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Devo desafiar a lei para congregar?



https://youtu.be/1NbrP9zG5CY

Uma dúvida frequente durante a pandemia do COVID-19 é se os cristãos devem desafiar a lei e as determinações do governo e congregar, mesmo que reuniões em igrejas e outros locais sejam proibidas. E quando permitidas, deveriam os cristãos desobedecer as instruções quanto ao distanciamento social, uso de máscaras e de evitar qualquer meio direto de contágio, como beijos, abraços e beber de um mesmo copo?

Tenho visto muitas discussões sobre este assunto, mas o que mais vejo é que a discussão gira em torno da fé pessoal de cada um, e quase nada sobre a preocupação para com o bem estar e segurança do próximo. Será que vou conseguir soar um alerta para este aspecto do que estamos passando? A Bíblia ensina que "O sábio teme, e desvia-se do mal, mas o tolo se encoleriza, e dá-se por seguro... O prudente prevê o mal, e esconde-se; mas os simples passam e acabam pagando." (Pv 14:16; 22:3).

Não me tome por covarde ou demasiadamente preocupado em preservar minha própria vida. Ao contrário, sempre fui bastante ousado desde garoto, e quando me casei fomos morar no meio do mato na Chapada dos Veadeiros, em Alto Paraíso de Goiás, em uma casinha que nós mesmos construímos, onde cozinhávamos com lenha e iluminávamos com lampião de querosene.

Mas uma coisa é você correr riscos sozinho, outra é envolver outros no risco. Quando minha esposa ficou grávida começamos a perceber alguns sinais de alerta, como quando eu ia à cidade e ela ficava sozinha no mato e aparecia algum andarilho pedindo comida. Na época éramos tão despreocupados que chegamos a contrar um deles que só conhecíamos como "Baianinho", e quando precisamos viajar deixamos ele morando lá e cuidando de nossas coisas. Acho que o peso do voto de confiança e da responsabilidade deixou o rapaz de tal maneira assustado que na volta encontramos nosso sítio muito bem cuidado.

Mas aí nasceu nossa primeira filha e nossos pais, que viram onde a neta deles estava sendo criada, nos alertaram que seria melhor nos mudarmos para a cidade de Alto Paraíso, na época com seiscentos habitantes, para ao menos termos outras pessoas por perto se precisássemos de ajuda. Compramos um terreno downtown, e começamos a construir uma casinha, bem simples, enquanto morávamos num quarto do pequeno hotel da cidade. Esqueça suíte com banheiro. Era quartinho mesmo, com cordinhas cruzando de um lado para o outro cheias de fraldas e roupas do bebê. A chegada de uma terceira pessoinha, que não assinou o mesmo contrato de correr riscos que tínhamos assinado, mudava tudo.

Também ajudou em nossa decisão a carta que recebi de um irmão, que curiosamente já está com o Senhor por ter corrido riscos desnecessários fazendo acrobacias com sua asa delta motorizada. Mas a razão de ter me enviado aquela carta com um poema estava mais em acreditar que eu estava desperdiçando minha vida isolado no mato onde minha audiência eram cabras, galinhas e carrapatos. O poema manuscrito, que guardo até hoje, era em inglês e traduzido seria "Obediência", de George MacDonald, um pregador escocês que viveu no final do século 19 e início do século 20.

Aquele poema puxou o que ainda restava do tapete de crença de que vivendo no mato plantando minha própria comida orgânica eu estaria contribuindo para um mundo melhor. Ele me mostrou que Deus precisava de mim em outras paragens, não exatamente do modo como eu havia sonhado. Naquele dia decidi sair do mato, e aqui faço uma tradução livre do poema, sem me preocupar com as rimas, e sim com o conteúdo. Se quiser o texto original inglês pesquise por "Obedience", poem by George MacDonald.

OBEDIÊNCIA
George MacDonald

Eu disse: “Deixe-me caminhar nos campos!”
Deus disse: “Não, caminhe na cidade!”
Eu disse: “Mas ali não há flores...”
Ele disse: “Não há flores, mas uma coroa”.

Eu disse: “Mas o céu ali é escuro,
Não há nada além de barulho e confusão”
Mas Ele me interrompeu com um suspiro:
“Ali há mais, ali há pecado”.

Eu disse: “Mas o ar é poluído,
E a fumaça esconde o sol”.
Ele respondeu: “Mas as almas estão doentes,
E perdidas nas trevas”.

Eu disse: “Vou sentir falta da luz,
E os amigos sentirão minha falta”.
Ele respondeu: “Escolha esta noite,
Se é para eu ou eles sentirem sua falta”.

Pedi por mais tempo para resolver,
Mas Ele disse: “É difícil decidir?
Não parecerá difícil no céu
Se seguir minha direção”.

Lancei um olhar aos campos,
Então me voltei para a cidade;
Ele disse: “Filho, você vacila?
Em trocar as flores pela coroa?”

Então Sua mão pegou a minha,
E em meu coração Ele entrou;
E hoje caminho numa luz divina,
Na senda que antes temia olhar.


Desde então outras responsabilidades me tornaram mais prudente. Ainda com meus filhos pequenos e morando na capital, em São Paulo — sim, do mato Deus acabou me mandando para a maior cidade do país —, comecei a trabalhar em um banco como negociador de imóveis para abertura de agências. Para isso eu precisava pesquisar e fotografar os melhores imóveis e às vezes subia à laje de prédios vizinhos para ter uma melhor visão do que estávamos comprando ou alugando, e cheguei até a sair pela janela de um prédio e ficar na estreita laje de concreto do último andar para ter um melhor ângulo para a foto.

Uma vez subi na laje de um prédio no Rio de Janeiro e tirei várias fotos do terreno ao lado que pretendíamos comprar para construir o estacionamento da agência que ficava no local. Ao chegar em São Paulo e ter as fotos reveladas (não existiam fotos digitais na época) levei um tremendo susto. Em uma das fotos meus dois pés apareciam metade na laje e metade no vazio. Preocupado em bater uma foto da divisa do terreno nem percebi que cheguei a centímetros da morte. O susto me tornou mais prudente ainda.

Hoje meus filhos são adultos e moro com um filho adotivo, que sofre de paralisia cerebral, é cego e mudo. Ele é capaz de engatinhar pelo apartamento e encontrar o caminho do banheiro. Para sair eu o transporto numa cadeira de rodas, e quando você tem uma vida literalmente nas mãos você não corre riscos, tipo atravessar uma rua correndo fora da faixa, ou descer uma rampa segurando a cadeira por trás (o correto é descer de ré para poder travar a cadeira caso você caia).

Em casa eu nunca o deixo sozinho, nem para ir ao supermercado da esquina, para sua segurança e não incorrer no Artigo 133 do Código Penal que reza: "Abandonar pessoa que está sob seu cuidado, guarda, vigilância ou autoridade, e, por qualquer motivo, incapaz de defender-se dos riscos resultantes do abandono: Pena - detenção, de seis meses a três anos. § 1º - Se do abandono resulta lesão corporal de natureza grave: ... Pena - reclusão, de quatro a doze anos.". Fica aí o aviso para quem deixa filho pequeno em casa para ir beber com amigos.

Minha vida de solteiro e sem filhos era muito mais simples. Podia sair e chegar quando quisesse e fazer o que bem entendesse. Quando casado já tinha outra pessoa para me preocupar, mas sendo ela tão destemida quanto eu, embarcávamos juntos nas aventuras. Com os filhos tudo mudou, pois eles não tinham sido consultados quando o assunto era correr riscos. A questão, quando consideramos a vida, não nossa, mas de nosso próximo é esta: Estou eu disposto a pagar por ter colocado outro em perigo?

Quando o Senhor coloca a responsabilidade da vida de outros em nossas mãos a coisa fica muito mais séria do que quando temos de pensar apenas de nós mesmos. O versículo a seguir não fala exatamente do assunto, mas acredito que o princípio da responsabilidade e de sofrer as consequências de colocar outros em risco se aplique. É uma passagem de Ezequiel muito usada para falar da responsabilidade de se evangelizar:

"Filho do homem: Eu te dei por atalaia sobre a casa de Israel; e tu da minha boca ouvirás a palavra e avisa-los-ás da minha parte. Quando eu disser ao ímpio: Certamente morrerás; e tu não o avisares, nem falares para avisar o ímpio acerca do seu mau caminho, para salvar a sua vida, aquele ímpio morrerá na sua iniquidade, mas o seu sangue, da tua mão o requererei. Mas, se avisares ao ímpio, e ele não se converter da sua impiedade e do seu mau caminho, ele morrerá na sua iniquidade, mas tu livraste a tua alma. Semelhantemente, quando o justo se desviar da sua justiça, e cometer a iniquidade, e eu puser diante dele um tropeço, ele morrerá: porque tu não o avisaste, no seu pecado morrerá; e suas justiças, que tiver praticado, não serão lembradas, mas o seu sangue, da tua mão o requererei. Mas, avisando tu o justo, para que não peque, e ele não pecar, certamente viverá; porque foi avisado; e tu livraste a tua alma." (Ez 3:17-21).

Todo aquele que prega o evangelho tem um sentimento profundo do risco que o incrédulo ao seu lado está correndo, e isso o leva a alertá-lo porque pode ser aquela sua última chance. Quantas vezes pesa em nossa consciência recebermos a notícia da morte de alguém com quem estivemos durante muitas ocasiões e tivemos oportunidade de alertar do risco que corria por não crer no Evangelho, e não o fizemos?

A premência desta responsabilidade pode ser ilustrada por uma ocasião, quando meu pai se sentiu incomodado de não ter falado do Evangelho para um amigo, e assim, do nada, resolveu passar na casa dele levando uma Bíblia de presente. O homem veio recebê-lo no portão e meu pai rapidamente apresentou a mensagem da salvação, entregou a Bíblia e foi embora, pois era hora de almoço. O homem entrou de volta em sua casa, sentou-se à mesa para almoçar com a família, e caiu morto com o rosto no prato de comida vítima de enfarte.

Me vem à mente a responsabilidade também daqueles que zelam pelas ovelhas, os anciãos ou pastores, que embora não possam dar contas do destino delas, como parece mostrar em algumas traduções incorretas, mas que terão de dar contas do trabalho que fizeram, que incluía cuidar do bem estar e segurança delas, como um pastor cuida do bem estar de suas ovelhas: "Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas." (Hb 13:17).

Um certo rei colocou um anúncio de emprego buscando um cocheiro habilitado para conduzir a carruagem real. Três candidatos apareceram, e a eles o rei fez a mesma pergunta: "A que distância do abismo você consegue passar com a roda da carruagem sem que o rei corra risco de morrer?".

O primeiro respondeu: "Majestade, eu sou o melhor cocheiro do reino, consigo passar com a roda a um metro da beira do abismo com total segurança!". O segundo: "Majestade, fui eu quem ensinou esse aí a pilotar carruagens, e consigo colocar a roda da sua a dez centímetros do abismo sem qualquer perigo." O terceiro, todo prudente, respondeu: "Majestade, reconheço que os outros dois devem ser melhor habilitados para o serviço do que eu, mas eu procuro manter a maior distância possível da beira do abismo.". Este foi contratado.

Sou palestrante de vários temas, inclusive comportamento seguro. Muitas palestras me contratam para eventos na SIPAT, que é a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho, e geralmente são grandes indústrias que colocam na porta um placar com os dizeres: "Estamos a tantos dias sem acidentes". Quando ocorre um acidente o placar é zerado e isso pesa na consciência dos trabalhadores, em especial dos que não tomaram os devidos cuidados.

O lema nas empresas, e em minhas palestras, é um comportamento que contribua para um índice zero de acidentes. Você consegue imaginar o que aconteceria comigo se, em minha palestra, eu dissesse aos trabalhadores que deveriam se preocupar apenas em manter um baixo índice de mortandade no trabalho? Algo do tipo, "Ok, pessoal, não precisam se preocupar tanto assim com segurança, tenham fé e pensamento positivo de que nada irá acontecer e procurem manter um baixo nível de letalidade nos acidentes no trabalho"? Cortariam meu microfone e eu seria expulso imediatamente dali, talvez até processado por minha inconsequência. Afinal, é crime induzir outros ao risco, um artigo do Código Penal que precede aquele que citei de abandono de incapaz:

Art. 132 - Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena - detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave. Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.

Portanto, se você for responsável por levar pessoas que confiam em você a descumprir uma determinação legal que possa colocá-las em risco, é bom avisar seus amigos a marca de cigarro que costuma fumar para eles levarem quando forem visitá-lo na cadeia.

Uma coisa é uma determinação do governo impedindo os cristãos de pregarem o evangelho e congregarem por razões políticas ou religiosas, como em países comunistas, islâmicos, budistas etc. Então é compreensível que os cristãos desobedeçam a proibição e obedeçam o Senhor, como faziam os cristãos no primeiro século, correndo o risco de serem mortos, não por serem inconsequentes, mas por se manterem fieis ao Senhor quando fossem obrigados a negá-lo. Outra coisa é uma determinação das autoridades visando preservar a vida das pessoas e evitar que elas exponham terceiros mais debilitados a riscos de saúde e morte.

Suponha que cheguemos ao local de reuniões e exista um lacre na porta e um aviso da Defesa Civil de que aquele prédio foi interditado por risco de incêndio, enchente ou desabamento. Devemos violar o lacre e desobedecer as autoridades? Ninguém seria estúpido a este ponto. Então é preciso mais bom senso do que extremismo religioso em lidar com questões para as quais não temos respostas claras e possam de alguma maneira significar riscos a outros. Repito que devemos nos preocupar com a saúde e bem estar de outros que podem não ser tão confiantes, valentes e destemidos quanto você.

Dizer que agir assim é falta de fé e não confiar no Senhor vai contra o mandamento de não tentarmos o Senhor. Neste momento em que escrevo um irmão em Cristo está entre a vida e a morte numa UTI por causa do COVID-19. Há alguns dias uma irmã perdeu a mãe e sua irmã em uma mesma semana. Outro ficou com sequelas nos pulmões que poderão acompanhá-lo pelo resto da vida. Será que eles não tiveram fé suficiente? Já vi uma criança morrer picada de cobra porque o pai se recusou a levá-la ao hospital para tomar soro antiofídico, confiante que Jesus iria curá-la. O que o pai teve não foi fé, foi imprudência. Muitas crianças já morreram por causa de pais cristãos que se recusaram a vaciná-las.

É preciso avaliar onde termina a fé pessoal e começa a responsabilidade pela saúde e vida do próximo, que pode não ter a mesma fé que tenho. Quando o assunto é uma pandemia de uma doença que costuma ser noticiada como "de baixa letalidade" preciso ser cuidadoso para não querer por em risco os que estão sujeitos a uma alta letalidade por serem pessoas do grupo de risco. Você se lembra do que eu disse sobre minhas palestras? Será que serei contratado para dizer aos empregados da empresa que procurem manter a letalidade dos acidentes em nível baixo?

Notícias como a daquele pastor norte-americano, que zombava do coronavírus, se negava de forma espalhafatosa a adotar medidas seguras, e morreu da doença, só servem para denegrir o testemunho do evangelho. Você deve conhecer grupos religiosos radicais em seus costumes que só fazem um desserviço ao testemunho do Senhor no mundo.

Podemos encontrar até argumentos supostamente bíblicos para não cobrirmos a boca e o nariz quando oramos ou louvamos ao Senhor — alguém citou 2 Coríntios 3:17-18, "Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor...". Eu particularmente acredito que dificilmente alguém conseguirá traduzir isso em amor e consideração para com os mais debilitados. Talvez eu seja forte, saudável e imune, mas será que meu irmão próximo de mim tem a mesma imunidade e resistência que eu?

Nos países do Oriente as pessoas sempre usaram máscaras em locais públicos, e isso não era para evitar ficarem doentes. O uso das máscaras entre os orientais sempre foi uma iniciativa de pessoas gripadas preocupadas em NÃO PASSAR sua gripe a outros em em casa ou em lugares públicos. No Ocidente achamos que máscaras são para não contrairmos o COVID-19, mas a maior razão delas é não transmitirmos se formos assintomáticos. É a preocupação com o próximo, e não comigo mesmo! Se eu me acho um campeão em matéria de fé, então deveria procurar usar dessa fé para nortear meus atos em amor.

"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine... ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria... e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria... o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece... não busca os seus interesses." (1 Co 13:1-5).

"Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros." (Fp 2:4).

"Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova." (Rm 14:22).

Veja também: "Deixar de congregar por causa do coronavírus é falta de fé?"

por Mario Persona

Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

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