As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.
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Voce aceita o batismo por aspersao?



https://youtu.be/0eIA6KhzGTY

Sua mensagem me deixou intrigado, pois ao escrever "Não entendo como você pode aceitar um batismo que foi feito por aspersão!" você parece me enxergar como um clérigo ou líder religioso com autoridade para aceitar ou não o batismo de alguém. Não tenho nenhuma autoridade religiosa do tipo padre, pastor, bispo, reverendo, cardeal, papa ou o que quer que os homens tenham inventado neste sentido para aceitar ou rejeitar o batismo de uma pessoa. Se alguém me diz que foi batizado em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo só posso aceitar que essa pessoa foi batizada.

Não é onde, quando ou como foi feito o batismo, mas a quem a pessoa foi batizada, a Cristo. O batismo não é o meio de tornar alguém membro do corpo de Cristo, o que ocorre pela fé em Jesus e é algo que somente o Senhor pode fazer com a pessoa. "Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos." (At 2:47).

O batismo também não lava pecados, "o batismo, agora também vos salva, não sendo a remoção da imundícia da carne, mas a indagação de uma boa consciência para com Deus" (1 Pe 3:21). Repare que salvação aí não tem a ver com remoção de pecados ou "imundícia da carne", mas como diz em outra versão, "o compromisso de uma boa consciência diante de Deus" (1 Pe 3:21 NVI). Se o batismo fosse o meio de salvação então precisaríamos de dois "salvadores", o Senhor e a pessoa que batiza. Se faltasse um deles estaríamos perdidos.

Aproveite para esquecer aquela ideia de que o batismo seja o meio de alguém nascer de novo, porque não é. O batismo é uma ordenança para a terra, não para o céu, enquanto o nascer de novo é uma obra do Espírito Santo no homem. "Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito." (Jo 3:5-6).

Aí você me dirá: "E a água aí, não é do batismo?!" e eu lhe direi "Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra" (Ef 5:25-26). Responda: o que é a água neste versículo? Muito bem, então a Palavra de Deus é a mesma água da passagem de João 3. Uma pessoa, quando em contato com a água da Palavra aplicada pelo Espírito Santo recebe vida vinda de Deus, para sair da condição de "mortos em ofensas e pecados" (Ef 2:1) e ser capaz de sentir o peso de sua culpa e buscar a Deus.

Isto porque se não receber vida continuará na condição descrita por Paulo em Romanos 3:11: "Não há ninguém que busque a Deus". Por que você acha que um dia teve esse "estalo" de buscar a Deus? Porque ouviu a Palavra, mesmo que por alto, e o Espírito Santo a aplicou em sua alma, lhe dando vida. A partir daí você estava capacitado a crer em Jesus, caso contrário não. Se ler a história de Cornélio verá que ele era nascido de novo, pois era temente a Deus, mas só foi salvo quando ouviu da boca de Pedro o evangelho claro e cristalino — Cristo morreu por nossos pecados e ressuscitou para nossa justificação —, tendo crido e recebido o selo do Espírito Santo.

Mas aí você me dirá que não serve o batismo feito em qualquer igreja, ou feito por qualquer pessoa, ou feito com qualquer água, e neste caso o melhor é buscarmos na Bíblia se as suas afirmações têm fundamento. Vamos à origem da ordenança que primeiro foi dada aos discípulos na qualidade ainda de judeus, representando o remanescente judeu que irá crer depois que a igreja for arrebatada da terra. Vamos ver o que diz a Palavra de Deus: "Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo" (Mt 28:19).

Isso foi tudo o que o Senhor disse quando instituiu o batismo cristão. Não disse nada da quantidade de água, da qualidade da água, se devia ser doce ou salgada, e nem da forma em que estava, se era água quente ou fria, corrente ou parada. E somente um louco iria afirmar que o Senhor tenha dado essa ordenança a alguma "igreja" no sentido de instituição religiosa. A ordenança foi dada aos discípulos como pessoas físicas, não pessoas jurídicas, e ele apenas ordenou que batizassem em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. É por isso que considero alguém batizado assim como tendo sido batizado. Deixou de ser pagão e passou a ser cristão, a menos exteriormente, que é o que o batismo realmente faz com uma pessoa. Ela veste a camisa, independente de saber ou querer jogar.

Então anote aí para nunca mais esquecer: O importante não é onde ou como ou por quem alguém foi batizado, e sim A QUEM foi batizado, isso é, a Cristo.

Quando eu estudava arquitetura às vezes o professor pedia que fizéssemos uma maquete do projeto para mostrar como ficaria a construção em três dimensões. A maquete era uma miniatura para dar uma ideia de como ficaria a construção depois de pronta. Se você abrir em Atos 2 verá que ali o Espírito Santo apresenta uma maquete daquilo que Jesus falou na ordenança do batismo. Ali havia "discípulos de todas as nações", pois havia "partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotâmia, Judeia, Capadócia, Ponto e Ásia, e Frígia e Panfília, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos, tanto judeus como prosélitos, cretenses e árabes" (At 2:9-11). Ele tinha dito que deviam fazer discípulos de todas as nações, não foi? Então ali estava a maquete, quando eles conseguiram fazer isso sem viajar a todas as nações, algo que fariam mais tarde e que o remanescente de judeus fieis que se converterá em temos de grande tribulação fará saindo pelo mundo.

Ao citar uma profecia de Joel de forma incompleta, o apóstolo Pedro mostrou que um dia ela iria se cumprir em sua totalidade, mas não ali, que era apenas uma maquete do projeto final. "Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel: E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos jovens terão visões, e os vossos velhos terão sonhos; e também do meu Espírito derramarei sobre os meus servos e as minhas servas naqueles dias, e profetizarão; e farei aparecer prodígios em cima, no céu; e sinais em baixo na terra, sangue, fogo e vapor de fumo. O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, Antes de chegar o grande e glorioso dia do Senhor" (At 2:16-20).

Por que eu disse que Pedro citou a profecia de forma incompleta? Porque não vimos o Espírito derramado sobre "toda a carne", mas apenas sobre aquelas pessoas, talvez umas cento e vinte (At 1:15) reunidas no cenáculo. Ali também não são mencionadas visões e sonhos, embora eles profetizassem em diferentes idiomas conforme o número de nações representadas naquele momento. Também não há qualquer indicação de que naquele momento tenham ocorrido "prodígios em cima, no céu e sinais em baixo na terra, sangue, fogo e vapor de fumo" e nada é dito sobre o sol ter se convertido em trevas e a lua em sangue. Portanto podemos entender que ali, no dia em que o Espírito Santo formava a Igreja, ele estava também indicando o que viria a acontecer quando Cristo voltasse para reinar na terra e Israel voltasse a ser a cabeça entre as nações.

Depois de seu discurso mostrando aos judeus que Jesus era o Cristo tão esperado, mas que mesmo assim aquele povo o havia rejeitado e entregado à morte, "disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo; porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar. E com muitas outras palavras isto testificava, e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa. De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas." (At 2:38-41).

A frase "seja batizado em nome de Jesus" é erroneamente interpretada por alguns como se a fórmula do batismo tivesse sido alterada de "em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo" para "em nome de Jesus". Mas pensar assim é o mesmo que dizer que os apóstolos nunca teriam obedecido a ordem do Senhor dada em Mateus 28:19. Batizar em nome de Jesus nada mais é que batizar com a autoridade que ele deu de cumprir a ordenança usando a fórmula que ele indicou, "em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo". É como quando dou a você uma procuração e digo: "Vá lá e compre aquele carro em meu nome". Fazer algo em nome de alguém é simplesmente representar a pessoa que delegou autoridade para aquele ato.

Considerando que nada é dito de onde e como aquelas três mil pessoas foram batizadas, se foi com pouca ou muita água, corrente ou parada, doce ou salgada, quente ou fria, posso simplesmente aceitar que elas foram batizadas porque assim foi feito com a autoridade delegada por Jesus, ou seja, o ato foi feito em nome dele.

O batismo tem sido motivo de muitas divisões entre o povo de Deus, e geralmente isso ocorre mais em torno de questões que não são bíblicas como quantidade, qualidade e tipo de água. Existe também a controvérsia que chamam de "batismo de crianças". Obviamente não existe na Bíblia batismo de crianças, mas existe batismo de casas, isto é, de famílias inteiras depois que o pai ou a mãe se convertem. Foi o caso de Lídia e também do carcereiro no capítulo 16 de Atos. Ali não é especificada a faixa etária dos filhos deles, mas diz simplesmente que foram todos batizados.

"E uma certa mulher, chamada Lídia, vendedora de púrpura, da cidade de Tiatira, e que servia a Deus, nos ouvia, e o Senhor lhe abriu o coração para que estivesse atenta ao que Paulo dizia. E, depois que foi batizada, ela e a sua casa, nos rogou, dizendo: Se haveis julgado que eu seja fiel ao Senhor, entrai em minha casa, e ficai ali. E nos constrangeu a isso." (At 16:14-15).

"E, [o carcereiro] tirando-os para fora, disse: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar? E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa. E lhe pregavam a palavra do Senhor, e a todos os que estavam em sua casa. E, tomando-os ele consigo naquela mesma hora da noite, lavou-lhes os vergões; e logo foi batizado, ele e todos os seus." (At 16:30-33). 

Você poderia indicar a idade dos familiares de Lídia ou do carcereiro? Eu também não. Mas ambos concordamos que toda a família foi batizada, não é mesmo? Então com que autoridade alguém poderia dizer que havia ou não crianças entre eles? Eu creio que havia, você acredita que não. Então fique você com o que acha e eu com o que acho e não vamos nos dividir por causa disso. Porque nenhum de nós poderá provar biblicamente nem de um lado, nem de outro.

Paulo também fala de ter batizado uma família em 1 Coríntios 1:16-17. Ele diz: "Batizei também a família de Estéfanas; além destes, não sei se batizei algum outro. Porque Cristo enviou-me, não para batizar, mas para evangelizar". Aqui um detalhe que passa despercebido a muitos: Se o batismo é um ato essencial para a salvação, por que Paulo não foi enviado a batizar, mas apenas a evangelizar? Iria o apóstolo dos gentios fazer algo que servia apenas para metade da salvação de uma alma? Como teria ele negligenciado o ato de batizar, se isso era vital para a salvação como afirmam algumas religiões?

Neste ponto você poderá argumentar que em Marcos 16:16 diz que "Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado." Pois é, "quem não crer" será condenado, não quem não for batizado.

Devo lembrar que não estamos falando de batismo de crianças independentes de seus pais, mas de famílias inteiras batizadas na fé de seus pais. Quando Moisés levou o povo para fora do Egito, passando pelo fundo do mar que é também figura do batismo, não deixou as crianças para trás para elas escolherem quando tivessem idade suficiente. Eu batizei meus filhos ainda bebês porque quis fazer como Moisés: não deixá-los como pagãos ainda sob o comando de Faraó. Preferi trazê-los para a esfera cristã na fé e esperança de que um dia iriam crer, como acabou acontecendo. Afinal, como querer que uma criança se comporte como cristã se ela ainda continua na esfera do paganismo?

Talvez o seu argumento seja o de que o eunuco precisou crer para ser batizado por Filipe. Certamente o eunuco foi batizado depois de crer em Cristo, mas onde é que a Palavra de Deus afirma que crer seja condição para ser batizado? Será que pensou em Atos 8:37? Vamos ver a passagem:

36  "E, indo eles caminhando, chegaram ao pé de alguma água, e disse o eunuco: Eis aqui água; que impede que eu seja batizado? 
37  E disse Filipe: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus. 
38  E mandou parar o carro, e desceram ambos à água, tanto Filipe como o eunuco, e o batizou. 

Sugiro que pesquise diferentes versões da Bíblia e encontrará a resposta. Algumas edições colocam o versículo 37 entre chaves, enquanto outras (como a de J. N. Darby) omitem o versículo totalmente. A razão é que a passagem é um acréscimo feito em manuscritos mais recentes, o que indica que não existia nos originais. O argumento de que seja preciso crer para ser batizado também cai por terra quando no mesmo capítulo você encontra Simão tendo sido batizado sem nunca ter crido de verdade em Jesus, mas apenas acreditado. E o argumento de que é preciso ser batizado para ser salvo bate de frente com o fato de que o malfeitor na cruz foi salvo sem ter sido batizado.

Existem ainda outros pontos relacionados ao batismo que não são compreendidos pelos cristãos. Alguns se baseiam no batismo de João Batista como se fosse um batismo cristão, mas nem João e nem seu batismo eram cristãos. João era judeu e seu batismo era como as muitas abluções ou lavagens praticadas no judaísmo, como é citado em Hebreus 9:10. Aquele batismo era dirigido a judeus para se arrependerem por terem pisado na Lei que Deus lhes havia dado. Em Atos vemos que os discípulos de João precisaram ser novamente batizados no batismo cristão. Veja este episódio passado por Paulo em Éfeso, ao encontrar alguns que tinham crido em Jesus:

"[Paulo] perguntou-lhes, então: Em que sois batizados então? E eles disseram: No batismo de João. Mas Paulo disse: Certamente João batizou com o batismo do arrependimento, dizendo ao povo que cresse no que após ele havia de vir, isto é, em Jesus Cristo. E os que ouviram foram batizados em nome do Senhor Jesus." (At 19:3-5). Espero que neste ponto de nossa conversa você já tenha entendido que batizar "em nome do Senhor Jesus" não é usar uma nova fórmula, mas simplesmente batizar com a fórmula que ele ensinou no evangelho de Mateus usando de sua autoridade. 

Juntando tudo, a Palavra de Deus não especifica se o batismo deve ser com pouca ou muita água, só diz que deve ter água. Portanto é pretensão querer provar que o único batismo válido é por imersão como também seria pretensão querer provar que seja por aspersão. Não sabemos como o carcereiro e sua família foram batizados no meio da noite naquela prisão ou próximo dela. Não nos é dito se o eunuco entrou na água de corpo inteiro, só até a cintura, ou se Filipe entrou com ele num riacho e derramou água sobre sua cabeça. Então, para sua pergunta, "Não entendo como você pode aceitar um batismo que foi feito por aspersão!" eu respondo que não existe nenhuma ordenança do modo do batismo, mas sim A QUEM a pessoa deve ser batizada (a Cristo, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo).

Nunca me esqueço do que aconteceu com meu avô. Jazendo numa cama em estado terminal, depois que um câncer obrigou os médicos a retirarem parte de seu sistema digestivo, uma empregada de minha avó quis trazer "obreiros" de sua congregação para batizá-lo, alegando que o batismo daquela congregação era o que salvava. Mas quando ela argumentou que ele não poderia ser imerso em água com aquela ferida aberta no abdome, desistiram insinuando que então não haveria salvação.

Hoje existem religiões que foram criadas em cima de batismo, as quais dão maior importância a essa ordenança do que o próprio apóstolo Paulo, que não foi enviado a batizar, mas a evangelizar. Quando cristãos se dividem por causa da forma do batismo, da quantidade de água ou de seu tipo ou qualidade, se é corrente ou parada, doce ou salgada, mais parecem parteiras descuidadas que jogam fora o filho para criar a placenta. Dividir os cristãos por uma questão assim é perder de vista o que é importante e agir na contra-mão do que o Senhor pediu, que fôssemos todos um.

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O batismo que salva - https://youtu.be/hZh9ZE9CtRM

por Mario Persona

Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

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