a fé, para a salvação que está preparada para se revelar no último tempo; na qual exultais, ainda que agora por um pouco de tempo, sendo necessário, estejais contristados por várias provações, para que a prova da vossa fé, mais preciosa do que o ouro que perece, embora provado pelo fogo, redunde para louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo”
Qual o significado de 1 Corintios 13?
Não sei qual é exatamente sua dúvida, mas Paulo não estava dizendo que falava as línguas dos anjos. É uma figura de linguagem para dar ênfase ao fato de que de nada adiantaria falar todas as línguas imagináveis se não tivesse amor.
O mesmo quando ele fala de dom de profecia, mistérios e toda a ciência, fé que transportasse montes ou de distribuir toda a sua fortuna para os pobres e entregar seu corpo para ser queimado.
Aqueles que interpretam a passagem como se Paulo efetivamente falasse as línguas dos anjos teriam também de admitir que Paulo conhecia todos os mistérios e toda a ciência, costumava transportar montanhas só pela fé e realmente tivesse uma fortuna, a qual repartiu com os pobres, pretendendo ainda um dia entregar seu corpo para ser queimado.
A mensagem é clara: tudo isso não tem valor algum sem amor.
O versículo 10 diz que "quando vier o [que é] perfeito, então o que o é em parte será aniquilado". Em um certo sentido, a Pessoa daquele que é perfeito já veio, Cristo, e hoje temos também a perfeita revelação de Sua vontade na Palavra de Deus. Acontece que a história ainda não terminou, e Ele ainda voltará para resolver algumas pendências. No que cabe a nós, temos este tesouro em um vaso de barro, ainda estamos em um corpo de imperfeições que nos impede de compreender e comunicar perfeitamente as coisas do céu. Lembre-se de que Paulo não podia sequer mencionar o que ouviu no céu. Como "o que é perfeito" posso entender que é não apenas Aquele que é perfeito, embora nEle já encontremos a perfeição absoluta e esse Ser perfeito irá voltar para nos buscar, mas também todas as condições trazidas à perfeição.
No que diz respeito ao Cristão creio que isso já estará valendo a partir do momento em que estivermos com Cristo em nosso corpo transformado e livre das limitações que nos impedem de conhecer perfeitamente, ou até mesmo mencionar ou suportar, as coisas celestiais.
Ao falar que as profecias serão aniquiladas, as línguas cessarão e a ciência desaparecerá ele está se referindo a esse dia quando estaremos na presença de Cristo e não não precisaremos de profecias, línguas e ciência, pois teremos a Ele ali bem diante de nós. Não haverá mais necessidade de saber o que irá acontecer, porque o tempo já não existirá. Nada de passado ou futuro, mas apenas um eterno presente. As línguas hoje servem para nos comunicarmos, mas lá todos se entenderão e serão entendidos. A ciência ou conhecimento também não fará sentido quando estivermos diante dAquele que preenche os céus. Não haverá nada mais para ser aprendido ou conhecido.
É por isso que ele diz que tudo o que é em parte será aniquiliado, porque são coisas incompletas e imperfeitas. Embora a revelação de Deus esteja completa e perfeita, hoje profetizamos (falamos da parte de Deus) em parte, conhecemos em parte, nos comunicamos em parte ou de forma imperfeita, pois continuamos em um vaso de barro cercados por um mundo de imperfeições. No céu haverá necessidade de nenhuma dessas coisas.
Do mesmo modo, da fé, esperança e amor só restará o amor, já que não precisaremos mais de fé, que é a certeza das coisas que se esperam, e nem de esperança porque tudo já terá se concretizado e estará patente aos nossos olhos. O amor sim, este permanecerá para sempre, porque terá sido apenas por um ato de amor extremo de Deus que pecadores perdidos poderão desfrutar dessa posição. O amor de Deus será sempre permanente e indestrutível.
Cantares 8:7 "As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo"
O mesmo quando ele fala de dom de profecia, mistérios e toda a ciência, fé que transportasse montes ou de distribuir toda a sua fortuna para os pobres e entregar seu corpo para ser queimado.
Aqueles que interpretam a passagem como se Paulo efetivamente falasse as línguas dos anjos teriam também de admitir que Paulo conhecia todos os mistérios e toda a ciência, costumava transportar montanhas só pela fé e realmente tivesse uma fortuna, a qual repartiu com os pobres, pretendendo ainda um dia entregar seu corpo para ser queimado.
A mensagem é clara: tudo isso não tem valor algum sem amor.
O versículo 10 diz que "quando vier o [que é] perfeito, então o que o é em parte será aniquilado". Em um certo sentido, a Pessoa daquele que é perfeito já veio, Cristo, e hoje temos também a perfeita revelação de Sua vontade na Palavra de Deus. Acontece que a história ainda não terminou, e Ele ainda voltará para resolver algumas pendências. No que cabe a nós, temos este tesouro em um vaso de barro, ainda estamos em um corpo de imperfeições que nos impede de compreender e comunicar perfeitamente as coisas do céu. Lembre-se de que Paulo não podia sequer mencionar o que ouviu no céu. Como "o que é perfeito" posso entender que é não apenas Aquele que é perfeito, embora nEle já encontremos a perfeição absoluta e esse Ser perfeito irá voltar para nos buscar, mas também todas as condições trazidas à perfeição.
No que diz respeito ao Cristão creio que isso já estará valendo a partir do momento em que estivermos com Cristo em nosso corpo transformado e livre das limitações que nos impedem de conhecer perfeitamente, ou até mesmo mencionar ou suportar, as coisas celestiais.
Ao falar que as profecias serão aniquiladas, as línguas cessarão e a ciência desaparecerá ele está se referindo a esse dia quando estaremos na presença de Cristo e não não precisaremos de profecias, línguas e ciência, pois teremos a Ele ali bem diante de nós. Não haverá mais necessidade de saber o que irá acontecer, porque o tempo já não existirá. Nada de passado ou futuro, mas apenas um eterno presente. As línguas hoje servem para nos comunicarmos, mas lá todos se entenderão e serão entendidos. A ciência ou conhecimento também não fará sentido quando estivermos diante dAquele que preenche os céus. Não haverá nada mais para ser aprendido ou conhecido.
É por isso que ele diz que tudo o que é em parte será aniquiliado, porque são coisas incompletas e imperfeitas. Embora a revelação de Deus esteja completa e perfeita, hoje profetizamos (falamos da parte de Deus) em parte, conhecemos em parte, nos comunicamos em parte ou de forma imperfeita, pois continuamos em um vaso de barro cercados por um mundo de imperfeições. No céu haverá necessidade de nenhuma dessas coisas.
Do mesmo modo, da fé, esperança e amor só restará o amor, já que não precisaremos mais de fé, que é a certeza das coisas que se esperam, e nem de esperança porque tudo já terá se concretizado e estará patente aos nossos olhos. O amor sim, este permanecerá para sempre, porque terá sido apenas por um ato de amor extremo de Deus que pecadores perdidos poderão desfrutar dessa posição. O amor de Deus será sempre permanente e indestrutível.
Cantares 8:7 "As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo"
Davi e Jonatas eram homossexuais?
Independente do que diga a opinião pública ou as leis de um país relacionadas a uniões homossexuais, a relação amorosa entre pessoas do mesmo sexo não encontra respaldo na Palavra de Deus. E pelo que escreveu, você não está buscando saber minha opinião ou o que é politicamente correto, mas o que diz a Bíblia, não é mesmo? Então vamos ao que a Bíblia diz:
Mar 10:6-8 "Porém, desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher, E serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne".
Este é o projeto original de Deus encontrado na Bíblia - a união de um homem com uma mulher - e qualquer coisa que vá além disso pode até ter o respaldo das leis e a aprovação da sociedade, mas não encontra eco na Palavra de Deus. Deus odeia o pecado e ama o pecador, mas isso não significa que ele veja com bons olhos o pecador que deliberadamente decide viver de maneira contrária aos Seus pensamentos expressos em Sua Palavra. Ao contrário, Deus é rigoroso com o pecado, em especial quando tentamos santificar nossas práticas distorcendo o que está na Bíblia para dar respaldo para elas. Seria mais simples você dizer simplesmente que não liga a mínima para o que diz a Palavra de Deus do que tentar adaptá-la às suas idéias e práticas.
Você diz crer no Senhor Jesus como seu Salvador e ao mesmo tempo se diz apaixonado e mantendo um relacionamento afetivo com outra pessoa do mesmo sexo. Será possível conciliar sua fé com essa prática? Ananias e Safira, tentando parecer piedosos e generosos aos olhos de Deus e dos irmãos, mentiram ao Espírito Santo e foram mortos, apesar de suas almas terem sido salvas. A Palavra diz que não devemos orar por alguém em pecado que é para morte, e pecado para morte não é para morte da alma, mas para a morte do corpo. Quando um filho de Deus já não serve para ser um testemunho neste mundo Deus pode decidir levá-lo embora.
Não estou tentando incutir em você algum pavor, mas deixando claro que o que a Bíblia diz não pode ser diluído por nosso sentimentalismo e a responsabilidade de quem professa crer em Cristo é grande. Quando cremos em Jesus e recebemos uma nova vida que provém de Deus, não somos deixados neste mundo para cuidar de nossos próprios interesses, mas dos interesses daquele que morreu para nos salvar. Cristo está no céu intercedendo pelos Seus, e os Seus estão aqui no mundo testemunhando dEle. Testemunhar crer nele significa também andar de forma coerente com Sua vontade expressa na Bíblia.
Em Romanos diz que qualquer união ou relação entre pessoas de um mesmo sexo é... leia você mesmo:
Rm 1:25-27 "Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém. Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro".
Não é claro o suficiente para você? O fato de você ter decidido ter uma relação extra-natural e extra-bíblica com alguém do mesmo sexo é uma decisão sua, mas não queira agora santificar o que Deus não santificou ou mudar a verdade em mentira. Ele santificou apenas a união entre um homem e uma mulher. A questão fica muito simples quando descobrimos que Deus instituiu o matrimônio - ou a união entre dois seres humanos de sexos opostos - tendo em vista a procriação e multiplicação da espécie. Qualquer tipo de união homossexual, tenha ou não sexo envolvido nisso, não contempla os objetivos de Deus, mas a própria vontade.
Uma outra função da união homem-mulher é servir como figura ou tipo de Cristo e sua noiva, a Igreja. A união homossexual também não cumpre esse papel, portanto mais uma vez é algo que está fora da vontade e dos planos originais de Deus.
Quanto à amizade entre Davi e Jônatas, que você enfatizou como se fosse uma base para seu relacionamento com seu parceiro, é um engano pensar que o amor entre Davi e Jonas tivesse algo de homossexual como querem alguns. A relação afetiva e sexual de Davi era com sua(s) esposa(s) e o mesmo acontecia com Jônatas. É importante lembrar que a poligamia nunca foi plano de Deus, portanto os homens, mesmo personagens bíblicos, que as praticavam estavam incorrendo no erro, e basta ver o final da vida de Davi e de seu filho Salomão para entendermos o quanto suas mulheres os influenciaram a serem infiéis a Deus e a aceitarem os ídolos e costumes do inimigo.
A relação de amizade entre Davi e Jônatas era muito forte, mas eles eram dois homens cumprindo o papel que Deus deu aos homens e se relacionando com suas respectivas mulheres, tendo filhos etc. Se Davi tinha preferência por homens, como explicar ter tido 8 mulheres além das concumbinas?
O verbo "amar" usado em 1 Samuel 18:1 não tem qualquer conotação sexual. Vamos às passagens:
1 Sm18:1 E sucedeu que, acabando ele de falar com Saul, a alma de Jônatas se ligou com a alma de Davi; e Jônatas o amou, como à sua própria alma.
1 Sm 16:21 Assim Davi veio a Saul, e esteve perante ele, e o amou muito, e foi seu pajem de armas.
1 Rs 5:1 E enviou Hirão, rei de Tiro, os seus servos a Salomão (porque ouvira que ungiram a Salomão rei em lugar de seu pai), porquanto Hirão sempre tinha amado a Davi.
Será que devemos deduzir que Davi também tinha uma relação homossexual com Saul e com Hirão, rei de Tiro?
2Sm 1:26 Angustiado estou por ti, meu irmão Jônatas; quão amabilíssimo me eras! Mais maravilhoso me era o teu amor do que o amor das mulheres.
Esta passagem não diz que Davi amava mais Jônatas do que sua(s) mulher(es), mas que percebia uma amabilidade tão grande por parte de Jônatas que se traduzia como um amor maior do que o que Davi percebia em suas mulheres. Não é difícil entender isso se considerarmos apenas a atitude de Mical, uma das mulheres de Davi:
2 Sm 6:16 "E sucedeu que, entrando a arca do SENHOR na cidade de Davi, Mical, a filha de Saul, estava olhando pela janela; e, vendo ao rei Davi, que ia bailando e saltando diante do SENHOR, o desprezou no seu coração... E, voltando Davi para abençoar a sua casa, Mical, a filha de Saul, saiu a encontrar-se com Davi, e disse: Quão honrado foi o rei de Israel, descobrindo-se hoje aos olhos das servas de seus servos, como sem pejo se descobre qualquer dos vadios".
Qualquer um com uma mulher assim consideraria maior a amabilidade demonstrada por um bom amigo do que pela própria mulher. Mais uma vez chamo sua atenção para o fato de que Davi não diz amar Jônatas mais do que às mulheres, mas considerar a amabilidade de Jônatas para consigo maior do que o amor das mulheres. É tudo uma questão de percepção. Jônatas havia sido fiel a Davi e se opusera até mesmo contra o próprio pai. Nada de errado um homem dizer que foi tratado por outro com uma amabilidade que excede a demonstrada por uma mulher, isso não faz dele um homossexual e nem implica em segundas intenções.
Você encontrará muitos que, em meio a guerras, doenças ou situações difíceis, encontraram em um amigo, em um irmão, em um pai ou em um filho, um amor que excede o amor das mulheres, mas que não tem nada a ver com homossexualismo. É triste ver como essa idéia homossexual de amor destrói as afeições mais puras entre pessoas do mesmo sexo, como o amor entre amigos, irmãos ou pais e filhos.
Você diz que crê na Bíblia, portanto tem uma responsabilidade para com Deus. Além disso, o simples fato de ter entrado em contato comigo para expor sua situação e desejar dialogar sobre o assunto demonstra que você mesmo não vive totalmente tranquilo com essa idéia. Será que buscava saber realmente o que a Bíblia diz ou esperava contar com meu apoio? Posso ver que seu email é todo ele a respeito de você, de seus sentimentos, de seus desejos.
Mas, pergunto, que valor tem a Palavra de Deus para você? Será que Deus admira vocês por isso ou vê em vocês apenas uma caricatura de um casal, já que não se trata da relação que Ele estabeleceu e abençoou em Sua Palavra? Se você decidiu seguir esse caminho, isso não compete a mim e é responsabilidade sua. Mas, por favor, não queira usar a Bíblia e a amizade entre Davi e Jônatas como pretexto para justificar sua própria vontade.
Leia também:
Deus nao aprova a homoafetividade?
Irei para o inferno por ser homossexual?
O que a Bíblia diz sobre o homossexualismo e o homosexual?
O que fazer se meu marido é homossexual?
A Bíblia condena o sexo antes do casamento?
Fiquei vulnerável a demonios por ter sido abusada sexualmente?
O que pratiquei é incesto?
Por que o sexo não pode vir antes do casamento?
Sexo antes do casamento me faz perder a salvação?
É pecado substituir o ato sexual por masturbação?
Como evitar a masturbação?
Posso me casar com uma incrédula?
Posso participar de um ritual de casamento católico?
Quem deve celebrar o casamento?
Mar 10:6-8 "Porém, desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher, E serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne".
Este é o projeto original de Deus encontrado na Bíblia - a união de um homem com uma mulher - e qualquer coisa que vá além disso pode até ter o respaldo das leis e a aprovação da sociedade, mas não encontra eco na Palavra de Deus. Deus odeia o pecado e ama o pecador, mas isso não significa que ele veja com bons olhos o pecador que deliberadamente decide viver de maneira contrária aos Seus pensamentos expressos em Sua Palavra. Ao contrário, Deus é rigoroso com o pecado, em especial quando tentamos santificar nossas práticas distorcendo o que está na Bíblia para dar respaldo para elas. Seria mais simples você dizer simplesmente que não liga a mínima para o que diz a Palavra de Deus do que tentar adaptá-la às suas idéias e práticas.
Você diz crer no Senhor Jesus como seu Salvador e ao mesmo tempo se diz apaixonado e mantendo um relacionamento afetivo com outra pessoa do mesmo sexo. Será possível conciliar sua fé com essa prática? Ananias e Safira, tentando parecer piedosos e generosos aos olhos de Deus e dos irmãos, mentiram ao Espírito Santo e foram mortos, apesar de suas almas terem sido salvas. A Palavra diz que não devemos orar por alguém em pecado que é para morte, e pecado para morte não é para morte da alma, mas para a morte do corpo. Quando um filho de Deus já não serve para ser um testemunho neste mundo Deus pode decidir levá-lo embora.
Não estou tentando incutir em você algum pavor, mas deixando claro que o que a Bíblia diz não pode ser diluído por nosso sentimentalismo e a responsabilidade de quem professa crer em Cristo é grande. Quando cremos em Jesus e recebemos uma nova vida que provém de Deus, não somos deixados neste mundo para cuidar de nossos próprios interesses, mas dos interesses daquele que morreu para nos salvar. Cristo está no céu intercedendo pelos Seus, e os Seus estão aqui no mundo testemunhando dEle. Testemunhar crer nele significa também andar de forma coerente com Sua vontade expressa na Bíblia.
Em Romanos diz que qualquer união ou relação entre pessoas de um mesmo sexo é... leia você mesmo:
Rm 1:25-27 "Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém. Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro".
Não é claro o suficiente para você? O fato de você ter decidido ter uma relação extra-natural e extra-bíblica com alguém do mesmo sexo é uma decisão sua, mas não queira agora santificar o que Deus não santificou ou mudar a verdade em mentira. Ele santificou apenas a união entre um homem e uma mulher. A questão fica muito simples quando descobrimos que Deus instituiu o matrimônio - ou a união entre dois seres humanos de sexos opostos - tendo em vista a procriação e multiplicação da espécie. Qualquer tipo de união homossexual, tenha ou não sexo envolvido nisso, não contempla os objetivos de Deus, mas a própria vontade.
Uma outra função da união homem-mulher é servir como figura ou tipo de Cristo e sua noiva, a Igreja. A união homossexual também não cumpre esse papel, portanto mais uma vez é algo que está fora da vontade e dos planos originais de Deus.
Quanto à amizade entre Davi e Jônatas, que você enfatizou como se fosse uma base para seu relacionamento com seu parceiro, é um engano pensar que o amor entre Davi e Jonas tivesse algo de homossexual como querem alguns. A relação afetiva e sexual de Davi era com sua(s) esposa(s) e o mesmo acontecia com Jônatas. É importante lembrar que a poligamia nunca foi plano de Deus, portanto os homens, mesmo personagens bíblicos, que as praticavam estavam incorrendo no erro, e basta ver o final da vida de Davi e de seu filho Salomão para entendermos o quanto suas mulheres os influenciaram a serem infiéis a Deus e a aceitarem os ídolos e costumes do inimigo.
A relação de amizade entre Davi e Jônatas era muito forte, mas eles eram dois homens cumprindo o papel que Deus deu aos homens e se relacionando com suas respectivas mulheres, tendo filhos etc. Se Davi tinha preferência por homens, como explicar ter tido 8 mulheres além das concumbinas?
O verbo "amar" usado em 1 Samuel 18:1 não tem qualquer conotação sexual. Vamos às passagens:
1 Sm18:1 E sucedeu que, acabando ele de falar com Saul, a alma de Jônatas se ligou com a alma de Davi; e Jônatas o amou, como à sua própria alma.
1 Sm 16:21 Assim Davi veio a Saul, e esteve perante ele, e o amou muito, e foi seu pajem de armas.
1 Rs 5:1 E enviou Hirão, rei de Tiro, os seus servos a Salomão (porque ouvira que ungiram a Salomão rei em lugar de seu pai), porquanto Hirão sempre tinha amado a Davi.
Será que devemos deduzir que Davi também tinha uma relação homossexual com Saul e com Hirão, rei de Tiro?
2Sm 1:26 Angustiado estou por ti, meu irmão Jônatas; quão amabilíssimo me eras! Mais maravilhoso me era o teu amor do que o amor das mulheres.
Esta passagem não diz que Davi amava mais Jônatas do que sua(s) mulher(es), mas que percebia uma amabilidade tão grande por parte de Jônatas que se traduzia como um amor maior do que o que Davi percebia em suas mulheres. Não é difícil entender isso se considerarmos apenas a atitude de Mical, uma das mulheres de Davi:
2 Sm 6:16 "E sucedeu que, entrando a arca do SENHOR na cidade de Davi, Mical, a filha de Saul, estava olhando pela janela; e, vendo ao rei Davi, que ia bailando e saltando diante do SENHOR, o desprezou no seu coração... E, voltando Davi para abençoar a sua casa, Mical, a filha de Saul, saiu a encontrar-se com Davi, e disse: Quão honrado foi o rei de Israel, descobrindo-se hoje aos olhos das servas de seus servos, como sem pejo se descobre qualquer dos vadios".
Qualquer um com uma mulher assim consideraria maior a amabilidade demonstrada por um bom amigo do que pela própria mulher. Mais uma vez chamo sua atenção para o fato de que Davi não diz amar Jônatas mais do que às mulheres, mas considerar a amabilidade de Jônatas para consigo maior do que o amor das mulheres. É tudo uma questão de percepção. Jônatas havia sido fiel a Davi e se opusera até mesmo contra o próprio pai. Nada de errado um homem dizer que foi tratado por outro com uma amabilidade que excede a demonstrada por uma mulher, isso não faz dele um homossexual e nem implica em segundas intenções.
Você encontrará muitos que, em meio a guerras, doenças ou situações difíceis, encontraram em um amigo, em um irmão, em um pai ou em um filho, um amor que excede o amor das mulheres, mas que não tem nada a ver com homossexualismo. É triste ver como essa idéia homossexual de amor destrói as afeições mais puras entre pessoas do mesmo sexo, como o amor entre amigos, irmãos ou pais e filhos.
Você diz que crê na Bíblia, portanto tem uma responsabilidade para com Deus. Além disso, o simples fato de ter entrado em contato comigo para expor sua situação e desejar dialogar sobre o assunto demonstra que você mesmo não vive totalmente tranquilo com essa idéia. Será que buscava saber realmente o que a Bíblia diz ou esperava contar com meu apoio? Posso ver que seu email é todo ele a respeito de você, de seus sentimentos, de seus desejos.
Mas, pergunto, que valor tem a Palavra de Deus para você? Será que Deus admira vocês por isso ou vê em vocês apenas uma caricatura de um casal, já que não se trata da relação que Ele estabeleceu e abençoou em Sua Palavra? Se você decidiu seguir esse caminho, isso não compete a mim e é responsabilidade sua. Mas, por favor, não queira usar a Bíblia e a amizade entre Davi e Jônatas como pretexto para justificar sua própria vontade.
Leia também:
Deus nao aprova a homoafetividade?
Irei para o inferno por ser homossexual?
O que a Bíblia diz sobre o homossexualismo e o homosexual?
O que fazer se meu marido é homossexual?
A Bíblia condena o sexo antes do casamento?
Fiquei vulnerável a demonios por ter sido abusada sexualmente?
O que pratiquei é incesto?
Por que o sexo não pode vir antes do casamento?
Sexo antes do casamento me faz perder a salvação?
É pecado substituir o ato sexual por masturbação?
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Posso me casar com uma incrédula?
Posso participar de um ritual de casamento católico?
Quem deve celebrar o casamento?
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Quem é quem nas parábolas?
Fico contente que esteja gostando do Evangelho em 3 minutos. Para entendermos verdadeiramente a graça de Deus e a salvação que recebemos por graça, devemos testar sempre qualquer idéia com a seguinte pergunta: "Isso acontece por mérito de quem, meu ou de Cristo?" ou "Quem é glorificado por isso, eu ou Cristo?". Aí fica muito fácil saber se estamos interpretando corretamente a Palavra de Deus.
Sua interpretação da parábola da pérola não passa nesse teste, pois se fizermos as perguntas acima a resposta apontará para nós como merecedores do crédito e da glória por termos conseguido algo. Creio que ao dizer "o reino dos céus é semelhante a..." ele esteja querendo colocar a ênfase no protagonista da parábola, isto é, naquele que irá executar algum tipo de ação, boa ou ruim.
Na parábola do joio e do trigo, o homem que semeia é o próprio Jesus e o campo é o mundo, onde há joio e trigo, que são pessoas. A parábola diz que "o reino dos céus é semelhante ao homem que semeia", portanto Jesus é o princípio ativo na parábola e sua ação é positiva (ele semeia).
Na parábola do grão de mostarda é dito que "o reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda que o homem, pegando nele, semeou em seu campo". Aqui, ao dizer que o reino é semelhante ao grão de mostarda a ênfase é colocada no grão de mostarda que representa o conjunto de pessoas que professam crer em Cristo, falsas e verdadeiras. O princípio ativo, ou protagonista, é o grão de mostarda, pois é ele que irá crescer e se tornar uma árvore corrompida, na qual há todo tipo de ave aninhada em seus ramos. Lembre-se de que as aves que roubam a semente na parábola do semeador representam o diabo.
Em seguida vem a parábola na qual "o reino dos céus é semelhante ao fermento". Sabemos que em todas as instâncias encontradas na Bíblia o fermento sempre aparece como algo negativo e uma figura do pecado que contamina. Ao dizer que o reino é semelhante ao fermento, o Senhor está chamando a atenção para o fermento, que é o que irá causar a principal ação mostrada na parábola, ou seja, ele é o protagonista da contaminação que irá assolar o reino, que é dos céus em sua origem, mas que está na terra e contaminado em seu aspecto exterior.
Na parábola seguinte "o reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo". Aqui, embora o foco esteja no tesouro, este não faz coisa alguma. Para entendermos é preciso recorrermos ao "campo", que em outra parábola o Senhor já disse que é o mundo. Existe só um que, "sendo rico, se fez pobre" para adquirir para si um tesouro, um povo santo, uma noiva. Como faz Jesus com sua obra, ele não fica dono apenas do tesouro, mas do campo inteiro. Seria estranho inverter isso, como fazem alguns, e considerar que o tesouro é Jesus e que somos nós que vendemos tudo para ficar com ele, pois aí a salvação seria por obra nossa e estaríamos dizendo que Jesus não tem sua origem no céu, mas no mundo.
Na parábola seguinte "o reino dos céus é semelhante ao homem", e agora o foco é colocado nesse homem que encontra uma pérola e vende tudo para comprá-la. Alegar que a pérola é Jesus e que nós vendemos tudo para tê-lo é negar a graça de Deus. Primeiro, nada tínhamos para dar a Deus em troca de Cristo. Segundo, se assim fosse, a glória seria nossa de termos adquirido a Cristo. O inverso sim é que faz todo o sentido. Ele, sendo rico, se fez pobre para comprar a pérola, que é o conjunto formado por todos os salvos. Uma pérola não tem fim e nem começo e é perfeita. Uma outra forma de enxergarmos essas duas parábolas é vermos o tesouro como Israel redimido e a pérola como a Igreja redimida.
Agora "o reino dos céus é semelhante a uma rede lançada no mar", o que coloca o foco na rede, porque a idéia aqui é de separação, algo que a rede faz. Não se trata do Senhor vindo buscar a Igreja no arrebatamento, algo que ele fará pessoalmente, mas sim dos anjos separando maus e justos, o que nos remete à inauguração do reino milenial de Cristo, no final da grande tribulação. Este trabalho dos anjos é feito entre os vivos que restaram da grande tribulação. A rede é lançada no mar, que representa as nações.
Sua interpretação de que "a pérola é o próprio reino e tudo o que ele representa para nós, como salvação, paz, amor de Deus, vida eterna" não passa no teste da harmonia com as outras parábolas, porque a mesma expressão "o reino dos céus é semelhante a..." foi usada para o próprio Senhor (o Semeador), o grão de mostarda, o fermento, o tesouro e novamente o homem (na parábola das pérolas). Todos esses são aspectos bons e ruins do reino dos céus, examinados de diferentes ângulos.
Um bom exemplo de como entender esse conjunto é pensar naquela lenda dos cegos descrevendo um elefante: um, que tocou a barriga, disse que o elefante era como um grande navio; outro, que tocou a tromba, que era como uma serpente; outro, que tocou a perna, disse que era como uma árvore, outro que tocou a cauda, disse que um elefante não passava de um pincel.
Você diz ainda que "quando achamos o reino de Deus deixamos tudo, largamos o pecado, os vícios, a vida errada e em alguns casos até vendemos algo literalmente para tomar posse deste Reino". Eu pergunto: com essas coisas você conseguiria comprar um tesouro um uma pérola? Não. Elas são apenas o lixo resultante do pecado em nós, e não podemos nem pensar em negociar um lugar no Reino em troca de lixo. Rom 7:18 "Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum".
E mesmo que fossem coisas preciosas que tivéssemos, você acha que iríamos querer entregar tudo para ficar com um inimigo? Sim, pois em Romanos diz que somos inimigos de Deus. A idéia de fazermos algo para sermos salvos (ou ganhar o Reino) está ligada à idéia da salvação por boas obras (no caso, o limpar-se a si mesmo). Não há como nos limparmos a nós mesmos. Ninguém encontra a Cristo por deixar de praticar o mal, mas deixamos de praticar o mal depois de termos sido salvos por ele (ou ao menos temos o poder para tanto). É falsa a idéia de que para se converter é preciso deixar nossos pecados. É como se o salva vidas dissesse a alguém que está se afogando: "Quer ser salvo? Então pare de se afogar e nade até mim".
Lembre-se de que a Bíblia não é a nosso respeito, mas ela sempre fala de Jesus. Se alguém fez alguma coisa de bom nela, esse alguém é sempre ele. Se alguém deu tudo o que tinha de valor para nos comprar, foi ele e só ele. É por isso que no céu os redimidos não cantam em louvor de si mesmos, por supostamente terem deixado isso ou aquilo para ganhar a Cristo, mas em louvor do Cordeiro que deu sua vida para nos salvar.
A idéia de inverter as coisas parece bastante altruista e romântica, só que acaba levando a salvação para o terreno da lei e dando ao homem algum crédito por ela, o que é contrário a todo o ensino do evangelho.
Você citou o jovem rico, mas ali o Senhor disse aquilo ao jovem rico porque aquele era o seu problema, o seu coração estava na sua riqueza. Alguns tem o coração na justiça própria, como era o caso de Paulo, e o Senhor precisou dizer a ele para considerar toda a sua bagagem religiosa, cultural e intelectual como esterco.
Acaso você vendeu "tudo o que tens" e deu o dinheiro aos pobres para seguir a Jesus? Ele pediu isso de você? Se Jesus é o tesouro escondido, por que você compraria o campo que é o mundo para tê-lo? O negociante buscava pela pérola; acaso você alguma vez buscou a Cristo sabendo que "não há quem busque a Deus"? E vendeu tudo para ter a Cristo?
Como pode ver, essa interpretação fica devendo muitas respostas. Por que não acatar simplesmente que o ÚNICO que realmente vendeu tudo para comprar com o Seu sangue a pérola foi Jesus? Por que não reconhecer que, embora fossemos inimigos de Deus, Jesus nos buscou insistentemente até nos encontrar, tal qual o homem que buscava a pérola? Afinal, só existe um que tem agora direito sobre o mundo, o campo e o tesouro que ele encontrou ali, graças ao preço pago na cruz.
Se fomos nós que buscamos a Cristo e vendemos tudo para tê-lo, palmas para nós.
Se foi Cristo quem nos buscou e, sendo rico, se fez pobre por amor de nós, nos comprando com seu precioso sangue, palmas para ele.
Percebe as conseqüências de colocarmos o holofote sobre pessoa errada?
Sua interpretação da parábola da pérola não passa nesse teste, pois se fizermos as perguntas acima a resposta apontará para nós como merecedores do crédito e da glória por termos conseguido algo. Creio que ao dizer "o reino dos céus é semelhante a..." ele esteja querendo colocar a ênfase no protagonista da parábola, isto é, naquele que irá executar algum tipo de ação, boa ou ruim.
Na parábola do joio e do trigo, o homem que semeia é o próprio Jesus e o campo é o mundo, onde há joio e trigo, que são pessoas. A parábola diz que "o reino dos céus é semelhante ao homem que semeia", portanto Jesus é o princípio ativo na parábola e sua ação é positiva (ele semeia).
Na parábola do grão de mostarda é dito que "o reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda que o homem, pegando nele, semeou em seu campo". Aqui, ao dizer que o reino é semelhante ao grão de mostarda a ênfase é colocada no grão de mostarda que representa o conjunto de pessoas que professam crer em Cristo, falsas e verdadeiras. O princípio ativo, ou protagonista, é o grão de mostarda, pois é ele que irá crescer e se tornar uma árvore corrompida, na qual há todo tipo de ave aninhada em seus ramos. Lembre-se de que as aves que roubam a semente na parábola do semeador representam o diabo.
Em seguida vem a parábola na qual "o reino dos céus é semelhante ao fermento". Sabemos que em todas as instâncias encontradas na Bíblia o fermento sempre aparece como algo negativo e uma figura do pecado que contamina. Ao dizer que o reino é semelhante ao fermento, o Senhor está chamando a atenção para o fermento, que é o que irá causar a principal ação mostrada na parábola, ou seja, ele é o protagonista da contaminação que irá assolar o reino, que é dos céus em sua origem, mas que está na terra e contaminado em seu aspecto exterior.
Na parábola seguinte "o reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo". Aqui, embora o foco esteja no tesouro, este não faz coisa alguma. Para entendermos é preciso recorrermos ao "campo", que em outra parábola o Senhor já disse que é o mundo. Existe só um que, "sendo rico, se fez pobre" para adquirir para si um tesouro, um povo santo, uma noiva. Como faz Jesus com sua obra, ele não fica dono apenas do tesouro, mas do campo inteiro. Seria estranho inverter isso, como fazem alguns, e considerar que o tesouro é Jesus e que somos nós que vendemos tudo para ficar com ele, pois aí a salvação seria por obra nossa e estaríamos dizendo que Jesus não tem sua origem no céu, mas no mundo.
Na parábola seguinte "o reino dos céus é semelhante ao homem", e agora o foco é colocado nesse homem que encontra uma pérola e vende tudo para comprá-la. Alegar que a pérola é Jesus e que nós vendemos tudo para tê-lo é negar a graça de Deus. Primeiro, nada tínhamos para dar a Deus em troca de Cristo. Segundo, se assim fosse, a glória seria nossa de termos adquirido a Cristo. O inverso sim é que faz todo o sentido. Ele, sendo rico, se fez pobre para comprar a pérola, que é o conjunto formado por todos os salvos. Uma pérola não tem fim e nem começo e é perfeita. Uma outra forma de enxergarmos essas duas parábolas é vermos o tesouro como Israel redimido e a pérola como a Igreja redimida.
Agora "o reino dos céus é semelhante a uma rede lançada no mar", o que coloca o foco na rede, porque a idéia aqui é de separação, algo que a rede faz. Não se trata do Senhor vindo buscar a Igreja no arrebatamento, algo que ele fará pessoalmente, mas sim dos anjos separando maus e justos, o que nos remete à inauguração do reino milenial de Cristo, no final da grande tribulação. Este trabalho dos anjos é feito entre os vivos que restaram da grande tribulação. A rede é lançada no mar, que representa as nações.
Sua interpretação de que "a pérola é o próprio reino e tudo o que ele representa para nós, como salvação, paz, amor de Deus, vida eterna" não passa no teste da harmonia com as outras parábolas, porque a mesma expressão "o reino dos céus é semelhante a..." foi usada para o próprio Senhor (o Semeador), o grão de mostarda, o fermento, o tesouro e novamente o homem (na parábola das pérolas). Todos esses são aspectos bons e ruins do reino dos céus, examinados de diferentes ângulos.
Um bom exemplo de como entender esse conjunto é pensar naquela lenda dos cegos descrevendo um elefante: um, que tocou a barriga, disse que o elefante era como um grande navio; outro, que tocou a tromba, que era como uma serpente; outro, que tocou a perna, disse que era como uma árvore, outro que tocou a cauda, disse que um elefante não passava de um pincel.
Você diz ainda que "quando achamos o reino de Deus deixamos tudo, largamos o pecado, os vícios, a vida errada e em alguns casos até vendemos algo literalmente para tomar posse deste Reino". Eu pergunto: com essas coisas você conseguiria comprar um tesouro um uma pérola? Não. Elas são apenas o lixo resultante do pecado em nós, e não podemos nem pensar em negociar um lugar no Reino em troca de lixo. Rom 7:18 "Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum".
E mesmo que fossem coisas preciosas que tivéssemos, você acha que iríamos querer entregar tudo para ficar com um inimigo? Sim, pois em Romanos diz que somos inimigos de Deus. A idéia de fazermos algo para sermos salvos (ou ganhar o Reino) está ligada à idéia da salvação por boas obras (no caso, o limpar-se a si mesmo). Não há como nos limparmos a nós mesmos. Ninguém encontra a Cristo por deixar de praticar o mal, mas deixamos de praticar o mal depois de termos sido salvos por ele (ou ao menos temos o poder para tanto). É falsa a idéia de que para se converter é preciso deixar nossos pecados. É como se o salva vidas dissesse a alguém que está se afogando: "Quer ser salvo? Então pare de se afogar e nade até mim".
Lembre-se de que a Bíblia não é a nosso respeito, mas ela sempre fala de Jesus. Se alguém fez alguma coisa de bom nela, esse alguém é sempre ele. Se alguém deu tudo o que tinha de valor para nos comprar, foi ele e só ele. É por isso que no céu os redimidos não cantam em louvor de si mesmos, por supostamente terem deixado isso ou aquilo para ganhar a Cristo, mas em louvor do Cordeiro que deu sua vida para nos salvar.
A idéia de inverter as coisas parece bastante altruista e romântica, só que acaba levando a salvação para o terreno da lei e dando ao homem algum crédito por ela, o que é contrário a todo o ensino do evangelho.
Você citou o jovem rico, mas ali o Senhor disse aquilo ao jovem rico porque aquele era o seu problema, o seu coração estava na sua riqueza. Alguns tem o coração na justiça própria, como era o caso de Paulo, e o Senhor precisou dizer a ele para considerar toda a sua bagagem religiosa, cultural e intelectual como esterco.
Acaso você vendeu "tudo o que tens" e deu o dinheiro aos pobres para seguir a Jesus? Ele pediu isso de você? Se Jesus é o tesouro escondido, por que você compraria o campo que é o mundo para tê-lo? O negociante buscava pela pérola; acaso você alguma vez buscou a Cristo sabendo que "não há quem busque a Deus"? E vendeu tudo para ter a Cristo?
Como pode ver, essa interpretação fica devendo muitas respostas. Por que não acatar simplesmente que o ÚNICO que realmente vendeu tudo para comprar com o Seu sangue a pérola foi Jesus? Por que não reconhecer que, embora fossemos inimigos de Deus, Jesus nos buscou insistentemente até nos encontrar, tal qual o homem que buscava a pérola? Afinal, só existe um que tem agora direito sobre o mundo, o campo e o tesouro que ele encontrou ali, graças ao preço pago na cruz.
Se fomos nós que buscamos a Cristo e vendemos tudo para tê-lo, palmas para nós.
Se foi Cristo quem nos buscou e, sendo rico, se fez pobre por amor de nós, nos comprando com seu precioso sangue, palmas para ele.
Percebe as conseqüências de colocarmos o holofote sobre pessoa errada?
Posso participar de um ritual de casamento católico?
A questão é muito simples: o casamento não é algo instituído por Deus para cristãos, mas é uma instituição universal dada no Jardim do Éden. É por isso que você encontra a cerimônia de casamento em praticamente todas as religiões e culturas, porque é algo que tem a aprovação de Deus (não a cerimônia, mas o ato de um homem se unir a uma mulher).
Portanto, quando um homem e uma mulher se unem em matrimônio isso é da vontade de Deus. Obviamente outras questões, como pessoas em pecado, união em jugo desigual entre um crente e um incrédulo etc. não são do agrado de Deus, mas a princípio o matrimônio é algo aprovado por Ele.
Um casamento numa igreja católica não é um ritual diferente do que acontece em uma igreja protestante ou evangélica: ambos estão errados acreditando que algum homem possa dizer "eu vos declaro marido e mulher". Não existe casamento religioso na Bíblia. O único que pode dizer "eu vos declaro marido e mulher" é o juiz de paz, pois foi instituído pela sociedade de poder delegado para isso. Mas Deus não instituiu homem algum para fazer a união de um casal. É Deus quem une.
A cerimônia pode ser apenas uma celebração, como acredito ter sido aquela da qual Jesus participou em Caná, onde não só participou como convidado mas até resolveu um problema do buffet: a falta de bebida. Aquele foi o primeiro milagre de Jesus, o que indica a importância que Ele dá ao casamento (seu primeiro milagre não foi ressuscitar mortos, curar doentes ou alimentar multidões, embora tenha feito isso tudo mais tarde).
Ir ou não ir a uma cerimônia católica de um parente que vai se casar vai depender muito de sua consciência, da relação que você tem com as pessoas, do prejuízo que pode achar que isso vá causar em irmãos que fiquem escandalizados com sua forma de agir, e também do prejuízo que pode causar entre os familiares incrédulos que podem fechar ainda mais a guarda contra o evangelho.
Depois de ter sido curado da lepra, Naamã diz a Eliseu:
2 Rs 5:17 "E disse Naamã: Se não queres, dê-se a este teu servo uma carga de terra que baste para carregar duas mulas; porque nunca mais oferecerá este teu servo holocausto nem sacrifício a outros deuses. Nisto perdoe o SENHOR a teu servo; quando meu senhor entrar na casa de Rimom para ali adorar, e ele se encostar na minha mão, e eu também tenha de me encurvar na casa de Rimom; quando assim me encurvar na casa de Rimom, nisto perdoe o SENHOR a teu servo. E ele [Eliseu] lhe disse: Vai em paz. E foi dele a uma pequena distância".
Naamã era obrigado por seu patrão, o rei, a entrar junto no templo do ídolo, e ele revela isso a Eliseu, que não diz nada, apenas "Vai em paz". Não sabemos se Naamã entrou ou não no templo do ídolo depois, mas a resposta de Eliseu mostra que Deus cuidaria do assunto.
Por isso, o melhor mesmo é orar e colocar sua dúvida diante do Senhor para saber o que fazer.
Portanto, quando um homem e uma mulher se unem em matrimônio isso é da vontade de Deus. Obviamente outras questões, como pessoas em pecado, união em jugo desigual entre um crente e um incrédulo etc. não são do agrado de Deus, mas a princípio o matrimônio é algo aprovado por Ele.
Um casamento numa igreja católica não é um ritual diferente do que acontece em uma igreja protestante ou evangélica: ambos estão errados acreditando que algum homem possa dizer "eu vos declaro marido e mulher". Não existe casamento religioso na Bíblia. O único que pode dizer "eu vos declaro marido e mulher" é o juiz de paz, pois foi instituído pela sociedade de poder delegado para isso. Mas Deus não instituiu homem algum para fazer a união de um casal. É Deus quem une.
A cerimônia pode ser apenas uma celebração, como acredito ter sido aquela da qual Jesus participou em Caná, onde não só participou como convidado mas até resolveu um problema do buffet: a falta de bebida. Aquele foi o primeiro milagre de Jesus, o que indica a importância que Ele dá ao casamento (seu primeiro milagre não foi ressuscitar mortos, curar doentes ou alimentar multidões, embora tenha feito isso tudo mais tarde).
Ir ou não ir a uma cerimônia católica de um parente que vai se casar vai depender muito de sua consciência, da relação que você tem com as pessoas, do prejuízo que pode achar que isso vá causar em irmãos que fiquem escandalizados com sua forma de agir, e também do prejuízo que pode causar entre os familiares incrédulos que podem fechar ainda mais a guarda contra o evangelho.
Depois de ter sido curado da lepra, Naamã diz a Eliseu:
2 Rs 5:17 "E disse Naamã: Se não queres, dê-se a este teu servo uma carga de terra que baste para carregar duas mulas; porque nunca mais oferecerá este teu servo holocausto nem sacrifício a outros deuses. Nisto perdoe o SENHOR a teu servo; quando meu senhor entrar na casa de Rimom para ali adorar, e ele se encostar na minha mão, e eu também tenha de me encurvar na casa de Rimom; quando assim me encurvar na casa de Rimom, nisto perdoe o SENHOR a teu servo. E ele [Eliseu] lhe disse: Vai em paz. E foi dele a uma pequena distância".
Naamã era obrigado por seu patrão, o rei, a entrar junto no templo do ídolo, e ele revela isso a Eliseu, que não diz nada, apenas "Vai em paz". Não sabemos se Naamã entrou ou não no templo do ídolo depois, mas a resposta de Eliseu mostra que Deus cuidaria do assunto.
Por isso, o melhor mesmo é orar e colocar sua dúvida diante do Senhor para saber o que fazer.
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Quem participa da primeira ressurreição?
Para entender melhor, vou colocar em parênteses a parte que não se refere ao que está sendo falado:
Ap 20:4 E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos.
Ap 20:5 (Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram). Esta é a primeira ressurreição.
Ap 20:6 Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos.
Neste trecho a "primeira ressurreição" inclui estes que foram degolados pelo testemunho de Jesus e não adoraram a besta, que vivem e reinam com Cristo mil anos. Tudo indica que sejam mártires mortos durante a grande tribulação.
Obviamente os outros mortos (o trecho entre parênteses), que são os que morreram na incredulidade, só irão ressuscitar depois dos mil anos do reino de Cristo na terra, quando vier o juízo final. Lembre-se de que o juízo final, ou Grande Trono Branco, não é um julgamento para ver que será salvo e quem será condenado. Trata-se apenas da lavratura da sentença, pois que aparecer ali já está condenado de antemão. É o momento da condenação dos perdidos.
A princípio pode parecer que existe um problema com 1 Tessalonicenses 4, pois lá nos fala da ressurreição e do arrebatamento dos vivos, que deve acontecer pelo menos 7 anos antes dessa dos mártires da tribulação, já que o arrebatamento da Igreja antecede o período de 3 anos e meio conhecido como princípio das dores e os outros 3 anos e meio conhecidos como grande tribulação. Ocorre que a chamada "primeira ressurreição" não é apenas um evento. Ela inclui:
a) A ressurreição de Cristo (já ocorrida):
1 Co 15:23 "Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda".
b) A ressurreição dos que morreram em Cristo por ocasião do arrebatamento da Igreja (pode ocorrer a qualquer momento):
1 Ts 4:13 Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança.
1 Ts 4:14 Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele.
1 Ts 4:15 Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.
1 Ts 4:16 Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.
1 Ts 4:17 Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.
c) A ressurreição dos santos mortos durante a tribulação, da passagem citada no início e também descrita em Daniel (irá ocorrer no final da grande tribulação e início do reino milenial de Cristo):
Dn 12:2 E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.
A "primeira ressurreição", portanto, inclui Cristo e todos os que verdadeiramente morreram na fé, embora ressuscitem em diferentes momentos. A "primeira ressurreição" é uma só, porém ocorre em mais de um estágio.
Os que não fizerem parte da primeira ressurreição, que completa seus estágios antes de se iniciar o reino milenial de Cristo, ficará para a outra ressurreição depois do milênio, que é a volta à vida dos mortos que morreram em seus pecados para receberem sua sentença.
Fica mais fácil entender se pensarmos simplesmente que a primeira ressurreição inclui Cristo e os salvos por Ele, e a segunda inclui os perdidos. Por isso Daniel fala das duas, porém ali não menciona que elas estão separadas por mil anos:
Dn 12:2 E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.
Veja também em "Haverá mais de uma ressurreição?"
Ap 20:4 E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos.
Ap 20:5 (Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram). Esta é a primeira ressurreição.
Ap 20:6 Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos.
Neste trecho a "primeira ressurreição" inclui estes que foram degolados pelo testemunho de Jesus e não adoraram a besta, que vivem e reinam com Cristo mil anos. Tudo indica que sejam mártires mortos durante a grande tribulação.
Obviamente os outros mortos (o trecho entre parênteses), que são os que morreram na incredulidade, só irão ressuscitar depois dos mil anos do reino de Cristo na terra, quando vier o juízo final. Lembre-se de que o juízo final, ou Grande Trono Branco, não é um julgamento para ver que será salvo e quem será condenado. Trata-se apenas da lavratura da sentença, pois que aparecer ali já está condenado de antemão. É o momento da condenação dos perdidos.
A princípio pode parecer que existe um problema com 1 Tessalonicenses 4, pois lá nos fala da ressurreição e do arrebatamento dos vivos, que deve acontecer pelo menos 7 anos antes dessa dos mártires da tribulação, já que o arrebatamento da Igreja antecede o período de 3 anos e meio conhecido como princípio das dores e os outros 3 anos e meio conhecidos como grande tribulação. Ocorre que a chamada "primeira ressurreição" não é apenas um evento. Ela inclui:
a) A ressurreição de Cristo (já ocorrida):
1 Co 15:23 "Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda".
b) A ressurreição dos que morreram em Cristo por ocasião do arrebatamento da Igreja (pode ocorrer a qualquer momento):
1 Ts 4:13 Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança.
1 Ts 4:14 Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele.
1 Ts 4:15 Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.
1 Ts 4:16 Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.
1 Ts 4:17 Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.
c) A ressurreição dos santos mortos durante a tribulação, da passagem citada no início e também descrita em Daniel (irá ocorrer no final da grande tribulação e início do reino milenial de Cristo):
Dn 12:2 E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.
A "primeira ressurreição", portanto, inclui Cristo e todos os que verdadeiramente morreram na fé, embora ressuscitem em diferentes momentos. A "primeira ressurreição" é uma só, porém ocorre em mais de um estágio.
Os que não fizerem parte da primeira ressurreição, que completa seus estágios antes de se iniciar o reino milenial de Cristo, ficará para a outra ressurreição depois do milênio, que é a volta à vida dos mortos que morreram em seus pecados para receberem sua sentença.
Fica mais fácil entender se pensarmos simplesmente que a primeira ressurreição inclui Cristo e os salvos por Ele, e a segunda inclui os perdidos. Por isso Daniel fala das duas, porém ali não menciona que elas estão separadas por mil anos:
Dn 12:2 E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.
Veja também em "Haverá mais de uma ressurreição?"
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Por que não vemos possessos de demônios no Antigo Testamento?
Creio que a razão principal de faltarem relatos de possessão demoníaca no Antigo Testamento seja porque a Bíblia não tem como objetivo principal os demônios, e sim Cristo. Portanto, eles aparecem com maior frequência no Novo Testamento em sua relação de oposição ao Filho de Deus. A própria vinda de Jesus também pode ser a razão de uma maior atividade de todo o reino espiritual, o que obviamente inclui os demônios.
Outra razão pode estar relacionada ao estado do povo de Deus, Israel, do qual só restavam as tribos de Judá e Benjamim e, mesmo assim, em total degradação e abandono da Verdade. Basta ver o que fizeram com seu Messias para perceber isso. No Antigo Testamento Deus prometia sustento, saúde e força ao Seu povo, desde que fossem obedientes. No Novo Testamento nós encontramos um povo desobediente e corrupto sofrendo não apenas o jugo romano, mas também sendo assolado por uma infinidade de enfermidades e demônios.
Mas a idéia da influência demoníaca pode ser encontrada em várias passagens do Antigo Testamento, além de evidências no Novo Testamento de que era popular entre os judeus a prática de expulsar demônios, mesmo antes da vinda de Jesus. Veja esta passagem:
Atos 19:13 "E alguns dos exorcistas judeus ambulantes tentavam invocar o nome do Senhor Jesus sobre os que tinham espíritos malignos, dizendo: Esconjuro-vos por Jesus a quem Paulo prega. E os que faziam isto eram sete filhos de Ceva, judeu, principal dos sacerdotes".
Evidentemente esses exorcistas judeus ambulantes já praticavam sua profissão antes, e aqui tentam apenas se aproveitar do nome de Jesus porque era o nome em evidência no momento.
Algumas evidências de atividade demoníaca no Antigo Testamento, em alguns momentos como instrumento de Deus para disciplinar seu povo:
Juízes 9:22-23 "Fazia três anos que Abimeleque governava Israel, quando Deus enviou um espírito maligno entre Abimeleque e os cidadãos de Siquém, e estes agiram traiçoeiramente contra Abimeleque".
1 Samuel 16:14-15 "O Espírito do Senhor se retirou de Saul, e um espírito maligno, vindo da parte do Senhor, o atormentava. Os servos de Saul lhe disseram: "Há um espírito maligno mandado por Deus te atormentando".
1 Reis 22:20-21 "E o Senhor disse: ‘Quem enganará Acabe para que ataque Ramote-Gileade e morra lá? ’ "E um sugeria uma coisa, outro sugeria outra, até que, finalmente, um espírito colocou-se diante do Senhor e disse: ‘Eu o enganarei’".
Em todos estes casos pode-se ver claramente que os demônios estão sujeitos a Deus, o que também fica evidente no Novo Testamento, quando o Senhor Jesus mostra ter domínio sobre os demônios e estes se sujeitarem a Ele.
O episódio da profetisa consultada por Saul em 1 Samuel 28 pode também ser o caso de uma mulher que incorporava um demônio para fazer suas adivinhações. É importante lembrar que uma possessão demoníaca não ocorre apenas quando alguém tem seu corpo tomado por um demônio e fica se debatendo. Pessoas que invocam os mortos e se deixam incorporar por espíritos estão, na verdade, servindo de receptáculo de demônios, algo que sempre existiu em todas as épocas, culturas e religiões do mundo.
Outra razão pode estar relacionada ao estado do povo de Deus, Israel, do qual só restavam as tribos de Judá e Benjamim e, mesmo assim, em total degradação e abandono da Verdade. Basta ver o que fizeram com seu Messias para perceber isso. No Antigo Testamento Deus prometia sustento, saúde e força ao Seu povo, desde que fossem obedientes. No Novo Testamento nós encontramos um povo desobediente e corrupto sofrendo não apenas o jugo romano, mas também sendo assolado por uma infinidade de enfermidades e demônios.
Mas a idéia da influência demoníaca pode ser encontrada em várias passagens do Antigo Testamento, além de evidências no Novo Testamento de que era popular entre os judeus a prática de expulsar demônios, mesmo antes da vinda de Jesus. Veja esta passagem:
Atos 19:13 "E alguns dos exorcistas judeus ambulantes tentavam invocar o nome do Senhor Jesus sobre os que tinham espíritos malignos, dizendo: Esconjuro-vos por Jesus a quem Paulo prega. E os que faziam isto eram sete filhos de Ceva, judeu, principal dos sacerdotes".
Evidentemente esses exorcistas judeus ambulantes já praticavam sua profissão antes, e aqui tentam apenas se aproveitar do nome de Jesus porque era o nome em evidência no momento.
Algumas evidências de atividade demoníaca no Antigo Testamento, em alguns momentos como instrumento de Deus para disciplinar seu povo:
Juízes 9:22-23 "Fazia três anos que Abimeleque governava Israel, quando Deus enviou um espírito maligno entre Abimeleque e os cidadãos de Siquém, e estes agiram traiçoeiramente contra Abimeleque".
1 Samuel 16:14-15 "O Espírito do Senhor se retirou de Saul, e um espírito maligno, vindo da parte do Senhor, o atormentava. Os servos de Saul lhe disseram: "Há um espírito maligno mandado por Deus te atormentando".
1 Reis 22:20-21 "E o Senhor disse: ‘Quem enganará Acabe para que ataque Ramote-Gileade e morra lá? ’ "E um sugeria uma coisa, outro sugeria outra, até que, finalmente, um espírito colocou-se diante do Senhor e disse: ‘Eu o enganarei’".
Em todos estes casos pode-se ver claramente que os demônios estão sujeitos a Deus, o que também fica evidente no Novo Testamento, quando o Senhor Jesus mostra ter domínio sobre os demônios e estes se sujeitarem a Ele.
O episódio da profetisa consultada por Saul em 1 Samuel 28 pode também ser o caso de uma mulher que incorporava um demônio para fazer suas adivinhações. É importante lembrar que uma possessão demoníaca não ocorre apenas quando alguém tem seu corpo tomado por um demônio e fica se debatendo. Pessoas que invocam os mortos e se deixam incorporar por espíritos estão, na verdade, servindo de receptáculo de demônios, algo que sempre existiu em todas as épocas, culturas e religiões do mundo.
Tudo o que dizem de Maria é verdade?
Esta é a continuação à resposta ao seu comentário no qual você faz uma longa dissertação sobre a vida de Maria e José, com detalhes que não aparecem em lugar algum dos evangelhos. Não pude deixar de me lembrar de alguns romances espíritas que alegam ter sido psicografados por espíritos no além e que costumam trazer detalhes impossíveis de serem confirmados sobre a vida de Lucas e Paulo, por exemplo. É preciso refutar toda informação que não esteja no Novo Testamento para não corrermos o risco de sermos enganados por homens e demônios.
A Bíblia toda é sobre Jesus, do princípio ao fim. No Novo Testamento o nome "Jesus" aparece cerca de mil vezes, enquanto "Maria" (já excluídas as outras Marias) aparece umas vinte vezes (dezoito, se não me engano). Só isso já mostra com Quem Deus quer que nos ocupemos: com Aquele por meio de Quem e para Quem todas as coisas foram criadas, JESUS.
No quadro de avisos de meu prédio colocaram um cartaz de uma quermesse em honra de São João ou São Pedro, não me lembro bem. Tive a curiosidade de ler o cartaz enquanto esperava pelo elevador, e ele fala desses e de outros "santos", além de Maria, do Papa, do padre e do bispo local. O curioso é que não encontro em lugar nenhum do texto o nome de Jesus. Nem sequer uma única vez! Você acha que Deus aprovaria algo que exclui Aquele que sustenta todas as coisas com a Palavra do Seu poder, que morreu na cruz para nos salvar, e diante de Quem todo joelho nos céus, na terra e debaixo da terra se dobrará? [Correção: Voltei a ler o cartaz (o elevador demorou outra vez) e descobri que existe sim uma vez o nome "Cristo" ali, na lista de atividades da quermesse. Trata-se de uma missa em homenagem ao "corpo de Cristo", mas não é ele o motivo da festa.]
Nos ocuparmos com qualquer outro que não seja Cristo é idolatria, o que não difere muito do paganismo. Em uma ocasião Cornélio tenta se encurvar diante de Pedro e este o repreende. Atos 10:25 "E aconteceu que, entrando Pedro, saiu Cornélio a recebê-lo, e, prostrando-se a seus pés o adorou. Mas Pedro o levantou, dizen-do: Levanta-te, que eu também sou homem". Em outra ocasião é João quem passa por experiência semelhante diante de um anjo; Apocalipse 22:8-9 "E eu, João, sou aquele que vi e ouvi estas coisas. E, havendo-as ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava para o adorar. E disse-me: Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus".
A ocupação com qualquer outro que não seja o Senhor Jesus é algo COMPLETAMENTE fora da vontade de Deus; desse mesmo Deus que fez Moisés e Elias desaparecerem da vista dos discípulos no monte da transfiguração quando estes falaram em fazer três tendas, uma para cada um dos dois e outra para Jesus, colocando o patriarca e o profeta na posição de serem reverenciados. Só Jesus ficou na frente deles.
É muito estranho irmos a qualquer outro (Maria inclusive) quando temos um convite tão claro de Jesus: "Vinde a MIM, todos vós..." Ir a Maria ou qualquer outro é duvidar do amor e da receptividade de Jesus. Além disso, Ele é o único ressuscitado, que foi visto assim por mais de 500 pessoas e subiu ao céu em corpo, tudo devidamente registrado nos evangelhos e epístolas. Todos os outros, inclusive Maria, faleceram e estão no céu em espírito aguardando a ressurreição. Invocar um morto, seja para pedir algo, intercessão ou proteção, é pecado de segundo a Bíblia e não perde em nada para o espiritismo e outras práticas pagãs.
Outra coisa: Se existisse tamanha importância a respeito de Maria, ou mesmo alguma doutrina "mariana", você não acha Paulo e os outros apóstolos teriam mencionado isso em suas epístolas? Todavia, Maria não aparece uma vez sequer nas cartas dos apóstolos com a doutrina dada à igreja.
A Bíblia toda é sobre Jesus, do princípio ao fim. No Novo Testamento o nome "Jesus" aparece cerca de mil vezes, enquanto "Maria" (já excluídas as outras Marias) aparece umas vinte vezes (dezoito, se não me engano). Só isso já mostra com Quem Deus quer que nos ocupemos: com Aquele por meio de Quem e para Quem todas as coisas foram criadas, JESUS.
No quadro de avisos de meu prédio colocaram um cartaz de uma quermesse em honra de São João ou São Pedro, não me lembro bem. Tive a curiosidade de ler o cartaz enquanto esperava pelo elevador, e ele fala desses e de outros "santos", além de Maria, do Papa, do padre e do bispo local. O curioso é que não encontro em lugar nenhum do texto o nome de Jesus. Nem sequer uma única vez! Você acha que Deus aprovaria algo que exclui Aquele que sustenta todas as coisas com a Palavra do Seu poder, que morreu na cruz para nos salvar, e diante de Quem todo joelho nos céus, na terra e debaixo da terra se dobrará? [Correção: Voltei a ler o cartaz (o elevador demorou outra vez) e descobri que existe sim uma vez o nome "Cristo" ali, na lista de atividades da quermesse. Trata-se de uma missa em homenagem ao "corpo de Cristo", mas não é ele o motivo da festa.]
Nos ocuparmos com qualquer outro que não seja Cristo é idolatria, o que não difere muito do paganismo. Em uma ocasião Cornélio tenta se encurvar diante de Pedro e este o repreende. Atos 10:25 "E aconteceu que, entrando Pedro, saiu Cornélio a recebê-lo, e, prostrando-se a seus pés o adorou. Mas Pedro o levantou, dizen-do: Levanta-te, que eu também sou homem". Em outra ocasião é João quem passa por experiência semelhante diante de um anjo; Apocalipse 22:8-9 "E eu, João, sou aquele que vi e ouvi estas coisas. E, havendo-as ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava para o adorar. E disse-me: Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus".
A ocupação com qualquer outro que não seja o Senhor Jesus é algo COMPLETAMENTE fora da vontade de Deus; desse mesmo Deus que fez Moisés e Elias desaparecerem da vista dos discípulos no monte da transfiguração quando estes falaram em fazer três tendas, uma para cada um dos dois e outra para Jesus, colocando o patriarca e o profeta na posição de serem reverenciados. Só Jesus ficou na frente deles.
É muito estranho irmos a qualquer outro (Maria inclusive) quando temos um convite tão claro de Jesus: "Vinde a MIM, todos vós..." Ir a Maria ou qualquer outro é duvidar do amor e da receptividade de Jesus. Além disso, Ele é o único ressuscitado, que foi visto assim por mais de 500 pessoas e subiu ao céu em corpo, tudo devidamente registrado nos evangelhos e epístolas. Todos os outros, inclusive Maria, faleceram e estão no céu em espírito aguardando a ressurreição. Invocar um morto, seja para pedir algo, intercessão ou proteção, é pecado de segundo a Bíblia e não perde em nada para o espiritismo e outras práticas pagãs.
Outra coisa: Se existisse tamanha importância a respeito de Maria, ou mesmo alguma doutrina "mariana", você não acha Paulo e os outros apóstolos teriam mencionado isso em suas epístolas? Todavia, Maria não aparece uma vez sequer nas cartas dos apóstolos com a doutrina dada à igreja.
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Maria é a mãe dos cristãos?
A maior parte do que você escreveu sobre Maria não existe no Novo Testamento, portanto penso que você tenha obtido de fontes externas.
Você escreve, por exemplo:
- Maria, sendo mãe de Cristo, se torna mãe de nós assim como se tornou mãe de João no calvário.
Errado. Os que crêem não se tornam filhos de Cristo, mas “filhos de Deus”. Muito embora Jesus seja Deus, existe uma diferença entre as Pessoas da Trindade. Além disso, Maria não é esposa de Deus para nos considerarmos filhos dela. Quanto ao que aconteceu no Calvário, além de Jesus não a chamar de mãe, mas de “mulher” (ou “senhora”), não foi dito a Maria que cuidasse de João, mas a João que cuidasse de Maria. João 19:26: “Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa”.
- Maria não teve outros filhos com José.
Errado. Em Marcos 6:3 Jesus e seus irmãos são mencionados como tais em relação a Maria: “Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de Simão? e não estão aqui conosco suas irmãs?”
- José tinha 93 anos e Maria 12 na data da concepção de Jesus... José era viúvo e tinha 6 filhos, quatro homens e duas mulheres... Maria tinha sido prometida a José pois seus pais haviam morrido e ela ainda morava no Templo...
Errado. Maria morava em sua própria casa em Nazaré, enquanto o Templo ficava em Jerusalém, a 150 quilômetros. Ela estava desposada (uma espécie de noivado) com José, quando o anjo lhe apareceu. Lucas 1:26: “E, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um homem, cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria”.
- José morreu com 111 anos quando Jesus apenas tinha 11.
Errado. Jesus tinha 12 anos quando José e Maria o levaram ao Templo em Jerusalém. Lucas 2:41 "Todos os anos seus pais iam a Jerusalém para a festa da Páscoa. Quando ele completou doze anos de idade, eles subiram à festa, conforme o costume. Terminada a festa, voltando seus pais para casa, o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que eles percebessem". [Correção: depois disso meu interlocutor informou que os 11 anos de idade foi um erro de digitação].
- Tiago era o que Maria mais gostava pois era o mais novinho.
Especulação. Não existe qualquer registro da idade de Maria ou José, e nem de predileção por algum filho. Mesmo que existisse, se a sua tese de que Jesus seria o único filho legítimo de Maria e que José seria viúvo com 6 filhos, como Tiago podia ser o mais novo? O que você está dizendo (Tiago mais novo que Jesus não sendo filho de Maria) implica que José teria tido outra mulher depois do nascimento de Jesus. [Correção: na continuação da correspondência ele esclareceu que estava falando de Tiago como o caçula de José apenas]
- Maria já estava salva por mérito e merecimento pelo sim dado a Deus e por sua falta de mácula.
Errado. Você nega a Palavra de Deus em Romanos 3:10 que diz que “Não há um justo, nem um sequer. Não há NINGUÉM que entenda; Não há NINGUÉM que busque a Deus. TODOS se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há NEM UM SÓ”. Ao tentar dignificar Maria considerando-a isenta do pecado original (algo que só Jesus foi, daí sua concepção ter sido do Espírito Santo), você acaba negando a própria Palavra de Deus em sua totalidade. Seria preciso fazer um acréscimo no versículo acima (algo do tipo “exceto Maria”) e também em 2 Coríntios 2:15: “Ele morreu por todos”... “exceto por Maria”. Além disso, considerar que Maria fosse isenta do pecado original é o mesmo que dizer que ela teria sido gerada pelo Espírito Santo.
- Maria tinha um papel muito mais importante do que qualquer apostolo de Jesus na Igreja primitiva. Alias todo cristão na época chamava Maria de mãe e Pedro de pai, por isso o nome papa (papa=pai).
Especulação. Não há qualquer evidência disso no Novo Testamento e a última vez que Maria aparece é no capítulo 1 de Atos, antes da formação da Igreja que se dá no capítulo 2. Ela nunca mais é mencionada, nem em Atos, nem nas epístolas que trazem a doutrina dos apóstolos para a Igreja. Quanto a Pedro ser chamado de pai pelos cristãos, para fazerem isso eles teriam de desobedecer o mandamento do próprio Senhor (como muitos hoje desobedecem). Afinal, que valor você dá à Palavra do Senhor Jesus que falou explicitamente contra chamarmos alguém de pai ou papa? Mat 23:9 “E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus”.
- E não foi apenas Deus a dar o seu único filho para nos salvar, mas também Maria.
Heresia pura, pois coloca Maria como co-autora da salvação.
- Estou sendo realista em mostrar que Maria é muito mais do que a bíblia mostra
Então está confirmado que você está falando daquilo que não é a Palavra de Deus. Quando Paulo se despediu dos anciãos de Éfeso ele já previa que não apenas lobos cruéis (não cristãos) entrariam no rebanho para exterminá-lo, mas também que homens (cristãos) se levantariam dentro do rebanho para falar coisas distorcidas a fim de atraírem discípulos após si. Qual o antídoto de Paulo contra esses perigos? Ele encomenda os cristãos a Deus e à "PALAVRA DA SUA GRAÇA”, a mesma à qual você não dá qualquer valor ao tecer elocubrações que só servem para desviar os olhos daquele que é o único e suficiente Salvador, Jesus.
Atos 20:29-32 “Sei que, depois da minha partida, lobos ferozes penetrarão no meio de vocês e não pouparão o rebanho. E dentre vocês mesmos se levantarão homens que torcerão a verdade, a fim de atrair os discípulos. Por isso, vigiem! Lembrem-se de que durante três anos jamais cessei de advertir a cada um de vocês disso, noite e dia, com lágrimas. Agora, eu os entrego a Deus e à palavra da sua graça, que pode edificá-los e dar-lhes herança entre todos os que são santificados”.
A Palavra de Deus é o único terreno seguro para o cristão se precaver de idéias de homens e demônios.
"Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho que, na realidade, não é o evangelho. O que ocorre é que algumas pessoas os estão perturbando, querendo perverter o evangelho de Cristo. Mas ainda que nós ou um anjo do céu pregue um evangelho diferente daquele que lhes pregamos, que seja amaldiçoado! Como já dissemos, agora repito: Se alguém lhes anuncia um evangelho diferente daquele que já receberam, que seja amaldiçoado!" Gálatas 1:7-9
Você escreve, por exemplo:
- Maria, sendo mãe de Cristo, se torna mãe de nós assim como se tornou mãe de João no calvário.
Errado. Os que crêem não se tornam filhos de Cristo, mas “filhos de Deus”. Muito embora Jesus seja Deus, existe uma diferença entre as Pessoas da Trindade. Além disso, Maria não é esposa de Deus para nos considerarmos filhos dela. Quanto ao que aconteceu no Calvário, além de Jesus não a chamar de mãe, mas de “mulher” (ou “senhora”), não foi dito a Maria que cuidasse de João, mas a João que cuidasse de Maria. João 19:26: “Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa”.
- Maria não teve outros filhos com José.
Errado. Em Marcos 6:3 Jesus e seus irmãos são mencionados como tais em relação a Maria: “Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de Simão? e não estão aqui conosco suas irmãs?”
- José tinha 93 anos e Maria 12 na data da concepção de Jesus... José era viúvo e tinha 6 filhos, quatro homens e duas mulheres... Maria tinha sido prometida a José pois seus pais haviam morrido e ela ainda morava no Templo...
Errado. Maria morava em sua própria casa em Nazaré, enquanto o Templo ficava em Jerusalém, a 150 quilômetros. Ela estava desposada (uma espécie de noivado) com José, quando o anjo lhe apareceu. Lucas 1:26: “E, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um homem, cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria”.
- José morreu com 111 anos quando Jesus apenas tinha 11.
Errado. Jesus tinha 12 anos quando José e Maria o levaram ao Templo em Jerusalém. Lucas 2:41 "Todos os anos seus pais iam a Jerusalém para a festa da Páscoa. Quando ele completou doze anos de idade, eles subiram à festa, conforme o costume. Terminada a festa, voltando seus pais para casa, o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que eles percebessem". [Correção: depois disso meu interlocutor informou que os 11 anos de idade foi um erro de digitação].
- Tiago era o que Maria mais gostava pois era o mais novinho.
Especulação. Não existe qualquer registro da idade de Maria ou José, e nem de predileção por algum filho. Mesmo que existisse, se a sua tese de que Jesus seria o único filho legítimo de Maria e que José seria viúvo com 6 filhos, como Tiago podia ser o mais novo? O que você está dizendo (Tiago mais novo que Jesus não sendo filho de Maria) implica que José teria tido outra mulher depois do nascimento de Jesus. [Correção: na continuação da correspondência ele esclareceu que estava falando de Tiago como o caçula de José apenas]
- Maria já estava salva por mérito e merecimento pelo sim dado a Deus e por sua falta de mácula.
Errado. Você nega a Palavra de Deus em Romanos 3:10 que diz que “Não há um justo, nem um sequer. Não há NINGUÉM que entenda; Não há NINGUÉM que busque a Deus. TODOS se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há NEM UM SÓ”. Ao tentar dignificar Maria considerando-a isenta do pecado original (algo que só Jesus foi, daí sua concepção ter sido do Espírito Santo), você acaba negando a própria Palavra de Deus em sua totalidade. Seria preciso fazer um acréscimo no versículo acima (algo do tipo “exceto Maria”) e também em 2 Coríntios 2:15: “Ele morreu por todos”... “exceto por Maria”. Além disso, considerar que Maria fosse isenta do pecado original é o mesmo que dizer que ela teria sido gerada pelo Espírito Santo.
- Maria tinha um papel muito mais importante do que qualquer apostolo de Jesus na Igreja primitiva. Alias todo cristão na época chamava Maria de mãe e Pedro de pai, por isso o nome papa (papa=pai).
Especulação. Não há qualquer evidência disso no Novo Testamento e a última vez que Maria aparece é no capítulo 1 de Atos, antes da formação da Igreja que se dá no capítulo 2. Ela nunca mais é mencionada, nem em Atos, nem nas epístolas que trazem a doutrina dos apóstolos para a Igreja. Quanto a Pedro ser chamado de pai pelos cristãos, para fazerem isso eles teriam de desobedecer o mandamento do próprio Senhor (como muitos hoje desobedecem). Afinal, que valor você dá à Palavra do Senhor Jesus que falou explicitamente contra chamarmos alguém de pai ou papa? Mat 23:9 “E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus”.
- E não foi apenas Deus a dar o seu único filho para nos salvar, mas também Maria.
Heresia pura, pois coloca Maria como co-autora da salvação.
- Estou sendo realista em mostrar que Maria é muito mais do que a bíblia mostra
Então está confirmado que você está falando daquilo que não é a Palavra de Deus. Quando Paulo se despediu dos anciãos de Éfeso ele já previa que não apenas lobos cruéis (não cristãos) entrariam no rebanho para exterminá-lo, mas também que homens (cristãos) se levantariam dentro do rebanho para falar coisas distorcidas a fim de atraírem discípulos após si. Qual o antídoto de Paulo contra esses perigos? Ele encomenda os cristãos a Deus e à "PALAVRA DA SUA GRAÇA”, a mesma à qual você não dá qualquer valor ao tecer elocubrações que só servem para desviar os olhos daquele que é o único e suficiente Salvador, Jesus.
Atos 20:29-32 “Sei que, depois da minha partida, lobos ferozes penetrarão no meio de vocês e não pouparão o rebanho. E dentre vocês mesmos se levantarão homens que torcerão a verdade, a fim de atrair os discípulos. Por isso, vigiem! Lembrem-se de que durante três anos jamais cessei de advertir a cada um de vocês disso, noite e dia, com lágrimas. Agora, eu os entrego a Deus e à palavra da sua graça, que pode edificá-los e dar-lhes herança entre todos os que são santificados”.
A Palavra de Deus é o único terreno seguro para o cristão se precaver de idéias de homens e demônios.
"Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho que, na realidade, não é o evangelho. O que ocorre é que algumas pessoas os estão perturbando, querendo perverter o evangelho de Cristo. Mas ainda que nós ou um anjo do céu pregue um evangelho diferente daquele que lhes pregamos, que seja amaldiçoado! Como já dissemos, agora repito: Se alguém lhes anuncia um evangelho diferente daquele que já receberam, que seja amaldiçoado!" Gálatas 1:7-9
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