As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

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O que responder aos professores?



https://youtu.be/R0fkX7P8rZY

Você está preocupado em como responder a professores que são seus colegas, que confrontaram sua fé com um filme que "revela" que Jesus não teria existido de verdade, sendo apenas uma lenda baseada numa divindade do antigo Egito. Seus colegas são professores, mas será que são inteligentes? Será que eles têm uma mentalidade investigativa e são capazes de desconstruir um pensamento para chegar à sua origem?

Uma vez comecei a assistir o filme que mencionou e parei porque logo vi de que se tratava. Quando você trabalha com comunicação aprende a identificar técnicas de construção de pensamento e argumentação, e isso ajuda muito a detectar quando alguém está querendo criar impacto pela distorção ou omissão de fatos. É o caso do filme.Basta passar a ideia em reverso para ver como é fácil criar um argumento assim. Se o assunto tiver uma pitada de teoria conspiratória, melhor ainda.

Você encontra uma descrição do filme e também críticas às falhas de suas afirmações neste link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Zeitgeist,_o_Filme

Este não é primeiro e nem será o último filme a colocar em dúvida Cristo e o cristianismo. Neste caso ele associa a figura de Cristo à divindade Hórus da mitologia egípcia. Você nem precisa usar Hórus, que é o deus que ele usa, para construir o raciocínio de que Jesus seria baseado em um mito. Pode também usar outra divindade da antiguidade que encontrará semelhanças.

Um bom livro para entender por que isso acontece é "O fator Melquisedeque" de Don Richardson. Você encontra o livro aqui http://www.vidanova.com.br/produtos.asp?codigo=188 e uma resenha aqui http://pt.scribd.com/doc/5067805/Resenha-Fator-Melquisedeque

O autor Don Richardson demonstra como as várias divindades e mitos da antiguidade se basearam nas revelações divinas feitas aos primeiros habitantes do planeta, as quais foram passando de um para outro e ganhando cores mitológicas.

Começando pelo Jardim do Éden, quando Deus já revelou que um nascido de mulher seria ferido pela serpente e que esmagaria sua cabeça, muitas outras revelações foram feitas por Deus, não apenas ao Seu povo de Israel, mas antes disso. O livro de Jó é o mais antigo da Bíblia e por ele você pode ver o quanto de revelações Deus já fazia na antiguidade.

Não foram apenas as revelações de Deus da antiguidade que viraram lendas, mas fatos históricos também, como a própria história da Criação, de Adão e Eva, do dilúvio etc. podem ser encontradas em versões distorcidas nas mais diversas culturas, muitas delas nas Américas. A semelhança, portanto, não é porque a divindade foi baseada no Jesus que viveu há 2 mil anos, mas por ter sido baseada em fragmentos do que Deus já havia revelado a respeito dEle há 6 mil anos.

Então, quando um filme assim compara Cristo com uma divindade egípcia, não é difícil suspeitar que essa divindade possa ter sido construída de fragmentos da revelação que Deus fez no princípio, ou ser apenas uma coincidência forçada. Digo forçada porque se você adotar TODOS os aspectos da dita divindade verá que não tem nada a ver.

Vou dar um exemplo tosco do que estou dizendo. Sabia que eu não existo? Pois é, eu próprio não passo de um mito. Na verdade a minha existência toda foi baseada no deus Zurumbundum da mitologia da tribo dos pinguins da Antártica. Assim como eu, aquela divindade tinha dois olhos, um nariz, duas pernas e dois braços. Gostava de comer bananada e ouvir jazz. Viu só? Está provado que sou uma lenda.

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