As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

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As virgens de Mt 25 representam a igreja?



https://youtu.be/6yYApIaE9Fw

Neste ponto eu não concordo com o autor do livro que mencionou, isto e, que seja especificamente da Igreja que fala a parábola. Creio que a parábola de Mt 25 fala do testemunho de um modo geral (porque fala de luz) e a relação ali parece ser muito mais com Israel do que com a Igreja.

A parábola começa falando do reino dos céus, que é o caráter da profissão neste mundo, que mescla verdadeiros e falsos em sua profissão individual de fé. No reino dos céus há joio e trigo, virgens tolas e prudentes. Não devemos nos esquecer de que as virgens não são noivas do noivo, mas fazem o papel que hoje chamaríamos de damas de companhia.

Em um certo sentido o Senhor tem duas noivas ou esposas: Israel e a Igreja. Cantares é uma ode de amor do Noivo para a noiva, e ali é de Israel que está falando.

O livro de Ester tem um profundo significado em forma de figuras, no qual Assuero está no papel da autoridade máxima (que é Deus, mas Deus não é citado no livro), e a esposa gentia desse rei o despreza (uma figura da igreja antes do arrebatamento, orgulhosa, no espírito de Laodiceia, que não quer testemunhar de sua glória para o mundo). Então ela sai de cena (é reprovada como testemunho) e uma esposa judia toma o seu lugar em um período de grande tribulação.

Continuando com os tipos, Mardoqueu seria um tipo de Cristo, o homem obediente que salva a vida e a honra do rei em troca de nada e também, por isso, acaba sendo instrumento na salvação do povo judeu. Assim como Jesus na tentação do deserto, Mardoqueu nega-se a prestar adoração a Hamã, uma figura de Satanás.

J. N. Darby faz o seguinte comentário da parábola das virgens:

"Os professos, durante a ausência do Senhor, são aqui representados como virgens, que saem para encontrar o Noivo, e iluminarem Seu caminho até a casa. Nesta passagem Ele não é o Noivo da igreja. Ninguém irá encontrar-se com Ele para suas núpcias com a igreja no céu. A noiva não parece nesta parábola. Se ela tivesse sido apresentada aqui, então teria sido Jerusalém na terra. Neste sentido a assembleia não é vista nestes capítulos. Aqui se trata da responsabilidade individual durante a ausência de Cristo."

http://www.respondi.com.br/2005/06/o-que-significa-parbola-das-dez.html

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