As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.
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Quais dons cessaram?



https://youtu.be/t7eY4FVOKS8

A dúvida é se alguns dons que encontramos na Palavra de Deus teriam cessado depois do início da Igreja. Isso é como perguntar se a bicicleta de seu filho perdeu alguma roda depois que ele cresceu. Sim, perdeu as duas rodinhas traseiras que serviam para ele aprender a pedalar, e não eram mais necessárias quando conseguiu ter equilíbrio.

De igual modo os dons têm uma utilidade e a própria Palavra explica que "a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil" (1 Co 12:7). Se não existe utilidade, então não há razão para um dom se manifestar, porque Deus não aprova o exibicionismo. Se perguntarmos qual foi a utilidade dos dons que encontramos na Bíblia descobriremos que aqueles que deixavam claro ser manifestações sobrenaturais, como revelações, curas, sinais e línguas,tinham uma função muito clara.

Eu dividiria o assunto em dois, um para os dons de Cristo de Efésios 4 e outro para as manifestações espirituais de 1 Coríntios 12. No início da igreja havia apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e doutores ou mestres, todos eles voltados ao aperfeiçoamento dos santos, à obra do ministério e edificação do corpo de Cristo.

"E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo, para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente." (Ef 4:11-14).

Dentre estes dons, os dois primeiros — apóstolos e profetas — já não mais existem, pois eram eles que davam sustentação à casa de Deus juntamente com Cristo, a Pedra de esquina.

"Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus; edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina;  no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para templo santo no Senhor. No qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus em Espírito." (Ef 2:19-22).

Quando você constrói uma casa usa pedras grandes e fortes para o alicerce e depois pedras pequenas ou tijolos para as paredes. Não faria sentido colocar uma pedra de alicerce na parede. Assim é também com a construção da "casa de Deus" (1 Tm 3:15), foi Cristo quem deu início e designou apóstolos e profetas para determinarem onde ficariam os alicerces sobre os quais as paredes deveriam ser levantadas. Se chamarmos a esse alicerce de doutrina dos apóstolos logo entenderemos que tudo o que for construído fora dessa doutrina não vai permanecer.

"Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele. Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo. E, se alguém sobre este fundamento formar um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, a obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um. Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão. Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo." (1 Co 3:10-15).

Então já pode começar entendendo que esses dois dons — apóstolos e profetas — já cessaram e junto com eles as atribuições que lhes eram características. Apóstolos tinham poderes que hoje não temos, como era o de entregar alguém à morte (Veja o caso de Ananias e Safira em Atos 5 e o imoral em 1 Coríntios 5 e os blasfemos Himeneu e Alexandre de 1 Timóteo 1:20). Os profetas da Igreja tinham a função de trazer as revelações fresquinhas da parte de Deus num tempo quando ninguém podia ainda chegar nas reuniões e dizer "vamos abrir nossas Bíblias em...". Tendo o volume da revelação divina sido encerrado, continuam a existir profetas apenas no sentido daqueles que falam da parte de Deus, que é o que significa profetizar, mas se alguém vier com alguma nova revelação nem dê ouvidos.

Além desses dons havia as manifestações do Espírito, com um caráter mais ou menos impactante. Algumas, como as curas, eram úteis no sentido de não apenas exibir o poder de Deus, mas de curar multidões de uma só vez. Veja neste exemplo que ninguém voltava para casa sem ter sido liberto ou curado, algo muito diferente do que propõem os curandeiros da TV: "E até das cidades circunvizinhas concorria muita gente a Jerusalém, conduzindo enfermos e atormentados de espíritos imundos; os quais eram TODOS curados." (At 5:16). Ouviu isso? "Eram TODOS curados". Essas manifestações, muitas delas descritas em 1 Coríntios 12, não eram dons permanentes como os de Efésios 4, mas como o próprio nome diz no original "manifestações espirituais". Então não havia uma pessoa que tivesse o dom de curar, mas existiam os dons ou capacidades de curar que o Espírito Santo dava a pessoas em ocasiões especiais.

Mas se atentar para a evolução do texto em Atos e depois nas epístolas fica muito claro que logo já não se falava mais em cura e havia até irmãos doentes que não eram curados de forma milagrosa, como o próprio Paulo com seu "espinho na carne" (2 Co 12:7), Timóteo com seus problemas de estômago e "frequentes enfermidades" (1 Tm 5:23), e Trófimo, que Paulo deixou "doente em Mileto" (2 Tm 4:20) sem sequer curá-lo como no início fazia com as multidões. Assim como seu filho já não precisa mais das rodinhas de apoio os cristãos já não precisavam mais das manifestações miraculosas que provavam ser aquilo que estava acontecendo uma obra de Deus.

Não quero dizer com isso que Deus ainda não possa curar alguém ou usar um irmão para "profetizar" no sentido de trazer à consciência de outro palavras "para edificação, exortação e consolação" (1 Co 14:3) sobre um assunto da vida particular deste que o que fala nem imaginava existir. Mas isso nada tem a ver com aquele comportamento pretensioso de pentecostais que chegam dizendo "Meu servo, tenho uma profecia para ti bla, bla, bla...".

Se Deus não pudesse ainda curar não iríamos orar por algum irmão enfermo, mas oramos sabendo que Deus pode tanto curá-lo diretamente, como por meio de médicos e tratamentos, e também confiamos que Deus poderá usar um irmão para "profetizar" no sentido de nos trazer uma palavra que cairá como uma luva em nossa necessidade. Isso seria algo como o pai da criança ciclista precisar de vez em quando intervir colocando a mão no garoto para ele recuperar o equilíbrio e não cair e se machucar, mas sem precisar voltar a instalar as rodinhas. Mas isso é muito diferente do que faziam os apóstolos que chegavam numa praça com uma multidão de enfermos e endemoninhados e curavam a todos.

Pense no lançamento de um novo empreendimento numa cidade, como um condomínio ou um shopping center. Em ocasiões assim vejo passar em minha rua uma carreata com buzinas, bandeiras, música e fogos de artifício. O lançamento precisa ser notado por todos para ter sucesso. Mas depois de lançado não precisam mais fazer toda aquela algazarra, porque todos já sabem que o empreendimento está lá. Assim é nas coisas de Deus. Em todos os momentos em que Deus inaugurava algo novo ele providenciava sua própria "carreata" com sinais e milagres. Foi assim ao libertar o povo de Israel do Egito (o mar se abriu), foi assim ao introduzi-los na terra prometida (as muralhas de Jericó caíram), e em muitas ocasiões de maior ou menor destaque.

Quando chegamos nos Evangelhos vemos Deus mais uma vez fazendo alarde da entrada de seu Filho no mundo. "Homens israelitas, escutai estas palavras: A Jesus Nazareno, homem aprovado por Deus entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis." (At 2:22).

Na inauguração da Igreja no dia de Pentecostes, mais uma vez Deus coloca sua "carreata" na rua para chamar a atenção agora de homens de todas as nações, porque a mensagem de Deus não ficaria restrita apenas a Israel, mas se espalharia pelo mundo. É por isso que Deus providenciou para testemunhar daquele evento judeus de muitos países, línguas e costumes (mais tarde ele introduziria os gentios). Naquele dia ocorreu um sinal milagroso porque pessoas de diferentes nações escutavam a mensagem de Pedro cada um em sua própria língua. Para um pentecostal mais afoito, que acha que as línguas na Bíblia sejam apenas um balbuciar extático (produzido em êxtase) fica a lição de casa de pesquisar no Google que idiomas falavam os povos dessas nações da antiguidade.

"E em Jerusalém estavam habitando judeus, homens religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu. E, quando aquele som ocorreu, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua. E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! não são galileus todos esses homens que estão falando? Como, pois, os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos? Partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotâmia, Judeia, Capadócia, Ponto e Ásia, e Frígia e Panfília, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos, tanto judeus como prosélitos, cretenses e árabes, todos nós temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Deus. E todos se maravilhavam e estavam suspensos, dizendo uns para os outros: Que quer isto dizer?" (At 2:5-12).

Tendo Jesus ressuscitado e subido ao céu, deixou principalmente os apóstolos como seus representantes aqui e, assim como faz o presidente de um país ao enviar um embaixador a outro país, esses embaixadores de Cristo precisaram primeiro apresentar suas credenciais de que eles estavam vindo no mesmo espírito daquele "Jesus Nazareno, homem aprovado por Deus entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós" (At 2:22). Por isso Paulo escreve: "Os sinais do meu apostolado foram manifestados entre vós com toda a paciência, por sinais, prodígios e maravilhas." (2 Co 12:12).

Mas essas credenciais não ficaram restritas aos apóstolos, mas foram também concedidas aos outros discípulos. Lembre-se de que quando Jesus nos evangelhos enviava seus discípulos numa missão ele lhes dava poder para fazer curas e milagres, e isso incluía até mesmo o iníquo Judas que seria o traidor. Se não entende isso volte a pensar no exemplo que dei da carreata para lançamento de um empreendimento: nem todos os que estão ali são os donos ou funcionários da empresa. Existem também alguns que só foram contratados para segurar uma bandeira e devolvê-la no final do evento. Essa extensão nas ações de "lançamento" também pode ser vista na carta aos Hebreus:

"Como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação, a qual, começando a ser anunciada pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram; testificando também Deus com eles, por sinais, e milagres, e várias maravilhas e dons do Espírito Santo, distribuídos por sua vontade?" (Hb 2:3-4).

Existe um ditado que diz que "quem nunca come, quando come se lambuza", e isso vale muito bem para o que aconteceu com o dom de línguas. O Espírito Santo havia dado essa manifestação espiritual como forma de cumprir uma profecia do Antigo Testamento que dizia que seria assim que Deus iria impressionar os judeus. Isso já tinha acontecido na formação da Igreja, como mencionei, mas entendemos que por alguns anos a igreja era formada quase que exclusivamente por judeus convertidos a Cristo.

Então nesta passagem que vou ler a seguir Paulo mostra a infantilidade dos coríntios, que ficavam se lambuzando com algo que não fazia mais sentido dentro de uma cultura grega e em especial quando não havia judeus presentes. Imagine os coríntios se achando o máximo como crianças que querem exibir as rodinhas de apoio de suas bicicletas. Paulo antes tinha dito: "E eu, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a meninos em Cristo." (1 Co 3:1). Agora no capítulo 14 volta a chamá-los de meninos ou crianças, pois tinham transformado o dom de línguas em exibicionismo, e talvez nem mesmo falassem línguas estrangeiras (que é o sentido de "línguas" na Bíblia), mas ficavam balbuciando algo ininteligível como se vê nos cultos pentecostais:

"Dou graças ao meu Deus, porque falo mais línguas do que vós todos. Todavia eu antes quero falar na igreja cinco palavras na minha própria inteligência, para que possa também instruir os outros, do que dez mil palavras em língua desconhecida. Irmãos, não sejais meninos no entendimento, mas sede meninos na malícia, e adultos no entendimento.Está escrito na lei: Por gente de outras línguas, e por outros lábios, falarei a este povo; e ainda assim me não ouvirão, diz o Senhor. De sorte que as línguas são um sinal, não para os fiéis, mas para os infiéis; e a profecia não é sinal para os infiéis, mas para os fiéis.Se, pois, toda a igreja se congregar num lugar, e todos falarem em línguas, e entrarem indoutos ou infiéis, não dirão porventura que estais loucos?" (1 Co 14:18-23).

Em seu livro "Speaking with Tongues - A Present-day Delusion" ("Falar em Línguas - Um engano dos dias modernos"), William J. Hocking comenta:

"Ao classificar os vários dons de acordo com seu valor na igreja, o apóstolo coloca, como já vimos, as línguas em último lugar na lista por ordem de mérito. Línguas eram um sinal, não para os crentes, mas para os incrédulos. Era algo inútil para a assembléia, a menos que estivesse presente o dom complementar de interpretação. E o apóstolo, ao insistir com a igreja sobre a necessidade primária do amor, como a força motriz da vida da assembléia, menciona que as línguas cessarão, em contraste com o amor. Se, então, cessaram as línguas espirituais dos tempos apostólicos, quais seriam as pretensões modernas desse suposto dom? Se estas não vêm do Espírito de Deus, de quem elas brotam?

Os judeus foram culpados do pecado imperdoável de atribuir a Belzebu, príncipe dos demônios, o poder do Espírito de Deus que operava em nosso Senhor Jesus (Mt 12:22-32). Hoje existe o perigo de se cair no pecado inverso de atribuir ao Espírito Santo de Deus algo que é poder de Satanás. O perigo desse erro flagrante não estava ausente na igreja primitiva. Os santos, em uma cidade pagã, como Corinto, estavam particularmente sujeitos à introdução no meio dos cristãos de declarações e oráculos de demônios. Em 1 Coríntios 12:1-2 o apóstolo lhes fez lembrar da influência idólatra que era exercida sobre eles em seus dias inconversos: 'Acerca dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes. Vós bem sabeis que éreis gentios, levados aos ídolos mudos, conforme éreis guiados.". (William J. Hocking).

Aqueles que hoje são seduzidos por sinais, milagres e maravilhas deveriam atentar ao fato de que eles não acontecem apenas pelo poder de Deus, mas também pelo poder de Satanás. Quando Deus enviou Moisés para fazer sinais na presença de Faraó, Satanás enviou Janes e Jambres para produzir sua versão pirata e bem convincente de poder. O diabo está hoje arrebanhando multidões que estão sendo seduzidas como faz um traficante com suas vítimas, dando a elas algumas experiências maravilhosas para deixá-las viciadas e não desejarem o puro evangelho, mas apenas experiências sobrenaturais. Então, quando o iníquo agente do diabo, o anticristo, se levantar na terra, já terá à sua disposição uma audiência cativa, pois ele virá com a força toda. Aqueles serão como o falso crente Simão, que "sendo batizado, ficou de contínuo com Filipe; e, vendo os sinais e as grandes maravilhas que se faziam, estava atônito." (At 8:13). E o que foi que Pedro disse a Simão? "Vejo que estás em fel de amargura, e em laço de iniquidade" (At 8:23). Da vinda do anticristo e de como será seguido por pessoas ávidas por visões, milagres, curas e sinais, nós vemos Paulo e João falarem nas passagens a seguir.

"Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado; e então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda; a esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniquidade... E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens. E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta" (2 Ts 2:7-12; Ap 13:13-14).

Então, quando aquele povo todo for levado por Deus a crer na mentira por não terem dado ouvidos à verdade, Jesus poderá dizer "Eu bem que avisei...", pois é mais ou menos isso que lemos no evangelho: "Porque se levantarão falsos cristos, e falsos profetas, e farão sinais e prodígios, para enganarem, se for possível, até os escolhidos. Mas vós vede; eis que de antemão vos tenho dito tudo." (Mc 13:22-23).

por Mario Persona

Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

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