As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Pesquisar este blog

Carregando...

Por que Jesus nao curava adulteros?



http://youtu.be/bMTTYalqqvs

A resposta à sua pergunta é simples. Jesus não curava ou libertava adúlteros porque a Bíblia nunca trata o adultério como uma doença ou possessão demoníaca. Adultério é pecado e ponto final. Por isso o Senhor Jesus, quando questionado se a mulher adúltera devia ser apedrejada, desafiou aqueles que estivessem sem pecado a atirarem a primeira pedra, o que nenhum deles fez. Por ser Deus e Homem ele era o único sem pecado que poderia ter apedrejado a mulher, mas não o fez. Tudo o que disse a ela foi: “Nem eu também te condeno; vai-te e não peques mais”.

Por ser Deus ele podia, não apenas reeditar o que havia escrito na Lei dada a Moisés, como também perdoar o pecado da mulher. Mas ele não a curou e nem expulsou algum espírito maligno que a levasse a adulterar. Simplesmente ordenou que não pecasse mais. Ao não apedrejá-la Jesus não estava tornando o adultério um pecado insignificante, mas apenas mostrando que “a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo” (Jo 1:17). Com ele estava o perdão, não o apedrejamento previsto na Lei, mas também não a vista grossa para com o pecado. O que era pecado na Lei continuou sendo pecado depois que Cristo veio trazendo salvação.

Em Êxodo 20:14 a ordem era muito clara: “Não adulterarás”. A penalidade também estava prevista na Lei para o adultério em suas diferentes formas e também para outras relações sexuais contrárias à natureza e à ordem dada por Deus para o matrimônio. Ainda que Jesus tivesse perdoado a mulher adúltera, a Lei previa uma punição severa para este e todos os outros pecados descritos nesta passagem de Levítico.

“Também o homem que adulterar com a mulher de outro, havendo adulterado com a mulher do seu próximo, certamente morrerá o adúltero e a adúltera. E o homem que se deitar com a mulher de seu pai descobriu a nudez de seu pai; ambos certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles. Semelhantemente, quando um homem se deitar com a sua nora, ambos certamente morrerão; fizeram confusão; o seu sangue será sobre eles. Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles. E, quando um homem tomar uma mulher e a sua mãe, maldade é; a ele e a elas queimarão com fogo, para que não haja maldade no meio de vós. Quando também um homem se deitar com um animal, certamente morrerá; e matareis o animal. Também a mulher que se chegar a algum animal, para ajuntar-se com ele, aquela mulher matarás bem assim como o animal; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles.” (Lv 20:10-12, 14-16).

O mundo trata hoje o adultério como coisa banal e ele é o tema principal de muitos romances, filmes e novelas. Os sites que promovem aventuras extraconjugais para pessoas casadas são cada vez mais populares. A poligamia dos artistas de Hollywood é admirada e invejada por muitos. Todas as noites as famílias reunidas diante da TV são reprogramadas para considerarem o adultério como alternativa para um casamento sem paixão. Os telespectadores torcem para que o galã da novela descarte a esposa sem graça para ficar com a outra, tão linda e sensual, que sofre com a indiferença de seu próprio marido, que no enredo geralmente possui uma amante. O primeiro beijo dos dois é aguardado com grande expectativa e a cena na cama é o “grand finale”.

Mas se a opinião pública considera isso normal, como um estilo de vida alternativo, a opinião de Deus acerca do matrimônio não mudou e tudo o que sai fora disso é, aos seus olhos, uma aberração. Para deixar claro que o fato de Jesus ter perdoado a adúltera não colocava o adultério fora da lista de pecados, ele o tornou ainda mais grave quando afirmou: “Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério. Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.” (Mt 5:27-28). Quando percebemos que, aos olhos de Deus, a simples cobiça de imoralidade sexual é gravíssima, quanto mais nos sentimos necessitados de um Salvador, pois não há quem não cobice! Entende agora por que Cristo precisava vir morrer em nosso lugar para nos salvar? “Porque Deus encerrou a todos debaixo da desobediência, para com todos usar de misericórdia.” (Rm 11:32).

Você confessa crer no Senhor Jesus como seu Salvador, portanto está bem ciente de que o adultério é uma afronta contra Deus. Embora você não perca sua salvação caso venha a pecar, acabará perdendo sua comunhão com Deus e sua vida ficará miserável até confessar e deixar esse pecado. Caso não esteja nem preocupado com seu ato e transforme isso num estilo de vida, é melhor questionar se um dia você realmente creu no Senhor, pois alguém que tenha sua consciência insensível ao pecado provavelmente nunca foi salvo e muito menos tem o Espírito Santo habitando em si.

“Assim, o que adultera com uma mulher é falto de entendimento; aquele que faz isso destrói a sua alma.” (Pv 6:32). Davi sabia muito bem o que era sentir-se assim, pois caiu em adultério e não apenas o ato em si rompeu sua comunhão com Deus, como as consequências de seu pecado o acompanharam pelo resto da vida. É neste sentido, de consequências ruins para a vida presente, que fala a passagem de Gálatas 6:7: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.”

Embora Davi tenha amargado as consequências de seu pecado em diversos aspectos de sua vida prática, sua consciência atribulada mostrava o quanto ele era um genuíno homem de Deus e sua comunhão com Deus foi restabelecida quando ele confessou seu pecado: “Quando eu guardei silêncio, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado.” (Sl 32:3-5).

Você, que crê em Jesus, não apenas como seu Salvador, mas como seu Senhor ou dono de sua vida, deve saber que o adultério é tratado nas epístolas dos apóstolos como uma das obras da carne, nossa velha natureza que jamais melhora e só sabe pecar. No projeto original de Deus ele criou o homem e a mulher para se unirem numa só carne, se amarem e procriarem. Qualquer distorção a esse plano original é abominável aos olhos de Deus e só pode resultar em desastre. “Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros.” (Hb 13:4). Paulo chama a relação sexual entre um homem e uma mulher unidos pelo matrimônio como o “modo natural de suas relações íntimas” e “contato natural”, enquadrando qualquer outro tipo de relação ou impureza sexual como “contrário à natureza” (Rm 1:26-27).

Mas o problema é que você diz não sentir atração por mulheres solteiras, só por casadas, e tem muitos amigos que sentem o mesmo que você, só que alguns não só praticam o adultério como transformaram isso num estilo de vida. Você diz sentir-se atribulado e por isso quer saber se existe uma cura para este desvio de conduta, mas como eu já expliquei, adultério não é doença, mas sim pecado. Você diz que deseja fazer a vontade do Senhor, mas acha que por ter pensamentos no sentido de adulterar não existe caminho de volta. O ponto positivo é que você deseja fazer a vontade do Senhor e está disposto a viver sozinho o resto da vida, do que a adulterar. Assim, apesar de sentir-se atraído por mulheres casadas e até ter se apaixonado uma vez por uma, não quer agir errado. Mesmo assim esse sentimento e atração estão tirando sua paz e você nem mesmo sente vontade de congregar com os irmãos.

O fato de você nunca ter cometido uma relação sexual ilícita como é o adultério, mas só sentir atração por mulheres casadas, mostra que tem considerado sua comunhão com Deus mais importante do que fazer sua própria vontade. Cobiças e desejos todos nós temos, mas como diz o ditado, “se não posso evitar que as andorinhas voem sobre minha cabeça, posso impedir que façam ninho em meu cabelo”.

Quando nos convertemos recebemos de Deus uma nova natureza, mas continuamos com a velha carne latente em nós e querendo nos arrastar para o pecado. A nova natureza não é capaz de pecar porque é perfeita e vem de Deus, mas a velha só sabe pecar e para ela não existe conserto. Está totalmente arruinada e na cruz Cristo colocou um fim nela ao morrer pregado naquele madeiro como o “último Adão” (1 Co 15:45), assumindo ali os nossos pecados e encerrando assim a primeira Criação. Ele ressuscitou depois como o “segundo Homem” (1 Co 15:47) e “primícias” (1 Co 15:20), ou “primeiros frutos” da “nova Criação” (2 Co 5:17; Gl 6:15 - Versão J. N. Darby). Por isso quem está em Cristo é “nova Criação” e, ainda que estejamos arrastando em nós este velho “tabernáculo” ou corpo de carne deteriorada pelo pecado, “também gememos, desejando ser revestidos da nossa habitação, que é do céu” (2 Co 5:1-8).

Como quem viaja de carro velho e sabe que qualquer descuido pode acabar em desastre, viajamos nesta vida em constante vigilância, pois nossos freios são precários. Nosso coração ou mente carnal continuará produzindo pensamentos que, se acalentados e alimentados, nos levarão a pecar. “Pois do coração saem os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as imoralidades sexuais” (Mt 15:19 NVI). “Cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte.” (Tg 1:14-15). Considerando que tudo começa na mente, o jeito é evitar tudo e todos que possam influenciar sua mente, causando esse tipo de cobiça que irá atraí-lo, seduzi-lo e, depois de ter concebido, levará você a pecar.

Não tente dialogar com o pecado ou com os sentimentos que querem fazê-lo pecar. Fuja do pecado. Muita gente acha que deve fugir do diabo e resistir ao pecado, mas a Bíblia ensina diferente: “Resistam ao diabo” (Tg 4:7 NVI) e “Fujam da imoralidade sexual” (1 Co 6:18 NVI). Nossa carne não tem freios para o pecado, mas nosso espírito está pronto para resistir a nosso inimigo espiritual. Dar corda aos pensamentos e desejos pecaminosos e largar seu caminhão velho “na banguela” sabendo que os freios irão falhar no final. Lembre-se de que, quando a mulher de Potifar quis seduzir José para que ele se deitasse com ela, ele não ficou ali tentando convencê-la do contrário. Ele fugiu! “Sucedeu num certo dia que ele veio à casa para fazer seu serviço; e nenhum dos da casa estava ali; e ela lhe pegou pela sua roupa, dizendo: Deita-te comigo. E ele deixou a sua roupa na mão dela, e fugiu, e saiu para fora.” (Gn 39:11-12).

Davi caiu em adultério porque estava desocupado numa época quando os reis deveriam estar no campo de batalha. Seu adultério começou com o que hoje é chamado de “voyerismo”, o equivalente a olhar pelo buraco da fechadura ou mais modernamente passear por sites de pornografia ou pelos perfis de mulheres sedutoras nas redes sociais. “No tempo em que os reis saem à guerra... Davi ficou em Jerusalém. E aconteceu que numa tarde Davi se levantou do seu leito, e andava passeando no terraço da casa real, e viu do terraço a uma mulher que se estava lavando; e era esta mulher mui formosa à vista. E mandou Davi indagar quem era aquela mulher; e disseram: Porventura não é esta Bate-Seba, filha de Eliã, mulher de Urias, o heteu? Então enviou Davi mensageiros, e mandou trazê-la; e ela veio, e ele se deitou com ela.” (2 Sm 11:1-4).

Portanto, não fique preocupado pensando em como “ser curado” dessa sua tendência e nem fique tentando combater pensamentos pecaminosos neste sentido, pois lutar contra pensamentos é na verdade atracar-se a eles. Fuja, vá fazer outra coisa, pensar em algo diferente. O ditado “mente vazia, oficina do diabo” cabe muito bem aqui. Fuja também das amizades desses que você disse que têm as mesmas tentações que você ou até já se entregaram a esse estilo de vida que a Bíblia chama de pecado. Evite tudo o que possa despertar em você essa compulsão, como você evitaria se tivesse passado por um tratamento contra vícios como álcool, drogas, pornografia, jogos de azar, etc. Pessoas assim precisam se manter longe de quem bebe ou usa drogas, de sites eróticos, baralho, corridas de cavalo e bancas de apostas. Elas aprendem a nunca se considerarem fortes o suficiente para resistir ao apelo dessas coisas, por isso sabem que é mais seguro manter distância delas.

Viva cada dia de uma vez, e se não sentir atração por mulheres solteiras, então viva só. Existem milhões de solteiros que são muito bem resolvidos vivendo assim. Não pense que um relacionamento amoroso, e principalmente contrário à vontade de Deus, fará de você uma pessoa feliz. Quantos você conhece que vivem um inferno justamente por estarem em um relacionamento, seja ele lícito ou ilícito? E quantos vivem pulando de relacionamento em relacionamento sem nunca se darem por satisfeitos? Lembre-se de que, uma vez convertido a Cristo o seu corpo passou a ter um dono, o Senhor:

“Fujam da imoralidade sexual. Todos os outros pecados que alguém comete, fora do corpo os comete; mas quem peca sexualmente, peca contra o seu próprio corpo. Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo que habita em vocês, que lhes foi dado por Deus, e que vocês não são de si mesmos? Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o corpo de vocês.” (1 Co 6:15-20).

Neste ponto você deve estar achando que estou louco ou não entendi sua pergunta, pois em nenhum momento você perguntou por que Jesus não curava adúlteros, e nem disse que sentia atração por mulheres casadas. Você escreveu perguntando sobre uma “cura para o homossexualismo” e dizendo que sente atração por homens, não por mulheres. Decidi usar desta abordagem para mostrar a você que a Palavra de Deus considera qualquer relação sexual fora do matrimônio como pecado, seja ela o adultério, a fornicação ou o homossexualismo.

Agora leia tudo outra vez substituindo “adultério” por homossexualismo, “atração por mulheres casadas” por “atração por pessoas do mesmo sexo” e assim por diante. A forma de você se precaver de um pecado é a mesma para precaver-se do outro, pois ambos têm a mesma origem, a carne ou velha natureza, e são concebidos no coração antes de serem paridos no ato sexual. Ambos vêm igualmente sendo tratados pela mídia e opinião pública como escolhas pessoais ou estilos de vida, e não do modo como Deus os enxerga, ou seja, pecados.

Se você ficou decepcionado por não encontrar Jesus curando ou libertando algum homessexual, concluindo assim que não existiria solução para seu problema, não se sinta sozinho. Qualquer cristão sujeito a qualquer tentação passa pela mesma dificuldade, porque ser tentado é algo que faz parte da vida cristã. Por isso oramos "não nos deixes cair em tentação" (Mt 6:13) e não "não nos deixes sermos tentados". A solução dada por Deus está aqui:

"Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas. Pois vocês morreram, e agora a sua vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo, que é a sua vida, for manifestado, então vocês também serão manifestados com ele em glória. Assim, façam morrer tudo o que pertence à natureza terrena de vocês: imoralidade sexual, impureza, paixão, desejos maus e a ganância, que é idolatria. É por causa dessas coisas que vem a ira de Deus sobre os que vivem na desobediência, as quais vocês praticaram no passado, quando costumavam viver nelas." (Cl 3:2-7 NVI).

Embora a Bíblia seja considerada homofóbica por alguns, ela continua sendo a Palavra de Deus e nela encontramos o que Deus pensa a respeito deste e de outros pecados. Um pecado não é pecado só quando praticado contra o próximo, mas também o é quando praticado contra Deus. Nestes casos Deus costuma também chamar de "abominação", e por isso a prostituição, que é um pecado sexual mesmo quando praticado com um consenso entre as pessoas, é usada por Deus como figura para a idolatria.

Todavia, ao contrário do que determinava a Lei de Moisés, o Senhor não apedrejou a mulher adúltera, mas tratou-a com graça e compaixão. Por isso também o cristão não deve discriminar, injuriar, perseguir ou ferir alguém que esteja vivendo em pecado, como muitas vezes fazem pessoas que se dizem “cristãs”. Devemos agir em graça como o Senhor agiria, e esta é também a direção dada na Palavra de Deus para hoje, sabendo que todos nós estamos sujeitos a pecar: “Irmãos, se algum homem chegar a ser surpreendido nalguma ofensa, vós, que sois espirituais, encaminhai o tal com espírito de mansidão; olhando por ti mesmo, para que não sejas também tentado.” (Gl 6:1).

Neste ponto você talvez pergunte por que existem tantos "pastores" homossexuais ou simpatizantes dizendo o contrário sobre o homossexualismo e até fundando "igrejas de diversidade sexual" onde pregam uma "teologia inclusiva". Este não é um assunto para o cristão genuíno resolver, mas dos quais deve manter-se longe, pois "o Senhor conhece os que são seus", e a continuação da passagem mostra que a responsalidade do crente é "afaste-se da iniqüidade todo aquele que confessa o nome do Senhor" (2 Tm 2:19). Quanto aos que ensinam essas distorções, eu pergunto: Quem a justiça dos homens trata com maior rigor, o dependente químico ou o traficante? Com Deus não será diferente, pois esses "mudaram a verdade de Deus em mentira" (Rm 1:25). "Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade." (1 Jo 2:4). 

Sugiro que medite nestas passagens para conhecer o que Deus pensa do homossexualismo, algumas das quais foram extraídas de um contexto no qual ele tratava também do adultério, da prostitução e de outras relações sexuais ilícitas:

“Chamaram Ló e lhe disseram: "Onde estão os homens que vieram à sua casa esta noite? Traga-os para nós aqui fora para que tenhamos relações com eles". Ló saiu da casa, fechou a porta atrás de si e lhes disse: "Não, meus amigos! Não façam essa perversidade!” (Gn 19:5-7 NVI).

“Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é.” (Lv 18:22).

“Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação.” (Lv 20:13).

“Quando estavam entretidos, alguns vadios da cidade cercaram a casa. Esmurrando a porta, gritaram para o homem idoso, dono da casa: ‘Traga para fora o homem que entrou na sua casa para que tenhamos relações com ele!’ O dono da casa saiu e lhes disse: "Não sejam tão perversos, meus amigos. Já que esse homem é meu hóspede, não cometam essa loucura.” (Jz 19:22-23).

“Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos... Por isso também Deus os entregou [abandonou] às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira... Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.” (Rm 1:21-27).

“Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.” (1 Co 6:9-10).

por Mario Persona

Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

Mais acessadas da semana