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O que aconteceu com a submissão às autoridades?



https://youtu.be/Qjlt0Wki2S4

Quando postei uma frase nas redes sociais dizendo: "O bom de ser cristão é que não nos foi dito para decidirmos o que o país deve fazer, mas para obedecermos a autoridade que Deus colocou", não esperava uma reação tempestiva de alguns cristãos. Talvez eu devesse ter colocado que o cristão deve "se submeter e obedecer a autoridade", o que não fiz por limitação de caracteres.

Uma pessoa que professa crer na Palavra de Deus escreveu: "Deus nos mandou obedecer às autoridades constituídas por ele, não as eleitas pelos homens. Homens intitulam homens, mas as autoridades que Deus constitui são outras. Ou você me diria que também obedeceria Hitler na época nefasta do Holocausto? Por favor, conhecimento de letra sem revelação íntima e pessoal dada pelo Pai é nada, meu irmão. Leia as escrituras pedindo ao Espírito Santo discernimento. O que não tiver Cristo Jesus como respaldo e parâmetro deve ser ignorado".

Quem discorda da submissão às autoridades costuma evocar o exemplo de Hitler e outros crápulas da história, esquecendo que devemos nos submeter sempre, porém obedecer naquilo que não seja contrário à Palavra de Deus. Submissão é uma coisa, obediência é outra. O cristão deve SEMPRE se submeter à autoridade porque TODA autoridade foi estabelecida por Deus, independente se foi eleita ou tomou o governo pela força.

Quando alguém diz que são homens quem dão títulos a homens, como se isto fosse desculpa para não nos submetermos, esquece que todas as autoridades são, de alguma maneira, estabelecidas neste mundo segundo decisões humanas. Algumas são eleitas pelo voto direto, outras por voto indireto, outras assumem seu posto por meio de um golpe, outras pela invasão de um país etc. Pilatos, a autoridade sob a qual Jesus se colocou em submissão, era um invasor do território dos judeus.

Independente de como tenha chegado ali, o fato de uma autoridade ocupar trono é suficiente para reconhecermos que ela tem a chancela divina. Pensar diferente significa não reconhecer autoridade nenhuma ou querer que seja autoridade apenas aquela que eu achar que é autoridade. Isso é rebelar-se contra os princípios estabelecidos por Deus na Criação.

Deus estabeleceu a autoridade humana com poder de vida e morte sobre o próximo por meio de Noé. Quando ele fez isso nem havia população para Noé exercer sua autoridade, pois ele era um simples patriarca com autoridade sobre sua esposa, seus filhos e suas noras. Mesmo assim, a partir de então Deus passou a reconhecer a autoridade de homens sobre seus semelhantes, independente do modo como tenham chegado ao poder.

Quando Jesus estava na terra os judeus viviam numa pátria invadida pelo poder romano, onde havia vários níveis de autoridade, começando pelo César, que não necessariamente era o nome do Imperador, mas seu título, como era o Faraó. Outros países tiveram títulos semelhantes, como o Kaiser alemão e o Czar da Rússia. O Senhor se submeteu a todas as camadas de autoridade que estavam sobre si, dando "a César o que é de César e a Deus o que é de Deus" (Mt 22:21). Por esta razão foi submisso até ao ímpio governador Pilatos, que se gabava de ter autoridade sobre Jesus para fazer o que quisesse e recebeu uma resposta rápida: "Nenhuma autoridade terias sobre mim, se de cima não te fosse dada" (Jo 19:11).

Quando Jesus nasceu a autoridade máxima no Império Romano era César Augusto, ambos títulos que assumiu para si. Seu nome era Gaius Octavius Thurinus. Na adolescência de Jesus quem reinava era Tibério César, e logo depois da morte de Jesus quem subiu ao poder foi seu sobrinho-neto Gaio, chamado Calígula, que enlouqueceu e aterrorizou o reino. Cláudio foi o próximo por volta do ano 43 e foi sucedido por Nero no ano 54, e foi ao Imperador Nero que Paulo apelou em Atos 25:11. Havia ainda as autoridades locais dos judeus, como a dinastia de Herodes, pois era estratégia dos romanos colocar governantes fantoches nos países que invadiam a fim de reduzir a rejeição do povo.

Bem, você já deve ter visto filmes em número suficiente para saber que Nero não era nenhuma Madre Teresa, mas foi sob este homem cruel que os apóstolos viveram e foram executados. Depois vieram Vespasiano, Tito, que massacrou os judeus e destruiu o Templo de Jerusalém, seguido de Domiciano, que enviou o apóstolo João para o exílio na Ilha de Patmos. Seu sucessor, Adriano, de tanto os judeus pedirem para reconstruir o Templo, construiu um templo para Júpiter no lugar do Templo de Deus e renomeou Jerusalém que passou a chamar Élia Capitolina, dedicada à adoração de Adriano e de seu deus Júpiter.

Foi sob essas autoridades que viveram os primeiros cristãos, e era a elas que o apóstolo Paulo se referia quando escreveu aos romanos: "Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque NÃO HÁ AUTORIDADE QUE NÃO VENHA DE DEUS; e AS AUTORIDADES QUE HÁ FORAM ORDENADAS POR DEUS." (Rm 13:1). Ele não diz "as autoridades que elegemos" ou "as autoridades justas", mas simplesmente que todas as autoridades que existem vieram de Deus e foram ordenadas por ele.

Outras passagens bíblicas deixam claro de onde emana todo o poder e a necessidade de nos submetermos às autoridades, como Provérbios 8:15 que diz, "Por mim reinam os reis e os príncipes decretam justiça". O próprio Daniel, que viveu sob a autoridade de Nabucodonosor, foi o porta-voz que Deus usou para alertar o monarca de sua loucura e pretensão de se achar um deus: "Serás tirado dentre os homens, e a tua morada será com os animais do campo; far-te-ão comer erva como os bois, e passar-se-ão sete tempos sobre ti, até que conheças que o Altíssimo domina sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer." (Dn 4:32).

Quando vamos às instruções dadas à Igreja, além de boa parte do capítulo 13 da carta de Paulo aos Romanos, temos o que ele escreve a Tito, de como deveria instruir os cristãos que visitasse em suas viagens: "Admoesta-os a que se sujeitem aos principados e potestades, que lhes obedeçam, e estejam preparados para toda a boa obra" (Tt 3:1). Submissão e obediência. Pedro também detalha ser a vontade de Deus que vivamos em submissão às autoridades constituídas:

"Sujeitai-vos, pois, a toda a ordenação humana por amor do Senhor; quer ao rei, como superior; quer aos governadores, como por ele enviados para castigo dos malfeitores, e para louvor dos que fazem o bem. Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens insensatos; como livres, e não tendo a liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus." (1 Pe 2:13-16).

Um mundo sem autoridade seria um mundo de anarquia, onde cada um pensaria ser sua própria autoridade. Mas autoridade e ordem temos até na formação da Igreja, quando o Espírito Santo estabeleceu uma autoridade local nas assembleias, os supervisores que chamou de "anciãos" ou "bispos" ou "presbíteros", além do terma "guia" em Hebreus 13:17, que em algumas versões aparece como "pastor".

Eram sempre mais de um e tinham por objetivo supervisionar e apascentar o rebanho de Deus localmente. Embora fossem originalmente eleitos pelos apóstolos e seus designados, como era Tito que Paulo deixou "em Creta, para que pusesse em boa ordem as coisas que ainda restam, e de cidade em cidade estabelecesse presbíteros" (Tt 1:5). Hoje, na ausência dos apóstolos, eles são apenas apontados pelo Espírito e reconhecidos pelos irmãos, porém não nomeados. Mesmo assim são autoridade sobre a igreja local, como vemos na exortação:

"Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo; porque isto não aproveita a vós outros." (Hb 13:17).

É por tudo isso que me surpreende o fato de muitos cristãos não entenderem o princípio da autoridade, que foi estabelecido na Criação e é representada pelo termo "cabeça" em algumas passagens, como em 1 Coríntios 11. Ali temos Deus, que é a cabeça de Cristo, Cristo como cabeça do homem, e o homem apontado como cabeça da mulher. Nas diferentes áreas do convívio social temos também autoridades diferentes, como policiais, professores, patrões, e um bom exemplo da submissão e obediência que se deve às autoridades é a autoridade mais próxima de nós que é a do círculo familiar, uma figura da relação que os salvos, os filhos de Deus, têm com Deus Pai.

"Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija? Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então bastardos, e não filhos. Além do que, tivemos nossos pais segundo a carne, para nos corrigirem, e nós os reverenciamos; não nos sujeitaremos muito mais ao Pai dos espíritos, para vivermos? Porque aqueles, na verdade, por um pouco de tempo, nos corrigiam como bem lhes parecia; mas este, para nosso proveito, para sermos participantes da sua santidade." (Hb 12:7-10).

O desprezo pela autoridade contaminou de tal modo os cristãos que fiquei surpreso quando li a postagem de um pastor protestante numa rede social, o qual escreveu: "Existe por trás desse governo uma mente intelectualmente limítrofe, cientificamente ignorante, ideologicamente totalitária, religiosamente obscurantista, e moralmente perversa. É urgente que seja exorcizada!". Nos comentários de sua postagem coloquei apenas uma passagem do livro de Atos esperando que sua consciência fosse despertada:

"Fitando Paulo os olhos no Sinédrio, disse: Varões, irmãos, tenho andado diante de Deus com toda a boa consciência até ao dia de hoje. Mas o sumo sacerdote, Ananias, mandou aos que estavam perto dele que lhe batessem na boca. Então, lhe disse Paulo: Deus há de ferir-te, parede branqueada! Tu estás aí sentado para julgar-me segundo a lei e, contra a lei, mandas agredir-me? Os que estavam a seu lado disseram: Estás injuriando o sumo sacerdote de Deus? Respondeu Paulo: Não sabia, irmãos, que ele é sumo sacerdote; porque está escrito: Não falarás mal de uma autoridade do teu povo." (At 23:1-5).

Quando vi isso vindo de um que se propõe a ser guia de cristãos, me veio à memória o que disse Judas em sua carta: "Contudo, semelhantemente também estes falsos mestres, sonhando, contaminam a sua carne, rejeitam toda autoridade e blasfemam das dignidades." (Jd 1:8). Blasfemar das autoridades indica falta de sintonia com a vontade de Deus. O cristão deveria se ocupar em orar pelas autoridades que estão sobre nós, apesar de o respeito do qual Judas fala é mais amplo e inclui anjos, até mesmo os caídos. "Mas quando o arcanjo Miguel, discutindo com o Diabo, disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar contra ele juízo de maldição, mas disse: O Senhor te repreenda." (Jd 1:9). Isto revela a gravidade de se blasfemar das dignidades, sejam quais forem.

Paulo explica a Timóteo e a nós como e porquê orar pelas autoridades: "Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade." (1 Tm 2:1-4). Não devemos jamais maldizer os que "se acham investidos de autoridade", e sim oramos por eles para que se convertam e tenham sabedoria em governar para podermos podermos viver uma "vida tranquila e mansa, com toda a piedade e respeito". Pergunto: Seria piedade e respeito difamar uma autoridade?

Já é sabido que o desprezo e difamação da autoridade é prática normal dentro das famílias de incrédulos, onde filhos já não honram os pais, professores, policiais etc. Mas nunca pensei que viveria para ver o embrião do que Platão chamou de "a tirania da maioria" na democracia que o profeta Daniel descreveu como os pés da estátua do sonho de Nabucodonosor. Deus permitiu o coronavírus para revelar isso, pois nenhuma outra crise mundial teve o que vemos hoje: As autoridades em contato direto online com a opinião pública que atira para todos os lados seus palpites e acaba influenciando os governantes como nunca antes na história do mundo.

"E, quanto ao que viste dos pés e dos dedos, em parte de barro de oleiro, e em parte de ferro, isso será um reino dividido; contudo haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro, pois viste o ferro misturado com barro de lodo. E como os dedos dos pés eram em parte de ferro e em parte de barro, assim por uma parte o reino será forte, e por outra será frágil. Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão mediante casamento, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro. Mas, nos dias destes reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre." (Dn 2:41-44).

A profecia ainda irá se cumprir, porém a democracia, que é louvada por todos como a última bolacha do pacote em termos de sistema de governo, já prepara o terreno para essa fusão entre povo e governo, uma fusão que não tem liga alguma e será facilmente quebrada quando Cristo vier para reinar. A democracia é prima do socialismo, que também é um sistema fundamentado no homem como senhor de seu próprio governo. Na visão dos pés da estátua o barro nos fala de humanidade e o ferro de poder e autoridade. Democracia é o governo do povo, pelo povo e para o povo (nesta ordem ou não), chamada por Platão de "tirania da maioria".

A resposta evidente para a falta de submissão e respeito até de cristãos para com as autoridades é porque vivemos numa geração que cresceu doutrinada pela democracia e acredita que aquilo que diz a Constituição Brasileira seja verdade: "Todo o poder emana do povo". Na contra-mão dos homens, a Bíblia deixa claro que todo poder emana de Deus. "A ele seja a glória e o poderio para todo o sempre." (1 Pe 5:11). Talvez tenham feito você acreditar que poderia encontrar na Bíblia a frase "A voz do povo é a voz de Deus", mas a verdade é que a voz do povo, que se manifestou numa eleição democrática há dois mil anos e elegeu Barrabás, foi  a mesma que clamou contra Jesus: "Fora! Fora! Crucifica-o!" (Jo 19:15).

Como cristãos temos um guia seguro, a Palavra de Deus, para saber como agir em tempos de abandono da Verdade. Sabe o que faz desta pandemia do Covid-19 uma confusão como não houve antes na história? Hoje a tecnologia deu voz ao cidadão comum e, queira ou não, as autoridades são influenciadas pelo que o povo diz e até por fake news e teorias conspiratórias. Isso nos leva mais perto dos pés de barro misturado com ferro da estátua de Daniel. O diabo adora isso porque causa confusão e incerteza, não só na mente do povo, mas dos governantes, que vacilam em suas decisões, dão ordens e voltam atrás, e ficam desacreditados.

No passado o povo de Deus também passou por tempos de grande aflição e incerteza, diante da perplexidade de ordens dadas pelos governantes que podiam exterminar o povo de Deus da terra. Mas quantas vezes você leu de Deus mudando o coração dos governantes? Muitas, não é mesmo? "Como ribeiros de águas assim é o coração do rei na mão do Senhor, que o inclina a todo o seu querer." (Pv 21:1) .Uma boa leitura neste momento de tanta incerteza é o Livro de Ester, onde nem sequer é mencionado o nome de Deus, mas nós o vemos trabalhando nos bastidores para salvar seu povo, revertendo até a palavra do Rei que não podia ser mudada.

No livro Ester é encorajada por seu tio Mordecai a interceder junto ao Rei pela salvação de seu povo, com estas palavras: "Porque, se de todo te calares neste tempo, socorro e livramento de outra parte sairá para os judeus, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para tal tempo como este chegaste a este reino?" (Et 4:14). Não quero dizer que você deva ficar na porta do Palácio esperando o Presidente sair para tentar marcar uma audiência a fim de expor suas ideias de como ele deve governar. Falo de outro tipo de audiência.

Você pode entrar a qualquer momento em audiência com AQUELE que está acima do Presidente para interceder por ele e pelas outras autoridades, a fim de que Deus lhes dê sabedoria de como devem agir. Você estará então participando de uma audiência muito mais elevada, com o próprio Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.

"Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno... Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa, retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu. E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e ás boas obras" (Hb 4:16; 10:19-24).

por Mario Persona

Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

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